sábado, 20 de agosto de 2016

Alex Manent apoiou Luiz Marinho (PT) frauda o IBOPE para se eleger prefeito de S.B. do Campo

Nota minha: período que antecede as eleições recebemos em nossas portas os políticos corruptos que durante todo o tempo somem da vista do povo, nada fazem em benefício da cidade, e em Brasília atuam em parceria com os demais corruptos, para abocanharem o erário, ou apoiarem os demais que firmam  pactos de atuação em todos os lados podres da política brasileira, na finalidade de abocanhar o erário.
Recebi na porta da minha residência um jornal da "Coligação PPS + PRB + PSB + PTB + PMN +DEM + PV + PPL" de Alex Manente (PPS) S. B. do Campo-SP,...  já viram né! mencionando somente mentiras inclusive esta acima que tomei a liberdade de alterar as falas do sr. Alex Manente, dizendo ser o favorito na cidade quando na realidade sabemos que não é, como sempre eles continuam fraudando os resultados do IBOPE.

Alex Manente (PPS) nunca me esqueço quando ele se candidatou em 2012 à prefeitura de S.B. do Campo perdeu no primeiro turno, e  apoiou  no segundo turno Luiz Marinho (PT) afilhado do Lula a se eleger prefeito da cidade. Alex Manente você não nos engana.
O deputado federal Alex Manente. Pré-candidato a prefeito pelo PPS, ele é investigado por suposta compra de votos na eleição municipal de 2012, quando concorreu ao Executivo municipal. O processo corre no STF (Supremo Tribunal Federal) e pode gerar uma tremenda dor de cabeça para o político. É possível que, além de perder o mandato no Congresso Nacional, Manente seja impedido de disputar as próximas eleições. Uma Ação Civil Pública no TJ ( Tribunal de Justiça) de São Paulo por improbidade administrativa e dano ao erário também agravam a situação de Manente. [1]
Pesquisando sobre os Demarchi li: que o empresário Walter Demarchi prepara desfiliação do PRB se candidatando a vereador em S.B.do Campo  – já alinhado com o deputado federal Alex Manente (PPS) – com o objetivo de retomar papel mais ativo na política local. O ex-prefeito falou em retorno admitindo não ter estratégia traçada nem de que forma será sua participação após 20 anos de ausência. Em sua gestão, Demarchi lembrou de seu secretariado que era composto pelo atual presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Ricardo Lewandowski – atuava como secretário de Assuntos Jurídicos –, e o ex-prefeito William Dib (PSDB), chefe da Pasta de Saúde. “Fiz um bom trabalho”. [2] Já viram né se Alex ganhar o prefeito será Lula na rabeira do Demarchi!!!
CHEGA dos Demarchi, CHEGA de Lula, mandando na cidade de S.B. do Campo que desmoronando está, chega de candidatos corruptos, falsos, que pregam mentiras.

[1] http://www.jornalabcreporter.com.br/#!Alex-Manente-tem-a%C3%A7%C3%A3o-no-STF-por-compra-de-votos/c1rto/576149db0cf26813fb94ed71
[2] http://www.dgabc.com.br/Noticia/1595032/ex-prefeito-walter-demarchi-fala-em-retorno-a-vida-publica
[3] http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2016/07/lewandowski-e-compahc-sem-autonomia.html

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

BANESTADO PF CAÇA OS ENVOLVIDOS EM TODO O BRASIL! E ATÉ HOJE, EM SONO PROFUNDO

Até  hoje, 2016, não vimos nenhum político ser julgado, e o erário desviado retornar aos cofres públicos.
Por Redação O Estado Do Paraná - 18/08/2004 -  01:00

São Paulo ? A Polícia Federal deflagrou às 5 horas da manhã de ontem 17/08/2004, a Operação Faroleiro – conhecida também como Operação Polvo e Farol da Colina. São mais de 800 homens distribuídos em oito estados brasileiros, a maioria em São Paulo e Rio de Janeiro. Só em São Paulo, foram alocados num hotel no centro da cidade cerca de 230 agentes federais de Brasília. O doleiro Antônio Oliveira Claramunt, o Toninho da Barcelona, foi preso. 

  • Na CPI Delcídio do Amaral não permitiu a declaração do doleiro Toninho da Barcelona!!! Motivo do Pacto entre FHC e Lula. Que hoje se dê continuação das investigações.
A Operação Faroleiro leva este nome em decorrência do banco Beacon Hill, cuja tradução literal é “farol”. O Beacon Hill é apontado como um dos maiores lavadores de dinheiro no esquema do Banestado de Foz do Iguaçu, agência acusada de ter lavado em 4 anos, junto com o Banestado de Nova York, cerca de US$ 30 bilhões.
A Operação Faroleiro visou buscar computadores e documentos dos investigados por lavagem de dinheiro. A Beacon Hill Service Corporation foi indiciada pelo do promotor distrital (district attorney) de Manhattan, Robert Morgenthal. É acusada de ser intermediária na abertura de contas em paraísos fiscais e em esquemas de lavagem de dinheiro. Segundo o MP americano, entre 2001 e 2002 a Beacon Hill teria movimentado remessas num total de US$ 3,2 bilhões – em apenas 40 contas que tiveram quebra de sigilo pelas autoridades americanas.
A Beacon Hill foi a responsável pela abertura da conta camuflada “Tucano” (número 310035), no banco J.P. Morgan Chase, que recebia transferências ilegais de dinheiro. Segundo a CPI mista do Banestado saiam remessas, em nome da Beacon Hill, para contas de políticos brasileiros, como Ricardo Sérgio Oliveira – ex-caixa da campanha do PSDB, e João Bosco Costa – ex-diretor do Previ.
Morgenthal cita também como investigado o ex-governador Paulo Maluf. A Beacon Hill também é acusada de ter agenciado 18 remessas para contas em paraísos fiscais feitas pelo presidente da Ponte Preta de Campinas, Sérgio Carnielli, que somam US$ 615 mil. Na conta Tucano, segundo a CPI, a Beacon Hill teria movimentado cerca de US$ 28 milhões, entre 1996 e 1998.
O senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), presidente da CPI Mista do Banestado, afirmou que já foram feitas diligências em São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e São José do Rio Preto (SP), no Brasil. “De Washington e Nova York, nos Estados Unidos, trouxemos imenso volume de documentos sobre empresas off shore, entre elas a Beacon Hill, considerada a holding dos doleiros sul-americanos, em cujas contas circularam cerca de US$ 10 bilhões retirados ilegalmente do Brasil.
Um golpe na lavagem de dólares
Brasília – Todos os mandados foram expedidos pelo juiz Sérgio Moro, da 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba, que já julgou processo contra ex-dirigentes do Banestado. Em Belo Horizonte estava previsto o cumprimento de 17 mandados de prisão; em Curitiba, cinco mandados; em Recife (cinco mandados); João Pessoa (dois mandados); Belém (oito mandados); Manaus (quatro); Rio de Janeiro e Niterói (28 mandados); e São Paulo. Até o começo da noite de ontem foram presos 63 doleiros.
Entre os empresários com mandado de prisão estão Raul Davis, que tem um escritório no Leblon, área nobre do Rio, que também está sendo vasculhado pela PF; Armando Santome e Dario Messer, que teria uma casa de câmbio em Copacabana. Na Ilha do governador, os policiais tentaram prender o dono da Royal Turismo, Agostinho Rameiro, mas, segundo seu genro, que não se identificou, ele estaria viajando. A PF levou para a superintendência o genro de Rameiro. O delegado Paulo Lacerda, diretor da PF, orientou os policiais a fazer uma operação com “precisão cirúrgica”, para evitar problemas como os ocorridos na ação de busca e apreensão na Caixa Econômica, semana passada.
Dez horas após deflagrada pela PF, a Operação, Farol da Colina contabilizou somente em São Paulo, 24 prisões, dentre elas a do doleiro Antônio Oliveira da Claramunt, o Toninho da Barcelona. “A operação está sendo um sucesso e para nós (PF) não existe prazer maior do que a prisão do Toninho da Barcelona”, afirmou o porta voz da Superintendência da PF, delegado Wagner Castilho.
A primeira pessoa presa em São Paulo pela operação foi o doleiro Toninho da Barcelona. Ele foi preso na madrugada, quando circulava com um parente pela Avenida Sumaré, Zona Oeste da capital. “Era uma questão de honra para a Polícia Federal prender esse doleiro”, reiterou o delegado Wagner Castilho.

Segundo Castilho, a movimentação num sistema chamado de “dólar a cabo”, uma transação na qual empresários e comerciantes indicavam, via doleiros, contas no exterior para receber recursos sem recolhimento de impostos ou declarações à receita federal. Os envolvidos estão sendo enquadrados nos seguintes crimes: evasão de divisas, sonegação fiscal, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta.
http://www.tribunapr.com.br/noticias/brasil/pf-caca-envolvidos-no-caso-banestado-em-todo-o-brasil/

Conta tucano

Investigações revelam que o ex-caixa de campanha do PSDB movimentou US$ 56 milhões por intermédio de contas no Banestado dos EUA

Documentos a que ISTOÉ teve acesso começam a esclarecer por que o laudo de exame financeiro nº 675/2002, elaborado pelos peritos criminais da PF Renato Rodrigues Barbosa, Eurico Montenegro e Emanuel Coelho, ficou engavetado nos últimos seis meses do governo FHC, quando a instituição era comandada por Agílio Monteiro e Itanor Carneiro. Nas 1.057 páginas que detalham todas as remessas feitas por doleiros por intermédio da agência do banco Banestado em Nova York está documentado o caminho que o caixa de campanha de FHC e do então candidato José Serra, Ricardo Sérgio Oliveira, usou para enviar US$ 56 milhões ao Exterior entre 1996 e 1997. O laudo dos peritos mostra que, nas suas operações, o tesoureiro utilizava
o doleiro Alberto Youssef, também contratado por Fernandinho Beira- Mar para remeter dinheiro sujo do narcotráfico para o Exterior. Os peritos descobriram que todo o dinheiro enviado por Ricardo Sérgio ia parar na camuflada conta número 310035, no banco Chase Manhattan também em Nova York (hoje JP Morgan Chase), batizada com o intrigante nome “Tucano”. De acordo com documentos obtidos por ISTOÉ, em apenas dois dias – 15 e 16 de outubro de 1996 – a Tucano recebeu US$ 1,5 milhão. A papelada reunida pelos peritos indica que o nome dado à conta não é uma casualidade.
Os dois responsáveis pela administração da dinheirama, segundo a perícia, são figurinhas carimbadas nos principais escândalos envolvendo o processo de privatização das teles e auxiliares diretos de Ricardo Sérgio: João Bosco Madeiro da Costa, ex-diretor da Previ (o fundo de pensão do Banco do Brasil) e ex-assessor do caixa tucano na diretoria internacional do BB, e o advogado americano David Spencer. A perícia revela ainda que Spencer é procurador de Ricardo Sérgio em vários paraísos fiscais. Ao perseguir a trilha do dinheiro, os peritos descobriram que os milhões de Ricardo Sérgio deixavam o País por intermédio de uma rede de laranjas paraguaios e uruguaios contratados por Youssef e eram depositados na conta 1461-9, na agência do Banestado em Nova York antes de pousar na emplumada Tucano, que contava com uma proteção especial para dificultar sua localização. Ela estava registrada dentro de outra conta no Chase em nome da empresa Beacon Hill Service Corporation. De lá, o dinheiro era distribuído para contas de Ricardo Sérgio e de João Bosco em paraísos fiscais no Caribe.
A perícia traz outras provas contundentes. A PF conseguiu comprovar que parte do dinheiro enviado por intermédio do Banestado retornou ao Brasil para concretizar negócios desse mesmo grupo. Segundo o laudo, o dinheiro voltava embarcado em uma conta-ônibus junto com recursos de várias offshores (empresas em paraísos fiscais com proprietários sigilosos) operada pelo próprio João Bosco. Os peritos conseguiram, por exemplo, identificar o retorno de US$ 2 milhões utilizados para comprar um apartamento de luxo no Rio de Janeiro em nome da Rio Trading, uma empresa instalada nas Ilhas Virgens Britânicas. Foram rastreados também imóveis em nome da Antar, sediada no mesmo paraíso, em nome de Ronaldo de Souza, que, segundo a PF, é sócio, procurador e testa-de-ferro de Ricardo Sérgio. Pelas características dos depósitos, que eram frequentes, suspeita-se que, por esse mesmo duto de lavagem, também passaram contribuições de campanha. Além disso, Youssef tinha em sua carteira principalmente dois tipos de clientes: narcotraficantes e políticos. O laudo concluiu ainda que Ricardo Sérgio, enquanto ocupava o cargo de diretor internacional do BB, ajudou a montar o esquema bancário que operava com dinheiro de doleiros na fronteira, depois transferido para a agência nova-iorquina do Banestado.
Os documentos anexados ao laudo provam o envolvimento do advogado e procurador de Ricardo Sérgio, David Spencer, na abertura e movimentação da conta 1461-9, em nome da empresa June International Corporation. Um ofício do gerente do Banestado, Ercio Santos, encaminhado ao doleiro Youssef em 20 de agosto de 1996, atribui a Spencer a responsabilidade pela abertura da conta. “Segue cópia dos documentos referentes à abertura da June, em 8 de agosto de 1996. Recebemos hoje do David Spencer”, diz a primeira linha da correspondência na qual Ercio informa Youssef a respeito dos procedimentos para movimentação da conta. Na carta, Youssef é  tratado intimamente por “Beto” e, ao se despedir, o gerente manda“um grande abraço”. Ercio Santos sabia que mexia com dinheiro sujo. Informa, no documento, que preferiu não enviar selo da June por malote para não chamar a atenção. O selo, uma espécie de carimbo metálico, traz a identificação da empresa no paraíso fiscal onde foi instalada. A perícia comprovou também que, além do dinheiro do tucanato, Spencer ajudou a lavar recursos desviados do Banco Noroeste e do Nacional. Casado com uma brasileira, o americano conheceu Ricardo Sérgio no Brasil quando o ex-diretor do BB ocupava um cargo de direção no Citibank. Por falar português fluentemente, tornou-se advogado
de banqueiros brasileiros no Exterior.
Como procurador de Ricardo Sérgio, conforme o relatório, Spencer abriu em 1989 a empresa Andover International Corporation nas Ilhas Virgens Britânicas. Spencer – que era também tabelião em Nova York – tinha respaldo legal para fechar as compras de imóveis no Brasil em nome das empresas offshore de Ricardo Sérgio e sua turma, mantendo os nomes dos verdadeiros donos em sigilo. Em uma dessas operações em 1989, por exemplo, Spencer lavrou uma procuração em nome do engenheiro Roberto Visneviski, outro sócio do tesoureiro tucano, para representar a empresa Andover na compra de um conjunto de salas na avenida Paulista, avaliado em R$ 1 milhão. Para especialistas em lavagem de dinheiro, a operação é suspeita porque Visneviski assina duas vezes a transação: como vendedor e como comprador. “Obviamente, a Andover é do próprio Ricardo Sérgio. Foi uma operação clássica de internação de dinheiro”, avalia o jurista Heleno Torres, um especialista na investigação de operações de lavagem. Essa é apenas uma das 137 contas que já estão periciadas nos inquéritos. Por elas trafegaram US$ 30 bilhões. A polícia calcula que mais de 90% dessa montanha de dinheiro é ilegal, mais da metade resultado de sonegação de impostos através de caixa 2.
Reação – As denúncias publicadas na última edição de ISTOÉ que revelaram a sangria via Banestado caíram como uma bomba dentro do governo. Já no sábado 1º, um assessor direto do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, procurou o diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda, pedindo informações sobre o laudo. Depois de conversar com o delegado Antônio Carlos Carvalho de Souza, atual responsável pelo caso, e com os peritos que trabalharam no escândalo, Lacerda comandou o reagrupamento de todos os policiais que já participaram da operação. Na quinta-feira 6, o chefe da PF reuniu a equipe e determinou a criação de uma força-tarefa da PF em parceria com o Ministério Público e com a Justiça. Além de Carvalho, o delegado José Francisco Castilho Neto e os peritos Eurico Montenegro e Renato Rodrigues, que buscaram junto ao FBI e organizaram toda a documentação existente hoje no Brasil, estão de volta às investigações. Os três haviam sido colocados na geladeira durante a administração tucana na PF. “É o maior caso de evasão de divisas que eu conheço”, admitiu Lacerda na quinta-feira 6. “Vamos investigar tudo e não cederemos a pressões de qualquer natureza”, adverte o ministro Márcio Thomaz Bastos, antecipando-se a eventuais novos nomes que o dossiê-bomba da PF venha a revelar.
O grupo, reforçado por dois escrivãos, voltará aos EUA nas próximas semanas para buscar os documentos que trazem as movimentações bancárias no biênio 1998-1999. Até agora, o trabalho dos peritos foi um exercício de abnegação. “O número de peritos é pequeno para o volume de informações que está sendo investigado”, diz o presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, Roosevelt Júnior. A divulgação do laudo também provocou uma corrida de procuradores que investigam separadamente casos de lavagem em vários Estados. O procurador Guilherme Schelb, que apura outros casos de lavagem, pediu o bloqueio das três contas suíças do contrabandista e traficante foragido João Arcanjo Ribeiro. O procurador Luís Francisco de Souza, que rastreia os passos de Ricardo Sérgio, também quer ter acesso aos laudos produzidos pela PF. O cearense José Gerin não perdeu tempo. Desembarcou em Foz do Iguaçu esta semana para buscar detalhes sobre a quadrilha de doleiros que opera na região Nordeste, entre eles Wilson Roberto Landim, preso há duas semanas, que, pelos documentos, remeteu para o Exterior quase US$ 1 milhão em apenas seis meses.
OS BONS COMPANHEIROS
NOMERicardo Sérgio de Oliveira
PROFISSÃO/CARGOEconomista e ex-diretor da área internacional do banco do brasil no governo FHC, ex-tesoureiro de campanhas tucanas
Principal articulador da formação dos consórcios que disputaram o leilão das empresas de telecomunicações, o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio de Oliveira, saiu
das sombras do tucanato ao ser captado num grampo do BNDES em que dizia ao ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros que iria conceder uma carta de fiança ao consórcio coordenado pelo
Banco Opportunity. “Estamos agindo no limite da irresponsabilidade”, disse Ricardo Sérgio no grampo.
Depois da revelação, Ricardo Sérgio passou a sofrer uma série de investigações no MP e na PF. Acusado de receber propina de empresas que participaram da privatização, Ricardo Sérgio está sendo investigado também por enriquecimento ilícito.
Ao assumir o cargo em 1994, convidou para chefe de gabinete o seu fiel escudeiro João Bosco Madeiro da Costa. Por indicação do ex-diretor do BB, Madeiro foi posteriormente para o cargo de diretor de investimentos da Previ, o milionário fundo de pensão do BB que participa do controle acionário da maior parte das teles privatizadas. Relatórios da Secretaria de Previdência Complementar, do Ministério da Previdência, revelaram que Madeiro centralizava todo o poder de negociação do fundo com grandes empresas. Segundo o Ministério Público, Madeiro também é suspeito de enriquecimento ilícito.
http://istoe.com.br/17020_CONTA+TUCANO/

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Helder Camara: Militant Filo-Nazi, Promarxista Progressismo, ¿Beatificação?

A Teologia da Libertação não morreu está viva e continua atuante.  
Ela começou a ser gestada no século XVIII, desenvolveu-se em ambientes católicos liberais,  depois de esquerda e por fim deu no progressismo.  
PROJETO REVOLUÇÃO COMUNISTA PARA A AMÉRICA LATINA:
Em junho de 1968, um documento de bomba, preparada sob os auspícios do Mons. Helder Camara pelo padre belga José Comblin, professor de Instituto Teológico (Seminário), em Recife, vazou para a imprensa brasileira. O documento propõe, nua e crua, um plano subversivo desmantelar o Estado e estabelecer uma "ditadura popular" de caráter comunist
Passado o Concílio Vaticano II, a Teologia da Libertação tomou força e gestou seu primeiro rebento na América Latina, no Peru e de lá se espalhou por toda América Latina.
Ela nasceu vermelha portando a foice e o martelo,  pregou a revolução social mas, na fase seguinte, continuou vermelha por dentro mas travestiu de uma capa verde. Defendeu o ambientalismo e hoje, na ponta da revolução cultural defende o casamento homossexual e a ideologia de gênero. 

Domingo, 26 de abril, 2015

¿Beatificação do "Arcebispo RED"

Por Julio Loredo de Izcue pela tradição e AÇÃO PELO PERU MAYOR
   
¿Beatificação de "Arcebispo Vermelho"?
    
O anúncio de que o Vaticano processo para beatificar Bispo Mons. Helder Camara, lembrado por seu extremismo ideológico, abriu gerou forte choque explicável e controvérsia nos círculos católicos. O nosso parceiro em julho Loredo, residente na Itália e agora presidente da TFP desse país, Conhecedor da história revolucionária do personagem, que traça um retrato realista, baseada em fatos incontestáveis ​​que nenhuma composição publicidade pode esconder.
   
Bispo que foi realmente Helder Camara?
    
Julho Loredo Izcue

Helder Camara, o "arcebispo vermelho"
   
Muito tem sido dito nos dias de hoje cerca de Mons. Helder Camara (1909-1999), cujo processo de beatificação foi aberto recentemente pelo Vaticano. Para a média também, como para a peruana comumente italiano, a figura do ex-bispo auxiliar do Rio de Janeiro e depois arcebispo de Olinda-Recife, é quase desconhecido.
   
Quem era realmente Mons. House?
      
PROPAGANDA na fronteira limitar o RIDÍCULO
A única notícia sobre Mons. Helder Camara passagem através dos filtros da imprensa mainstream, são dos "moinhos de propaganda" meios de comunicação, uma maneira tão desequilibrada que não hesita em definir como ao longo da beira do ridículo.
    
. Lembre-se, por exemplo, a reação da mídia na época da morte de Mons Helder em agosto de 1999. Os corpos jaziam imprensa da Itália disputavam com os outros em elogios, dando alta - soando títulos como "profeta dos pobres" "santo das favelas", "a voz do Terceiro mundo", "San Helder das Américas" e assim por diante. Era uma espécie de "canonização" pelos meios de comunicação [ 1 ].
    
A mesma máquina de propaganda parece ter sido reavivado com a abertura do processo de beatificação, assinado no Vaticano último 25 de fevereiro. Enquanto isso, algumas informações essenciais sobre o caráter expor um forte desequilíbrio entre a imagem destina-se a dar-lhe e realidade.
  
MILITANT FILO-NAZI
Talvez poucas pessoas sabem que Mons. Helder Camara começou sua vida pública como militante filonazista.
    
Ele era, de fato, o líder da "Ação Integralista Brasileira" (AIB), o movimento pró-nazista fundado por Plínio Salgado. Em 1934, o então padre Câmara passou a fazer o Conselho Supremo da AIB. Dois anos mais tarde, secretário pessoal de Salgado virou-se e, desde então, foi Secretário Nacional da AIB, participando como protagonista em manifestações e desfiles paramilitares que imitava as dos nazistas na Alemanha. Suas convicções pró-nazistas eram tão profundas, o que foi ordenado sacerdote iria usar sob a batina, o famoso "camisa verde", que fazia parte do uniforme do integralista milícia.
  
Mons. Helder Camara pertencia em sua juventude e tornou-se líder do movimento pró-nazista "Ação Integralista Brasileira".
    
Em 1946, o Arcebispo do Rio de Janeiro queria fazer seu bispo auxiliar, mas a Santa Sé se absteve de votar, por causa de sua militância pró-nazista anterior. A nomeação veio apenas seis anos depois. Enquanto isso, Helder Camara tinha completado a sua passagem de filonazi integralismo para promarxista progressismo.
   
Quando, em 1968, o escritor brasileiro Otto Engel escreveu uma biografia de Mons. House, recebeu ordens do resumo Curia de publicação proibindo Olinda-Recife. O arcebispo não quis seu passado ideológico era conhecido ...
   
JUC DO PC: MIGRAÇÃO DE AÇÃO CATÓLICA DO BRASIL
Em 1947, o então P. Câmara foi nomeado Assistente Geral da Ação Católica Brasileira, que sob sua influência começou a deslizar para a esquerda, para abraçar, em alguns casos, o marxismo-leninismo. A migração foi particularmente evidente na JUC (Juventude Universitária Católica), que Helder Camara era muito perto. Assim escreve Luiz Alberto Gomes de Souza, então secretário da JUC: "A ação dos militantes da JUC (...) foi transformado em um compromisso que gradualmente revelado socialista" [ 2 ].
   
A revolução comunista em Cuba foi recebida com entusiasmo pela JUC. De acordo com Haroldo Lima e Aldo Arantes, líderes JUC, "o ressurgimento das lutas populares e triunfo da revolução cubana em 1959 abriu a idéia de uma revolução na JUC brasileira (...). O slide esquerda foi muito facilitada pela cooperação da JUC com a UNE (União Nacional dos Estudantes), muito próximo do Partido Comunista. Como um resultado de sua participação no movimento estudantil -prosiguen Arantes e Lima, a JUC foi forçado a estabelecer uma agenda política mais ampla para os cristãos hoje. Foi assim que, em 1960, o Congresso, foi aprovado um documento (...) em que a adesão foi anunciada para o socialismo democrático e a ideia de uma revolução brasileira "[ 3 ].
    
Durante o governo do presidente João Goulart deixou (1961-1964), foi formado dentro da JUC uma facção radical chamado inicialmente "O Grupão" ( "o Grupazo"), que mais tarde se tornaria Ação Popular (AP), que, por sua vez, em 1962, definiu-se como socialista. Congresso em 1963 passaram os estatutos AP pelo qual "abraçaram o socialismo e propôs a socialização dos meios de produção." Estatutos que contêm, entre outras coisas, elogiar a revolução soviética e um reconhecimento da "importância crucial do marxismo na teoria e práxis revolucionária" [ 4 ].
    
O desvio, por sua vez, não parou por aí. Em 1968, o Congresso Nacional, Ação Popular proclamou marxista-leninista, mudando seu nome para "marxista-leninista Popular Ação" (APML). Dado que nada separado do Partido Comunista, em 1972, foi decidido que deveria ser dissolvida e incorporada ao Partido Comunista do Brasil. Através desta migração, muitos membros da Ação Católica, eventualmente, participar na subversão armada durante os anos de chumbo no Brasil.
     
Contra o conselho de não a alguns bispos, Mons. Helder Camara foi um dos defensores mais entusiasmados e convencido de que a migração JUC esquerda [ 5 ].
   
CONTRA PAULO VI e outras esquisitices
Em 1968, quando o Papa Paulo VI (sic) estava prestes a publicar a encíclica Humanae Vitae, Mons. Helder Camara tomou partido abertamente contra o Papa, chamando seus ensinamentos sobre a contracepção como "um erro destinado a torturar maridos e perturbar paz de muitas casas "[ 6 ].
     
Em um poema que realmente causou escândalo, o arcebispo de Olinda e Recife, mulheres ironizaba "vítimas" da doutrina da Igreja (sic), forçado, diz ele, para criar "monstros": "As crianças, crianças, crianças ! Se o que você quer é sexo, você tem de procriar! Mesmo que seu filho nasce sem órgãos, pernas feitas com paus, cabeça grande, feio como a morte! ".
   
Helder Camara também defendeu o divórcio, endossando a posição das igrejas cismáticos gregos, que "não exclui a possibilidade de um novo casamento religioso para que foi abandonada (pelo cônjuge)". Perguntado se isso não iria concordar com secularistas, ele respondeu: "Que importa que alguém cantar vitória, se é certo?".
     
O arcebispo também afirmou inquieto, em voz alta, a ordenação de mulheres. Falando a um grupo de bispos durante o Concílio Vaticano II, ele pediu com insistência: "Diga-me, por favor, se você encontrar qualquer realmente decisiva para impedir o acesso das mulheres ao sacerdócio argumento, ou se é apenas um viés do sexo masculino".
     
E não se importava se o Concílio Vaticano II, em seguida, impediu essa possibilidade. De acordo com Mons. House, "temos de ir além dos textos conciliares [cujas] interpretação depende de nós". Que "ir além" significa interpretar os textos como possivelmente querer ...
    
Mas seus flertes não termina aí. Em uma conferência com os Padres do Concílio, em 1965, ele disse: "Eu acredito que o homem irá criar vida artificialmente, venha para a ressurreição dos mortos, e (...) vai obter resultados milagrosos na recuperação de pacientes do sexo masculino, a enxerto através das glândulas genitais dos macacos ".
   
Defender a União Soviética, a China e Cuba
posição Jacks concreto Mons. Helder Camara em favor do comunismo (embora às vezes ele criticou o ateísmo) foram numerosas e consistente.
    
Por exemplo, ele permanece infelizmente discurso notório de 27 de janeiro de 1969, em Nova York, durante a sexta conferência anual do Programa de Cooperação Inter-American Católica.Seu discurso foi comunismo internacional tão favorável que lhe rendeu um apelido que seria indelevelmente ligada ao seu nome: "Arcebispo vermelho".
    
Após duramente repreendido a política dos Estados Unidos e sua posição anti-soviética, Mons. Casa propôs um corte drástico nas forças armadas dos Estados Unidos. UU., Enquanto pedindo a URSS para manter suas capacidades militares, a fim de enfrentar o "imperialismo".Conscientes das consequências desta estratégia, ele se defendeu com antecedência: "Não me diga que esta proposta colocaria o mundo nas mãos do comunismo!".
    
O ataque contra os Estados Unidos, Mons. Câmara aprovou a China tecendo elogios de Mao Tse-tung, em seguida, em plena "revolução cultural" que causou milhões de mortes. Red Arcebispo pediu formalmente a admissão da China comunista com a ONU, com a consequente expulsão de Taiwan. Ele terminou seu discurso com uma chamada para o ditador cubano Fidel Castro, que na época estava activamente empenhada em fomentar guerrilhas sangrentas de toda a América Latina. Cuba também exigiu que fosse readmitido na Organização dos Estados Americanos-OEA, que haviam sido expulsos em 1962.
  
Esta intervenção, tão descaradamente pró - comunista e anti - ocidental, foi denunciado pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, no manifesto " Red Arcebispo abre as portas da América e do mundo para o comunismo ": 
   
"... As declarações contidas no discurso de Mons. Helder delineou uma política de rendição incondicional do mundo ao comunismo. Estamos diante de uma realidade chocante: um bispo da Igreja Católica Romana insiste o prestígio derivado de sua dignidade como um sucessor dos Apóstolos para demolir os bastiões da defesa militar e estratégica do mundo livre contra o comunismo.Comunismo, sim, isso é o mais radical, o mais cruel, os inimigos mais cruéis e insidiosos que nunca batem contra a Igreja e da civilização cristã em todos os momentos "[ 7 ].
  
PROJETO REVOLUÇÃO COMUNISTA PARA A AMÉRICA LATINA
Mas talvez o episódio que causou maior surpresa foi o chamado "caso Comblin."
  
Helder Camara e José Comblin
    
Em junho de 1968, um documento de bomba, preparada sob os auspícios do Mons. Helder Camara pelo padre belga José Comblin, professor de Instituto Teológico (Seminário), em Recife, vazou para a imprensa brasileira. O documento propõe, nua e crua, um plano subversivo desmantelar o Estado e estabelecer uma "ditadura popular" de caráter comunista.Aqui estão alguns pontos:
  
  • Propriedade. No documento, o P. Comblin defende uma -agraria triplo, urbana e reforma Empresarial com base no pressuposto de que a propriedade privada e, portanto, a capital, são inerentemente injusto. Qualquer uso privado de capitais deve ser proibido por lei.
  • Total de Igualdade. O objetivo, disse ele Comblin é para estabelecer a plena igualdade. Qualquer hierarquia, tanto na política e nível e eclesial social, deverão ser abolidas.
  • revolução política e social. No campo sociopolítico que a revolução igualitária propôs a destruição do estado, as mãos de "pressão grupos" radicais, que, uma vez tomado o poder, deve estabelecer um ferro "ditadura popular" para silenciar a maioria, considerado "indolente".
  • Revolução na Igreja. Para permitir que o governo da minoria radical, sem entraves, o documento proposto o cancelamento virtual da autoridade dos bispos, que estariam sujeitas ao do poder de um corpo composto apenas por extremistas, uma igreja "politburo".
  • Abolição das Forças Armadas. As Forças Armadas devem ser dissolvida e suas armas distribuídas para as pessoas.
  • Censura da imprensa, rádio e TV. Como o povo não tenha atingido um determinado nível, controle. As elites que não concordam devem deixar o país.
  • Pessoas 's tribunais. Acusando o Judiciário de ser "corrompido pela burguesia , " Comblin propõe a criação de "pessoas extraordinárias ' s tribunais" para aplicar procedimentos sumários contra qualquer um que se opõe a este vento revolucionário.
  • Violência. No caso , é não é possível para implementar este plano subversivo por meios normais, o professor de seminário de Recife considerada recurso legítimo braços, para estabelecer pela força militar do regime ele teorizou [ 8 ], em aliança com outros grupos revolucionários: "Nós precisamos de obter suas mãos sujas com alianças sujas" proclamado [ 9 ].
 
CAMERA HELDER APOIO
O "Documento Comblin" teve na opinião pública no Brasil o efeito de uma bomba atômica. Em meio à controvérsia que se seguiu, o padre belga não negou a autenticidade do documento, mas "explicou" que era "apenas um esboço" (sic!). Por seu lado, a Cúria de Olinda-Recife admitiu que o documento havia deixado o seminário diocesano, sim, mas afirmou que "não é um documento oficial" (sic!).
   
Interpretando a indignação legítima do povo brasileiro, Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, então, escreveu uma carta aberta ao Mons. Helder Camara , publicado em 25 jornais brasileiros.Lemos na carta:
   
"Estou certo de interpretar o sentimento de milhões de brasileiros que pedem Vossa Excelência para expulsar o Instituto Teológico do Recife e da Arquidiocese, o agitador que tira proveito do sacerdócio para apunhalar a Igreja, e abusou da hospitalidade brasileira para pregar o comunismo , a ditadura ea violência no Brasil ".
     
Helder Camara respondeu evasivamente: "Todo mundo tem o direito de discordar. Eu só ouvir todas as opiniões. " Mas, ao mesmo tempo, ele confirmou Fr. Comblin no cargo de professor do Seminário, apoiando-se com a sua autoridade episcopal. Finalmente, o governo brasileiro revogou o visto do padre belga, que imediatamente teve que deixar o país.
  
TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO
  
Mons. Helder Camara também é lembrado como um dos campeões da chamada "teologia da libertação", condenado pelo Vaticano em 1984.
  
Duas declarações sintetizar essa teologia. O primeiro, do compatriota Bispo Helder Camara, Leonardo Boff. "O que propomos é o marxismo, o materialismo histórico, a teologia" [ 10 ]. A segunda, o peruano Gustavo Gutierrez P., fundador da corrente "aquilo que entendemos como a teologia da libertação é o envolvimento no processo político revolucionário" [ 11 ].Gutierrez mesmo explica o significado de tal participação:
   
"Mas vai muito além, muito além de uma sociedade dividida em classes (...) só poreliminar a propriedade privada da riqueza criada pelo trabalho humano, ser capaz de estabelecer as bases para uma sociedade mais justa. É por isso que os esforços para projetar uma nova sociedade na América Latina estão se movendo cada vez mais para o socialismo "[ 12 ].

Precisamente sobre este assunto foi publicado recentemente na Itália um livro pela editora Cantagalli: Teologia da Libertação: a vida levam a pobre [ 13 ].
    
¿Amigo dos pobres E LIBERDADE?
Mas talvez a maior falácia sobre Mons. Helder Camara é apresentá-lo como um amigo dos pobres e defensor da liberdade.
    
O título de "defensor da liberdade" cai mal a quem ele elogiou algumas das ditaduras mais sangrentas que flagelado do século XX. Primeiro nazismo e, em seguida, o comunismo, em todos os seus aspectos: o soviético, cubano, chinês ...
   
Helder Camara é que esses fins são jogados. E isso é lógico, porque o nazismo (isto é, o socialismo nacional) e do comunismo, em frente na aparência, são alimentados pelas mesmas raízes ideológicas anti-cristãs, o marxismo.
     
Mas acima de tudo, o título de "amigo dos pobres" não corresponde a todos os que apoiaram regimes que causaram tanta pobreza extrema que foram classificados pelo então cardeal Joseph Ratzinger como a "vergonha de nosso tempo" [ 14 ].
    
Uma análise cuidadosa dos países da América Latina -a por país- mostra claramente que, onde foram aplicadas as políticas propostas por Mons. Helder Camara, o resultado foi um aumento significativo na pobreza e descontentamento popular. E onde, pelo contrário, as políticas opostas foram aplicadas, o resultado foi um aumento global do bem-estar.
     
Como um exemplo. Reforma Agrária, que Dom Helder Camara foi o principal promotor no Brasil e que, em vez de a panaceia prometido, virou-se para ser "o pior falha de política pública em nosso país , " em as palavras do insuspeito Francisco Graziano Neto, presidente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e reforma agrária), responsável pela implementação da reforma agrária no organismo vizinhos [ 15 ].
    
O leitor interessado em explorar o tema, com lotes de dados estatísticos relevantes, vocêpode consultar o livro acima mencionado. [ 16 ]
    
Ele estava certo o famoso jornalista italiano Indro Montanelli, quando ele disse que "a esquerda tanto ama os pobres, que cada vez que vem ao poder, faz o seu número vai aumentar."
    
Que sentido, o valor é, portanto, beatificar um personagem com esse pano de fundo pesado como demolir a ordem eclesiástica e social?
    
. Um poema famoso de Dom Helder Camara parece ser bom fundo de seu pensamento:

"Sonhei que o Papa estava ficando louco
e ele alimentou o fogo
para o Vaticano
e St. Peter 's Basilica ...
    
"Santo loucura,
porque Deus alimentou o fogo
que os bombeiros
em vão
., Tentou extinguir " Crazy Papa, passou pelas ruas de Roma, dizendo adeus aos Embaixadores acreditados para ele, jogando a tiara do rio Tiber compartilhar com o pobrestodo o dinheiro do Banco do Vaticano ... "o que uma vergonha para os cristãos! por um Papaviver o evangelho, temos que imaginar na loucura completa ...!"
   








   



      
NOTAS
1 ] Cf .. LOREDO de julho de L'altro volto di Dom Helder , "Tradizione Proprietà Famiglia", Novembro de 1999, pp. 4-5.
2 ] Luiz Alberto GOMES DE SOUZA, A JUC. I Estudantes ea política católicos , Editora Vozes, Petrópolis 1984, p. 156.
3 ] Haroldo Lima e Aldo Arantes, História da Ação Popular. Da JUC Ao PC do B , Editora Alfa-Omega, São Paulo 1984, p. 27-28.
4 ] Ibid., P. 37.
5 ] Ver, por exemplo, Scott Mainwaring, A Igreja Católica e Política no Brasil, 1916-1985 , Stanford University Press, 1986, p. 71.
6 ] Cf. .. Helder Pessoa Câmara, Works , Editora Universitária, Instituto Dom Helder Camara, Recife, 2004. Ver também, Massimo Introvigne, um notte nella Battaglia , Sugarco Edizioni, Milão de 2008.
7 ] Plinio Corrêa de Oliveira, O Arcebispo Vermelho abre como Portas da América e domundo para fazer ou o comunismo , "Catolicismo" No. 218, em fevereiro de 1969. Ele é interessante para enfrentar as muitas semelhanças - -para aliviar o discurso de Mons Helder com. proferida por Ernesto "Che" Guevara na ONU sobre 12 de dezembro de 1964.
8 ] Ver Plinio Corrêa de Oliveira, as medidas da PTF contra pai Pede subversiva , "Catolicismo", n ° 211, Julho de 1968.
9 ] Plinio Corrêa de Oliveira, O inabalável ", Folha de S. Paulo", 07 de dezembro de 1969.
10 ] Leonardo Boff, o marxismo na Teologia , no "Jornal do Brasil", 06 de abril de 1980.
11 ] Gustavo Gutierrez, Praxis Libertação e Crista fé , apêndice do Id., Teologia da Libertação , Editora Vozes, Petrópolis 1975, pp. 267-268.
12 ] Gustavo Gutierrez, Libertação Praxis e na fé cristã, em Lay Ministério Handbook , Diocese de Brownsville, Texas 1984, p. 22.
13 ] julho LOREDO, Teologia della Liberazione: Um Salvagente di Piombo per i poveri , Cantagalli, Siena de 2014.
14 ] Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, Instrução Libertatis Nuntius , 6 de agosto de 1984, XI § 10.
15 ] Francisco GRAZIANO NETO, Agrário Qualidade Reforma , em "O Estado de S. Paulo", 17 de abril de 2012.
16 ] julho LOREDO, Teologia della Liberazione ... cit., Pp. 315-338. O livro, a ser publicado no Peru, em sua edição italiana original pode ser encomendado on-line em info@atfp.it
http://wwwmileschristi.blogspot.com.br/2015/04/beatificacion-del-arzobispo-rojo.html