terça-feira, 2 de maio de 2017

A escravatura. O Elo Secreto

Para se apoderarem da Amazônia, os grandes países propõem a internacionalização e com aval da ONU. Os peixes dos rios e dos mares estão intoxicados com mercúrio, urânio 235, plutônio 239, estrogênio 90 e césio, que também estão nas águas que irrigam as lavouras e nos dessedentam. Os cereais estão impregnados com cádmio e o leire, inclusive o materno, nutre as crianças com estrôncio, cujos ossos possuem uma concentração superior a dos adultos. Se isso provoca doenças, sofrimentos e mortes, Que importa! exclamam os empresários influentes. Na agroindústria, conseguem produzir sementes exóticas para forçarem a venda complementar de defensivos agrícolas e pesticidas, que antes, eram desnecessários à agricultura. Seus resíduos alojados no organismo, são nefastos à saúde pública. - suas empresas junto com as indústrias funerária, médica, e farmacêutica podem apresentar aos seus acionistas belas "performances", melhores dividendos. É sinal que para eles a economia progride mesmo sacrificando o mais fraco.  Os judeus sefardistas, mesmo antes das descobertas oficiais, sempre cobiçaram a América e suas riquezas. Depois de Cabral, uma corrente ininterrupta dirigiu-se ao Brasil, burlando as leis imigratórias ou valendo-se de subterfúgios; - quase todas as profissões lhes pertenciam, a cupidez dos territórios brasileiros, argentinos e chilenos não é novidade para quem pesquisa a face oculta da História oficial. Tanto para o Judaísmo como para a Igreja, as Américas tem sido a Nova Canaã e a Terra prometida. - O general Ramón Camps foi condenado a uma pena de vinte anos de prisão. Não por ter cometido qualquer crime, mas por ter denunciado, com antecedência, o Plano Andina que via uma aliança traidora entre o sionismo, a maçonaria e a Igreja Católica Romana contra as duas nações do Cone Sul, numa etapa inicial., em livros bem documentados (pág.281,282). (Qual general com coragem, nacionalismo, patriotismo, denunciará, impedirá serem realizados, os planos sionistas usurpadores em andamento no Brasil?)[1]
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A escravatura sob a Estrela de Davi e a Cruz Cristã

Honestizar as versões da história oficial tem sido uma árdua tarefa para quem prima pela hermenêutica sul-americana. O flagelo da escravatura, aparentemente desligado do referido plano, mostra que a cobiça judaico-cristã pelo Novo Mundo ocorreu, pelo menos, desde o século XVI, quando Cristóvão Colombo e Pedro  Alvares Cabral oficializaram a descoberta das Américas. Separados  no tempo e no espaço, em Viena, Áustria, René Fülöp Miller, em 1932, divulgando a odisséia dos padres jesuítas, elucida a pretensão católica em criar uma república comunista teocrática, moldada na Utopia, de Thomas Morus, e na Cidade do Sol de Campanela. Quarenta e nove anos mais tarde, em 1981, José G. Salvador, no Brasil, a estuda sob o ângulo do capitalismo judaico. Nas missões de catequese, os padres da Companhia de Jesus viram, na ingenuidade dos índios sul-americanos, a oportunidade de materializar a doutrina de Jesus, num mundo novo e num povo que, apesar de belicoso e muitas vezes antropófago, ainda não havia sido contaminado pela ganância de poder e riqueza, como os de outros continentes. Nas planícies e altiplanos da América do Sul, os jesuítas iam aldeando as tribos indígenas em aglomerações, chamadas de reduções e que as mantinham em estreitos contatos. Este estado ia se configurando nas regiões brasileiras, uruguaias, chilenas, bolivianas, paraguaias  e argentinas. No Rio Grande do Sul ainda se encontra as ruínas de São Miguel e de Sete Povos das Missões. Consciente de que o reino de Cristo sobre a Terra só poderia ser fundado entre as tribos de índios selvagens, aqueles padres ensinavam-lhes o catecismo, a pintura, a arquitetura, a organização racional do trabalho e, principalmente, a música. As cidades eram construídas em intervalos regulares e iguais entre sí. Cada uma formava uma região agrícola de determinada grandeza. Os moradores não eram proprietários de seus imóveis e sim arrendatários de um solo que pertencia à comunidade (ou melhor, a igreja!). O cidadão tinha o tempo de trabalho determinado O sucesso da organização política e econômica se devia a inocência, a simplicidade e à boa vontade dos índios, que aprenderam a ver, no trabalho e no estudo, uma forma de dignificação individual e social. Foi o sistema socialista e o regime comunista mais perfeito que a humanidade atual já conheceu, baseados na paz, no trabalho comunitário, no consumo eqüitativo da riqueza e na defesa mútua. A utopia sul-americana, que perdurou por 150 anos, era uma terrível ameaça ao sistema capitalista judaico, monárquico e, em certa extensão, cristão. Por conseguinte, urgia ser destruído. Em primeiro lugar, porque o modelo poderia ser copiado na Europa, pelos servos da glebas, os brancos escravos dos vassalos e burgueses brancos. Em segundo, porque poderiam, por meio de guerrilhas, expulsar os colonizadores e invasores europeus e, terceiro, porque havendo falta de trabalhadores os escravos  os escravos s constituíam numa mão-de-obra barata e com vantagem de serem instruídos. As bibliotecas indígenas organizadas pelos padres, a exemplo de Alexandria, foram arrasadas. Os índios capturados e vendidos como escravos, nas plantações de cana e nas minas. A maçonaria, sob as ordena do judaísmo, incumbiu seu irmão, o Marquês de Pombal que, chefiando tropas portuguesas e espanholas, destruiu, num mesmo período, todas as reduções. O que não foi incendiado, foi posto abaixo a golpes de marreta, a machado e a tiros de canhão. O capitalismo judaico-maçônico, inimigo figadal da monarquia e do clero, tinha que impedir que estes fixassem raízes no novo continente. À propósito, Maurice Pinay e J. Bochaca, afirmam quem no ritual de iniciação ao grau de mestre maçom, os assassinos de Iran Habif, o arquiteto do Templo de Salomão, Jubela, Jubelo e Jubelum representam o clero, a monarquia e o empresariado ariano que devem ser supliciados. Em função disso, os cautelosos jesuítas(reservando a nova canaã para a igreja) fizeram tudo o que foi possível para impedir que a civilização européia penetrasse nas regiões confiadas à sua guarda. além do mais, os europeus corrompiam os índios que, inocentes, se prestavam às tórpes aberrações sexuais e vícios. A Companhia de Jesus foi acusada nas cortes européias de fazer causa comum com os silvícolas contra os brancos. O tráfico de escravos índios ficou a cargo dos sertanistas portugueses e espanhóis, de sangue hebreu sefardista, conforme escreveu J.G. Salvador. Este comércio oscilava na medida das invasões francesas, holandesas e inglesas às colonias hispano-lusitanas; quando os corsários e piratas, comandados por seus governantes judeus e maçons, atacavam os navios negreiros; quando as pestes dizimavam os escravos negros, nos entrepostos e nas senzalas e, quando as travessias marítimas, pelo Atlântico eram adversas à navegação. A alegação jurídica do escravismo remonta da legislação romana, copiada pelas Ordenações do Reino de Portugal. Nela o escravo era tido como um bem móvel, como qualquer outro objeto, do qual se diferenciava por ser alma vivente. O escravo precedia os animais, no que toca ao pagamento de impostos, apesar de não serem confundidos. A escravidão negreira foi mais rendosa do que o comércio de especiarias, provindas do Oriente. https://archive.org/stream/LivrosHistoricosBanidos/o%20elo%20secreto%20-%20hélio%20j.%20de%20oliveira#page/n259/mode/2up

[1] domingo 13 de septiembre de 2009:
http://xentinels.blogspot.com/2009/09/plan-andinia.html
El Plan Andinia: 
¿Está la Patagonia destinada a convertirse en una nueva Palestina? 
Por Caleb Onam Redfield, 
Judío Antisionista Argentino 

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