sexta-feira, 30 de maio de 2014

A Farsa Yanomâmi

Nota do autor: 1) Se a Presidente Dilma Rousseff, não DENUNCIAR, RETIFICAR, dizer NÃO, a Convenção OIT n⁰ 169 junto a ONU até o dia 24 de julho de 2014, o Brasil perderá 50% do seu território, e a região Amazônica poderá ser transformada em 216 Estados independentes do Brasil. 190 milhões de brasileiros poderão perder sua nacionalidade e também sua identidade.
2) Estes motivos me levou como cidadã brasileira, a pesquisar e saber o por que as autoridades brasileiras não atuam com firmeza. Perguntando o por que os acontecimentos tomaram o rumo da entrega, me deparo com os infiltrados dentro do território nacional, na finalidade de usurparem o solo e sub-solo brasileiro e na região amazônica, como tão bem avisou, profetizou, Villas Bôas.

Seria a farsa ianomâni uma maquinação das ONGS a serviço dos interesses do Primeiro Mundo? 
SIM! não resta a menor dúvida.


O livro A Farsa Ianomâmi, escrito pelo coronel do Exército Carlos Alberto Lima Menna Barreto [1], põe a nu, ao provar com inúmeros documentos, a farsa do século passado, que foi a criação da Terra Indígena Ianomâmi (TI Ianomâmi).

Na verdade, o blefe monumental foi arquitetado por uma fotógrafa belga, Cláudia Andujar, que reuniu algumas tribos, que não tinham nenhuma relação entre si, e criou a "nação imemorial dos ianomâmis", com o total apoio dos caciques brancos de Brasília: 
http://www.sacralidade.com/mundo2008/0045.arco.html#v1

Cláudia Andujar, judia nascida na Suíça, que devido sua grande influência em Brasília (?!), o governo manda espancar e humilhar garimpeiros brasileiros quilombolas, nativos, que exploravam o garimpo para sobreviverem, tudo para acalmar os ânimos desta senhora. Do livro A Farsa Yanomami.

A jornalista  que inventou os “ianomâmis” não agiu por conta própria, mas influenciada pela organização denominada Conselho Mundial de Igrejas, com sede na Suíça.  Diretrizes No 4 - ANO "0" do Conselho Mundial de Igrejas Cristãs para a Amazônia Brasileira[2]

No início dos anos 70,  a jornalista chamada Cláudia Andujar, nascida na Suíça, criada na Hungria e emigrada para o Brasil em 1955. Esta filha de pai judeu, cfe [6] não sendo antropóloga ou coisa parecida, nem brasileira, resolveu  “criar” um povo, "a farsa yanomâmi" e todo este imbróglio anti-brasileiro com repercussões internacionais e com imprevisíveis desdobramentos que se sucedem obscuramente. 

Ficando a conta, e uma surra, disto tudo ao povo brasileiro. 

Intrometendo-se na soberania e na condução das coisas internas do Brasil, hoje divulga e remunera-se com exposições de fotos do seu invento étnico, " a farsa ianomami" [3]

A Comissão pela Criação do Parque Yanomami  ONG (CCPY) representada pela judia Cláudia Andujar, entrega ao Presidente da República, junto com o Presidente da CNBB (vinculado ao CIMI), d. Luciano Mendes de Almeida, o projeto de criação do Parque Yanomami, (o que tem o CIMI e a CNBB com estes assuntos territoriais?) entendido como a única forma de proteger aquelas comunidades e seu meio ambiente das ameaças permanentes que
representa o avanço da sociedade nacional sobre suas terras. É iniciada campanha nacional e internacio­nal de apoio à criação do Parque, que tem grande repercussão.

Parte de uma conspiração liderada pelos ESTADOS UNIDOS para criar uma AMAZÔNIA INTERNACIONALlZADA. A primeira etapa do plano foi a criação do governo exilado. Num segundo momento, a República ianomâmi começaria uma campanha pela independência, com apoio de entidades ambientalistas internacionais (muitas das quais são apenas fachada para grupos econômicos poderosos). A última fase acontecerá quando os ianomâmis pedirem a intervenção da ONU no conflito, abrindo caminho para a ocupação estrangeira.
O Plano Colômbia foi criado apenas para que militares americanos possam estudar a região [4] 

Resultado de imagem para Deputado Federal Márcio Brando Santilli (PMDB)
O indigenista Márcio Santilli, do Instituto Socioambiental
O  Deputado Federal Márcio Brando Santilli (PMDB) (hoje, ex-deputado federal, ex-presidente da Funai e ambientalista, considerado por revistas especializadas umas das 100 pessoas mais influentes do Planeta!!!) apresenta  ao Presidente Sarney a proposta da FUNAI de 1984 para a criação do Parque Indígena Yanomami.

Uma pequena comitiva de três pessoas - um parlamentar Ligado à Comissão do Índio da Câmara dos Deputados (Márcio Santilli), uma antropóloga da Universidade de Brasília (Alcida R. Ramos) e a coordenadora judia da ONG CCPY (Claudia Andujar) -, sem ter ainda conhecimento da existência do Projeto Calha Norte, aprovado pelo Pre­sidente Sarney em 19.6.85, entrevista-se Corri o Che­fe da Casa Militar, General Bayma Denys, para Colo­car-lhe suas preocupações a respeito das invasões contínuas à área Yanomami.
SEMPRE O PMDB??
Solicita-lhe o estudo de meios de controle a essas invasões e a criação urgente do Parque Indígena Yanomami, de acordo com a Proposta FUNAI/1984. Não é mencionado à comitiva da CCPY que o Projeto Calha Norte já está em andamento.
O Chefe da Casa Militar coloca para a Comitiva da CCPY a posição do Conselho de Segurança Nacional, contra a criação de um Parque Indígena em área de fronteira.

A palavra do Presidente Sarney de criar o Parque Yanomami. E  o Feudal José Sarney não exitou em se abaixar para  a oligarquia  deixando para o seu sucessor o entreguista Lesa-Pátria Collor de Melo tudo mastigado e delineado para assinar, demarcando, na inconstitucionalidade o território nacional em fronteira, para a  farsa yanomami imposto pela judia não brasileira, Claudia Andujar e  sua ONG  CCPY.

APOIO É IMPORTANTE!  Para aquele que autorizou a criação do parque da Farsa yanômami, assim fez Claudia Andujar, deixando o velho babão Sarney, achando que era o maior entendedor em assuntos de administrar um país, passando-se assim, por um grande traidor e lesa-pátria.

Em vista da decisão do Presidente José Sarney, comu­nicada ao Senador Severo Gomes em 14 do janeiro de janeiro de 1987,  de criar o Parque Indígena Yanomami por Decreto, com uma área de proteção ambiental permanente e tratamento diferenciado na faixa de fronteira, solicitamos que telegramas ou cartas com cumprimentos sejam enviados ao endereço abaixo, enfatizando que essa decisão eleva a imagem do Brasil no concerto das nações como defensor de um patrimônio cultural da Humanidade, cópia dos telegramas ou cartas sejam enviadas à  a coordenadora da ONG CCPY (Claudia Andujar) http://www.sacralidade.com/mundo2008/0045.arco.html#v1

Exmo. SR.
Dr. José Sarney
DD Presidente da República
Palácio do Planalto
70150 Brasília DF


  • "A digníssima senhora não perdeu tempo em armazenar cópias telegramas e cartas para provar à oligarquia anglo-americana que ela estava vencendo, estava dobrando o velho babão e presidente do Brasil, e assim, mostrando aos brasileiros que o Sr. José Sarney é um ENTREGUISTA CONFESSO, QUE PASSOU O LEGADO AO SEU SUCESSOR COLLOR DE MELLO QUE DECRETOU, QUE TRAIU A CONSTITUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRA E A TODOS OS BRASILEIROS, DOANDO PARTE DO TERRITÓRIO NACIONAL,"
Oras, Oras, a ONG CCPY tendo como coordenadora a judia Claudia Andujar recebida no Brasil com todo o respeito em 1955 pós guerra,  infiltrou-se na região de fronteira brasileira  a mais rica do Brasil Roraima, aproveitando todo o seu conhecimento e intelecto europeu da época no meio tupiniquim em desenvolvimento, esta senhora diz ter sido ultrajada, humilhada, torturada e a seus pais torturados e mortos nos campos de concentração pelos alemães, (tadinha), tanto sofrimento, que marcava os índios com números pendurados no pescoço igual aos usados nos campos de concentração! foi recebida no Brasil amigo e inclusivo, e traiu o Brasil, traiu a soberania brasileira, traiu a todos os brasileiros, criando a farsa yanomâmi cumprindo as Diretrizes N.04 do CIMI [2] para os anglo-americanos paparem o sub-solo da Amazônia  —  O PMDB do Feudal Sarney  que pela sua incompetência entreguismo e ganância, ganhou o Estado do Maranhão,  e mantém o povo maranhense na mais absoluta servidão, babou para esta senhora mandando espancar os quilombolas seringueiros em Roraima, quando deveria expulsar as ONGS atrevidas de dentro do nosso território e governando o Brasil de dentro para fora  — E o vice PMDB da República omisso judeu e Maçon bucheiro, [5 ] entreguista, como podemos confiar em quem no esfregar de mãos, negocia vantagens só do partido que lhe trará as vantagens financeiras..., quando a Maçonaria está para o branco, masculino, membros da classe média e alta que trabalham para o avanço de si e de seus companheiros maçons. " Ninguém pode servir a dois senhores ", estes que trabalham para o primeiro e também para o segundo desde que o privilégio fique em seu poder,  — O  Deputado Federal Márcio Brando Santilli (PMDB) que entreguista confesso, apresenta em 1984  ao Presidente Sarney a proposta da omissa FUNAI  para a criação do Parque Indígena Yanomami.  — Todos devem ser encaminhados aos tribunais internacionais por traição à pátria, Por Crime de Lesa-Pátria, absolutamente planejado para Lesa-Pátria. 


EM CONTRAPARTIDA, Villas-Bôas lutou pelos indígenas e pela soberania do Brasil e alertou, contra as ONGs, contra a cobiça da ONU, contra os conselhos missionários da igreja,
Alerta de Villas Bôas
https://www.youtube.com/watch?v=tzBaui-zTRE
Orlando Villas-Bôas (Santa Cruz do Rio Pardo, 12 de janeiro de 1914 — São Paulo, 12 de dezembro de 2002). 
Orlando Villas-Boas e um índio do povo Ikpeng (Txikão),
 no segundo contato, em 1967.
Sertanista e indigenista brasileiro nascido em Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, responsável pelo primeiro contato com os caiapós, em meados dos anos 50 e integrante do grupo mais famoso de irmãos indigenistas da história silvícola do país. Jovens escriturários, ele e os irmãos Claudio (morto em 1998) e Leonardo (morto em 1961) decidiram inscrever-se (1943) como serventes para integrar a expedição Roncador-Xingu, criada pelo governo federal (1943), com o objetivo principal de desbravar áreas até então desconhecidas do Centro-Oeste e da Amazônia. Não demorou muito tempo para que o encarregado da expedição percebesse que os irmãos Villas Bôas eram alfabetizados e educados e Cláudio fosse nomeado chefe do pessoal, Leonardo chefe do almoxarifado e ele secretário da base. Admirador dos ideais do marechal Cândido Rondon (1865-1958), que instituiu no país uma política de proteção ao índio e respeito às suas terras, tendo como lema "morrer se preciso for, matar, nunca", participou do primeiro contato com várias tribos. Durante a expedição foram contatados xavantes (1948), jurunas (1949), kayabis (1951), txucarramães (1953) e suyas (1959).A expedição Roncador-Xingu (1943-1960) foi o marco de transformação da vida do sertanista e de seus irmãos Claudio e Leonardo. Depois de 24 anos, a expedição tinha aberto mais de 1.500 km de picadas, explorou mais de 1.000 km de rios, localizou 6 rios desconhecidos, estabeleceu 6 marcos de coordenadas e assistiu 18 aldeias indígenas. Também criou 35 cidades novas e 19 campos de pouso, dos quais quatro se tornaram bases militares. Sua experiência com os índios levou-o a propor a criação de um parque indígena, onde pudessem conviver várias tribos cuja sobrevivência estava ameaçada pela expulsão de suas terras. No mesmo ano (1961) da morte de Leonardo, foi criado, pelo presidente Jânio Quadros (1917-1992), com a participação do antropólogo Darci Ribeiro (1922-1997), o Parque Nacional do Xingu (MT), com 26 mil km2, do qual o sertanista foi seu primeiro presidente (1961-1967), e o Parque Nacional do Xingu. Sua ação junto aos índios continuou mesmo depois de estabelecido o parque e (1964), participou da expedição que primeiro contatou os índios txikãos e os kranakaores (1973). Casou-se (1969) com Marina, enfermeira do Parque Nacional do Xingu, com quem teve dois filhos: Orlando Villas-Boas Filho, o Vilinha, e Noel. Aposentou-se (1978) pela Fundação Nacional do Índio, a FUNAI, mas continuou a defender a causa indígena prestando assessoria à entidade. Alegando corte de gastos, a Funai o demitiu via fax (2000) das funções de consultor, tendo depois voltado atrás, após a repercussão negativa da forma como se realizara a demissão. Ele, entretanto, não retornou a Funai e aceitou um convite da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, a USP, para prestar consultoria. Os mais de 40 anos passados nas selvas lhe valeram mais de duas centenas de malárias contraídas. Ele e Cláudio foram indicados duas vezes (1971/1975) para o Prêmio Nobel da Paz. Em fevereiro (2001) acompanhou o desfile da escola de samba Camisa Verde e Branco, em São Paulo, feito em sua homenagem, com o título do samba-enredo Sertanista e Indigenista Sim. Mas Por Que Não? Orlando Villas Bôas.
Cláudio e Orlando Villas Bôas com um índio do
alto Xingu, na década de 1960
Também neste ano (2001) entrou na disputa pela cadeira número 21 da Academia Brasileira de Letras com o escritor Paulo Coelho e o sociólogo Hélio Jaguaribe, perdendo a indicação para o primeiro.O sertanista morreu aos 88 anos, no Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, em decorrência de falência de múltiplos órgãos, desencadeada por um processo agudo de infecção intestinal. Escreveu vários livros, entre eles Xingu, Território Tribal (1979), com fotos de Maurren Bisilliat, Marcha para o Oeste (1995), que ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro-reportagem, Almanaque do Sertão (1997), no qual conta seus 45 anos de trabalho como sertanista, todos em parceria com Cláudio, e A Arte dos Pajés - Impressões sobre o Universo Espiritual do Índio Xinguano (2000) sobre várias experiências sobrenaturais que presenciou entre os indígenas. Entre os vários prêmios que recebeu ao longo da vida, destacaram-se a medalha da Real Sociedade de Geografia, da Inglaterra (1967) e, ao lado de Cláudio, o prêmio Geo (1984), concedido pela revista alemã de mesmo nome, das mãos do ex-chanceler e prêmio Nobel da Paz, Willy Brandt. Ambos também receberam a primeira edição do prêmio Estado de S. Paulo (1990), com uma dotação de equivalente a US$ 100 mil. O jornal inglês The Sunday Times incluiu (1991) os irmãos Villas Bôas entre as mil pessoas que fizeram o século 20, por seus esforços pela sobrevivência dos índios, e por suas atividades como exploradores, cientistas, pensadores e políticos.

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