sábado, 21 de fevereiro de 2009

Jari Amapá e Sergio Amoroso membro fundador da WWF – Brasil

Em 2001,  O Governo Anuncia que o Jarí com "Grandes prejuisos(?)" foi vendido para o Grupo SAGA do Amoroso.  Sabem quem mordeu?  Europa (59%), Ásia (21%), América Latina (12%)  e América do Norte (8%)  Pode! e ninguém noticiou nada! ninguém  ficou sabendo!
Sergio Amoroso dono do Grupo SAGA Membro fundador do WWF - Brasil, (Word Wildlife Fund) –  (ONG BRITÂNICA) (Fundo Mundial para a Natureza) maior organização global de preservação da natureza, para os fundos financeiros da oligarquia Britânica. Assumiu  o controle do Jarí... atuando como principal acionista e presidente do Grupo.  
Ele tem visão empreendedora e preocupação social apurada", afirma Decio Zylbersztajn?, coordenador do Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial da Universidade de São Paulo e conselheiro dos Grupos Orsa e Jari. (Será esse parente de David Zylbersztajn que atuou na Petrobrás no governo FHC??)

A verdade: Mario Frering, quando foi vice-presidente da WWF-Brasil era herdeiro junto com seu irmão Guilherme Frering, do grupo de mineração CAEMI do falecido Augusto Azevedo Antunes, que segundo EIR (Executive Inteligence Review) Volume 8, Número 8, 23 de janeiro de 2001 era o homem de frente no Brasil dos interesses comerciais, do falecido nelson Rockfeller. A CAEMI em 1982 assumiu o controle da Companhia do jari fundada por Daniel K. Ludwig que, por sua vez, era também membro das juntas da WWF e do seu braço angariador de fundos, o clube 1001. Hoje, o Sergio Amoroso(para quem?) assume o Jari por R$1,00 e a presidência da ONG WWF-Brasil para os fundos financeiros da oligarquia Britânica. 

  • A TRADIÇÃO BRITÂNICA DE USAR ORGANIZAÇÕES DEDICADAS A CAUSAS  COMO  JUSTAS COMO INSTRUMENTOS DE SUBVERSÃO, VEM DE LONGA DATA.

JARÍ Vende-se por 1 dólar

O Jari, que custou mais de 1 bilhão de dólares, colocada à venda  pelo preço de dois cafezinhos
Klester Cavalcanti, de Monte Dourado, e Silvio Ferraz, do Rio de Janeiro
Janduari Simões
 S. Cytrynowicz
Resultado de imagem para Jarí de Ludwig

A fábrica de celulose: o comprador assumiria um prejuízo? de 300 milhões de dólares. A usina termoelétrica ao chegar do Japão nos anos 70: exemplo da megalomania de Ludwig
HOJE, DE QUEM????.....
Resumo da Região do Jari - Monte Dourado - Pará
 Jari de Riquezas Imensas
O sonho frustrado do bilionário americano Daniel Ludwig de criar um pólo agroindustrial em plena amazônia está sendo revivido, quatro décadas depois. O empresário  Sergio Amoroso, presidente do grupo Orsa, tenta provar que o Projeto Jari é viável (desde quando a Amazônia não é viável?). Sua ambição: transformá-lo numa referência mundial de exploração sustentável, que combine a geração de riqueza com a conservação da floresta.
HISTÓRIA DE UMA UTOPIA AMAZÔNICA
Os principais acontecimentos que marcaram o Jari, um projeto suntuoso que nunca conheceu o sucesso
1967>>> O americano Daniel Ludwig(01) compra uma área de 1,7 milhão de hectares na divisa do Pará com o Amapá.
1978>>> As duas estruturas flutuantes construídas no Japão - com uma usina de energia e uma de celulose - chegam ao Jarí.
1979>>> O empreendimento também englobava pecuária, agricultura e extração do caulim.
1981>>> Em carta ao ministro-chefe do Gabinete Civil da Presidência, general Golbery do Couto e Silva,  Ludwig  no decorrer de 1981, desgostoso com o ambiente hostil que se formara contra ele e aborrecido com demoras inexplicáveis para obtenção da licença de construção de uma hidrelétrica e outras atividades necessárias ao projeto, o empresário suspendeu o fluxo de capital que havia mantido durante tantos anos e que, segundo os livros, passava de um bilhão de dólares, e iniciou suas providências para se afastar do Jari.
1982>>> Ludwig desiste do Jari, a pedido de Golbery do Couto e Silva  o controle é transferido para um grupo de 27 empresários escolhidos por Delfin Neto e liderado por Augusto Trajano de Azevedo Antunes, da Caemi. O novo grupo confiou a administração do projeto ao grupo Caemi, sendo a operação executada por subsidiárias da Cia. Do Jari, a Caulim da Amazônia (caulim), a Cia. Florestal Monte Dourado (celulose) e a São Raimundo AgroIndustrial (arroz).
1988>>> A explosão da caldeira da fábrica de celulose? paralisa a produção por oito meses?
1996>>> Morre Antunes. Seus netos Mário e Guilherme Frering assumem o controle e decidem vender a empresa, deficitária?
1997>>> Outro incêndio interrompe a produção?. Tem início um novo programa de renegociação da dívida. Infelizmente, após a morte de seu mentor,  um dos maiores empresários que o Brasil já possuiu, o Projeto Jari - como inúmeras outras empresas do grupo Caemi, como a Icomi a MBR e inclusive a própria Caemi - foram vendidos a outros grupos, pois nenhum de seus sucessores? estava à altura de continuar os grandes feitos deste portentoso brasileiro que foi Augusto Trajano de Azevedo Antunes.
2000>>> O grupo Caemi resolveram aceitar a proposta da Saga Investimentos e Participações, holding de capital 100% nacional? controlada por Sergio Amoroso, fundador da WWF – Brasil (Fundo Mundial para a Natureza)? assume a dívida? e o controle do Jarí. apresentou a melhor proposta, e no dia 29 de fevereiro de 2000 foram finalmente assinados os documentos para a transferência.
NÃO EXPLODIU MAIS AS CALDEIRAS...
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2001>>>  O Governo Anuncia que o Jarí com "Grandes prejuizos?" foi vendido para o Grupo SAGA do Amoroso.  Sabem quem mordeu?  Europa (59%), Ásia (21%), América Latina (12%)  e América do Norte (8%)  Pode! e ninguém noticiou nada! ninguém  ficou sabendo E OS GRUPO DE 27 EMPRESÁRIOS QUE O DELFIN ARRANJOU EM 1982 QUAIS ERAM? CADÊ ELES? QUANTO LEVARAM SEM DAR UM TOSTÃO PELO JARÍ?...
2002>>> Foi nesse contexto que “The Kyoto Protocol Landscape” foi imaginado, em setembro de 2001. O projeto, que é um falso documentário ou um desdobramento imaginário do Projeto Jari de Daniel Ludwig, foi apresentado no concurso internacional de arquitetura “FEIDAD 2002 – Redefining Digital Architecture”.
05 de outubro de 2003: Em algum lugar da Amazônia “The Kyoto Protocol” não procura evidenciar os abusos dos ambientalistas nem pretende ser mais uma lacrimosa denúncia do poder dos paísesdesenvolvidos, mas simplesmente contar a estória – com verdades e mentiras – de um barco em permanente estado de mutação movido a lenha, carvão, gás natural, vento e luz solar sucessivamente,. 2003>>> Uma área de 965 mil hectares - de florestas nativas e eucalipto - recebe a certificação de 545 mil hectares na Amazônia, a segunda maior área certificada pelo Forest Stewardship Council (FSC) de manejo responsável de florestas.
2005>>> O planejamento estratégico do Orsa para 2015? prevê a expansão do manejo e a instalação de uma nova linha de celulose.A Orsa  atende em sua produção a Iron? e a Editora Abril?
2009>>> O Grupo Orsa anunciou a demissão de 713 funcionários em janeiro, em virtude da nova ordem econômica, segundo informou a assessoria de comunicação da companhia. Autor: Gazeta Mercantil SÃO PAULO, 2 de fevereiro de 2009 -

Faço lembrar: Após a resistência e aceitação dos militares por  Daniel Ludwig  foi delegada a negociação do Jarí a Delfin Neto. Este convocou alguns empresários mais chegados e a mafiosa negociata (até hoje me pergunto quais eram estes empresários??)  sendo convidado especial  Augusto Trajano da CAEMI   toda a negociação foi  custeada pelo BNDES e Banco do Brasil. O Jarí ficou esquecido... bom.... tempo....

Cada empresário tinha colocado? US$ 3,2 milhões, mas poucos fizeram isso por vontade própria. Ademais, Antunes, que ficou com 40% do Jari, nada pusera. Ele próprio esclareceu, numa carta ao presidente João Batista Figueiredo, que um dos principais motivos da formação do conglomerado fora a preocupação do Governo de que "um possível fracasso do Projeto Jari viesse a acarretar graves problemas sociais na região, além de sérios reflexos negativos para o próprio renome do país". Segundo EIR (Executive Inteligence Review) Volume 8, Número 8, 23 de janeiro de 2001 era o homem de frente no Brasil dos interesses comerciais, do falecido Nelson Rockfeller. Talvez por este motivo que o nome de Sergio Moreira Salles,  omisso com os Rockfelles com a expropriação do Nióbio em Araxá MG participa da fundação e diretoria do Jari de Ludwig.

- Assim, juntou-se ao futuro do Jari aquela coisa que se denomina "problemas sociais". Na mesma carta, Antunes lembrou ao presidente que "ao se incumbir alguém de uma missão, cumpre propiciar-lhe também os meios indispensáveis para bem executá-la". Assim, tendo-se privatizado o projeto, passou-se à estatização dos "meios". Semanas depois, o Banco do Brasil foi intimado a entrar com o primeiro capilé da Viúva. Depois foi a vez do BNDES. Passou o tempo e aquilo que foi uma grande operação de resgate privatista resultou numa empresa que deve US$ 270 milhões, só deu lucro em 1994 e hoje não vale mais nada.

- E quem tem dinheiro preso no Jari? A Viúva. O BNDES botou R$ 180 milhões no empreendimento. Os 23? empresários da festa do Planalto estão com R$ 70 milhões pendurados?, mas o heróico resgate privatista acabou numa conta na qual o Estado perde 2,5 vezes mais que os cotistas. É verdade que os herdeiros de Antunes perderam R$ 120 milhões, mas, ainda assim, a maior vítima do Jari acaba sendo o contribuinte. Era precisamente por isso que Daniel Ludwig não gostava de pagar impostos.
Agora, o repórter Guilherme Barros revelou que os bancos credores do Jari querem que ele lhes seja entregue por um real. Enquanto isso, o Banco do Brasil pingaria mais US$ 10 milhões e o BNDES, outros US$ 15 milhões. Mais "meios".

 - Se isso aconteceu, o Jari privatizado terá custado aos contribuintes a bagatela de US$ 205 milhões.Isso tudo é feito em nome dos "problemas sociais" que podem resultar do colapso do Jari. Estima-se que dele dependam 50 mil pessoas. Se o problema é social, o Banco do Brasil e o BNDES podem fazer uma conta simples. Em vez de dar mais US$ 25 milhões aos empresários, dividem os "meios" entre os 15 mil chefes da família do "problema social". Dá algo como R$ 2 mil para cada um. Essa quantia equivale a dez meses de seguro-desemprego.

 - O Jari se renova a cada fase da vida nacional. Quando mandavam os militares, Ludwig foi visto como uma ameaça à segurança nacional. Era bobagem. Quando começou o debate da desestatização, o conglomerado heróico salvou o Jari das garras do Estado perdulário, a quem pediu "meios" em nome do "problema social". Era astúcia.  Isso pela porta do Planalto, porque pelas do BNDES e do Banco do Brasil passa o pleito dos bancos credores de um fracasso amazônico. 

Fonte:
01 - Club of the Isles/House of Windsor: membro fundador da WWF, apoiando Maurice Strong vice presidente da WWF destroying the Amazon rainforests    
18/1984 , http://pt.scribd.com/doc/22563149/The-House-of-Windsor
http://www.responsabilidadesocial.com/article/article_view.php?id=558
http://fundacaoorsa.kwead.com/pt/conselheiros.aspx
http://www.fundacaojari.org.br/pt/conselheiros.aspx
http://www.leonamsouza.com.br/2VOCNATUREZAWeb/projjari.htm
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2013/03/manganes-do-brasil-estao-nas-maos-dos.html
http://gvces.com.br/o-desafio-de-salvar-o-jari?locale=pt-br


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