quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Meirelles e Temer praticam crime contra a Constituição Federal vendendo terras brasileiras à não nacionais

A constituição brasileira não permite vender território do Brasil
Art. 9º - Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país.
Pena: reclusão, de 4 a 20 anos.
Resultado de imagem para Meirelles e Temer em trinta dias inicia venda de terras no Brasil
SÃO PAULO  -  O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles endossado pelo presidente Michel Temer, afirmou na noite de  (15/2/2017) em entrevista à GloboNews que o governo se prepara para autorizar a venda de terra para estrangeiros. “Vamos liberar, nos próximos 30 dias", afirmou. Segundo ele, o agronegócio é um dos setores que mais crescem no país e, por isso, precisa de investimento.


O Brasil merece respeito!
Presidência da República       Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
  LEI No 1.802, DE 5 DE JANEIRO DE 1953.

Define os crimes contra o Estado e a Ordem Política e Social, e dá outras providências.
    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
    Art. 1º São crimes contra o Estado e a sua ordem política e social os definidos e punidos nos artigos desta lei, a saber:
    Art. 2º Tentar:
    I - submeter o território da Nação, ou parte dêle, à soberania de Estado estrangeiro;
Pena: - no caso dos itens I a III, reclusão de 15 a 30 anos aos cabeças, e de 10 a 20 anos ao demais agentes; no caso do item IV, reclusão de 5 a 12 anos aos cabeças, e de 3 a 5 anos aos demais agentes.

Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
TÍTULO I
Disposições Gerais
Art. 1º - Esta Lei prevê os crimes que lesam ou expõem a perigo de lesão:
I - a integridade territorial e a soberania nacional;
Art. 2º - Quando o fato estiver também previsto como crime no Código Penal, no Código Penal Militar ou em leis especiais, levar-se-ão em conta, para a aplicação desta Lei:
I - a motivação e os objetivos do agente;
TíTULO II
Dos Crimes e das Penas
Art. 8º - Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil.
Pena: reclusão, de 3 a 15 anos.
Parágrafo único - Ocorrendo a guerra ou sendo desencadeados os atos de hostilidade, a pena aumenta-se até o dobro.
Art. 9º - Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país.
Pena: reclusão, de 4 a 20 anos.

Guilhermina Coimbra: Curriculo Lattes; Pesquisadora CNPq/CAPES, FAPERJ, FGV-RJ

http://www.valor.com.br/brasil/4871646/meirelles-diz-que-venda-de-terra-estrangeiros-comeca-em-30-dias
http://www.valor.com.br/brasil/4871646/meirelles-diz-que-venda-de-terra-estrangeiros-comeca-em-30-di

Meirelles e Temer praticam crime contra a Constituição Federal vendendo terras brasileiras à não nacionais

A constituição brasileira não permite vender território do Brasil
Art. 9º - Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país.
Pena: reclusão, de 4 a 20 anos.
Resultado de imagem para Meirelles e Temer em trinta dias inicia venda de terras no Brasil
SÃO PAULO  -  O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles endossado pelo presidente Michel Temer, afirmou na noite de  (15/2/2017) em entrevista à GloboNews que o governo se prepara para autorizar a venda de terra para estrangeiros. “Vamos liberar, nos próximos 30 dias", afirmou. Segundo ele, o agronegócio é um dos setores que mais crescem no país e, por isso, precisa de investimento.


O Brasil merece respeito!
Presidência da República       Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
  LEI No 1.802, DE 5 DE JANEIRO DE 1953.

Define os crimes contra o Estado e a Ordem Política e Social, e dá outras providências.
    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
    Art. 1º São crimes contra o Estado e a sua ordem política e social os definidos e punidos nos artigos desta lei, a saber:
    Art. 2º Tentar:
    I - submeter o território da Nação, ou parte dêle, à soberania de Estado estrangeiro;
Pena: - no caso dos itens I a III, reclusão de 15 a 30 anos aos cabeças, e de 10 a 20 anos ao demais agentes; no caso do item IV, reclusão de 5 a 12 anos aos cabeças, e de 3 a 5 anos aos demais agentes.

Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
TÍTULO I
Disposições Gerais
Art. 1º - Esta Lei prevê os crimes que lesam ou expõem a perigo de lesão:
I - a integridade territorial e a soberania nacional;
Art. 2º - Quando o fato estiver também previsto como crime no Código Penal, no Código Penal Militar ou em leis especiais, levar-se-ão em conta, para a aplicação desta Lei:
I - a motivação e os objetivos do agente;
TíTULO II
Dos Crimes e das Penas
Art. 8º - Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil.
Pena: reclusão, de 3 a 15 anos.
Parágrafo único - Ocorrendo a guerra ou sendo desencadeados os atos de hostilidade, a pena aumenta-se até o dobro.
Art. 9º - Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país.
Pena: reclusão, de 4 a 20 anos.

Guilhermina Coimbra: Curriculo Lattes; Pesquisadora CNPq/CAPES, FAPERJ, FGV-RJ

http://www.valor.com.br/brasil/4871646/meirelles-diz-que-venda-de-terra-estrangeiros-comeca-em-30-dias
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

DIRETRIZES BRASIL N.º 4 ítem VII - endereço na senha "GOTLIEB" por causa dos colombianos???

Pergunta que não quer se calar: Por que as Organizações Sociais Missionárias 
no Brasil na intenção de tomar a Amazônia, mencionam  também a Colômbia, 
Venezuela, Peru?
A tão festejada "negociação de paz" entre o Governo da Colômbia e as FARC.Os noticiários brasileiros divulgaram - como sempre - como uma notícia "auspiciosa", entretanto, o que está por trás não tem nada a ver com "paz" ou o "fim do terrorismo" das FARC. Ao contrário, trata-se de um ato criminal de entrega dos destinos do país, à revelia dos cidadãos, nas mãos do bando narco-comuno-terrorista mais antigo do continente, FARC sob determinação e bênçãos do Foro de São Paulo.
                  WALTER HEINRICH RUDOLPH FRANK  
                  TRADUTOR PÚBLICO JURAMENTADO E  INTÉRPRETE   COMERCIAL  PORTUGUÊS - ALEMÃO 
                                     
                  Rua 
                  Senador Feijó, n.º 20 - 1º andar conj. 002 telefone 124 5754 
                  
                  Tradução 
                  n.º 4.039 Livro XVI Fls. 01 Data 22.7.1987 
                                      
                  CERTIFICO 
                  e dou fé, para os devidos fins, que me foi apresentado um 
                  documento em idioma ALEMÃO, que identifiquei como Exposição, 
                  cuja tradução para o vernáculo, é do seguinte teor: 
                  CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL 
                                                                    
                  Genebra, julho de 1.981             
                                  
                  Exposição 03/81              
                                
                  DIRETRIZES BRASIL N.º 4 - ANO "0" 
                                     
                  PARA: 
                  Organizações Sociais Missionárias no Brasil 
POR QUE?
SUPORTE E EXPLICAÇÕES 
                  I - As 
                  verbas para o início do cumprimento desta etapa já se acham 
                  depositadas, cabendo a distribuição ao Conselho de Curadores 
                  definir e avaliar a distribuição. Da verba AS 4-81, 60% serão 
                  destinadas ao Brasil, 25% À Venezuela e 15% à Colômbia. 
                  Ficarão sem verbas até 1983 o Peru e os demais países da 
                  América do Sul. 
POR QUE?

VII - O endereço continuará sendo 
                  mantido sob a senha "GOTLIEB", principalmente por causa dos 
                  colombianos. 
                  É o 
                  que foi decidido. (Ass. Ileg.) H.V 
                  Hoberg 
                  ( Ass. Ileg) S.B. Samuelson [1]



ítem VII - endereço na senha "GOTLIEB" por causa dos colombianos??? 

 01)  Esta é uma clara definição para os brasileiros, para o  Brasil, a criação do Foro de São Paulo pelo nazi-bolchevismo incluindo as FARC que hoje através do falso acordo de paz com a Colômbia, será o exército da URSAL  a guerrilha dominando o Brasil pela Amazônia.

 02)  Esta é uma clara definição de que não se trata de nenhum Conselho de Igrejas. É o satânico nazi-bolchevismo vestindo a pele de cordeiro, que o jesuíta Francisco teima em continuar através do REPAM (Rede eclesial Pan-Amazônia)

 03)  É um insulto aos cristãos declarando-as cavalo de Tróia para invadir-NOS como quinta-colunas.

 04)  É um insulto a DEZOITO MILHÕES de moradores não índios e aos aborígenes da região que deverão ser ignorados para apossar-se de suas terras em nome das "Civilizações Européias"

 05)  É um insulto ao bom senso dos próprios povos europeus ao reconhecer que eles reduziram suas áreas naturais a nível crítico e por isso devem invadir a Amazônia como Hitler invadia seus vizinhos.


Quem foi o alemão GOTTLIEB o  que tem há ver com endereço do ítem VII!
Lançada em 1871, a Benz & Cia foi a maior empresa criada pelo alemão Karl Benz.A  estrela de três pontas foi desenhada por Gottlieb Daimler em que cada ponta representava o ar, a terra e o mar mostrando que os motores desenhados adaptavam-se a estes três meios. 
O círculo à volta da estrela viria a ser desenhada por Karl Benz juntando na parte 
inferior o seu nome.

Por que “Mercedes”-Benz? A origem judia dos carros favoritos dos oficiais nazistas
Bad Godesberg, Vorbereitung Münchener Abkommen
Emil Jellinek. Emil era filho de Adolf Jellinek, um famoso rabino húngaro e respeitado intelectual da comunidade judaica europeia da época, teve sua primeira filha a quem deu o nome de Mércédès, tornou-se cônsul da Áustria em Nice, na França e abriu algo que hoje chamamos de revenda de veículos.
Эмиль-с-дочкой-Мерседес
Em 1897 ele comprou uma mansão na cidade, a batizou de “VillaMercedes” e em pouco tempo já estava vendendo 140 carros de diversas fabricantes europeias por ano. Um ano antes ele viu o anúncio de uma fabricante chamada Daimler Motoren
Gesellschaft (DMG), fundada por Gotlieb Daimler e Wilhelm Maybach, e viajou para a Alemanha para conhecer melhor esta empresa, interessado em vender seus automóveis na França. Sendo seu principal distribuidor na Europa, Jellinek tinha acesso irrestrito à dupla alemã. Na mesma época começaram a surgir as primeiras corridas de automóveis e na Riviera Francesa, onde todos os ricos da Europa passavam o verão, havia uma “Semana da Velocidade” organizada anualmente. A Semana consistia de cinco grandes eventos automotivos, sendo uma corrida de longa distância, uma de turismo, outra de velocidade máxima, uma subida de montanha e um “concours d’elegance”. Jellinek se inscreveu em todas elas mas não com seu nome,e sim com o nome que trouxe sorte à sua família e seus negócios: Mercedes. Ele pintou o nome no chassi de todos os carros que inscreveu e se tornou conhecido como “Monsieur Mercedes”. Na Alemanha, em 1926, ocorreu a fusão das montadoras Daimler e Benz. Gottlieb Daimler já havia falecido em 1900 e Carl Benz, por sua vez, já havia há muito tempo se afastado de forma litigiosa de sua empresa original.
Nesse contexto, é interessante observar que Daimler e Benz nunca se encontraram pessoalmente. Assim nasceu o primeiro Mercedes da história, e Mercedes Jellinek, já adulta, ao volante de um Mercedes
01mercedesjellinekarchiv763181_1391878_800_1100_713377_1290772_2505_3416_A44887_neu
A DMG decidiu usar Mercedes para representar sua parte na fusão das empresas, E é graças a uma garotinha judia que as pessoas desejam um Mercedes, em vez de Daimler ou Benz. Adolf Hitler, inclusive.
No Brasil em Schroeder, nos anos 1900, as bicicletas vinham da Alemanha importadas pelo alemão Gottlieb Daimler cientista e pesquisador alemão, Organização FundadaMercedes-BenzDaimler-BenzDaimler-Motoren-GesellschaftDaimler Motor Company Os protagonistas, Gottlieb Daimler e Karl Benz construíram paralelamente os primeiros automóveis motorizados do mundo.A história de Schroeder começa já com o casamento de dona Francisca Carolina Joana Carlota Leopoldina Romana Xavier de Paula Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga (de Bragança e Orleans) (1824-1898) e o Príncipe François Ferdinand Philippe Louis Marie d'Orléans (1818-1900) que com o casamento passou a residir fora do império. Recebem em dotes terras e apólices da dívida do império. Ao príncipe coube o dote de 1000 contos de réis em apólices, mas em compensação, obteve ainda, em favor do patrimônio total, terras a serem por eles escolhidas num ou mais lugares, nas melhores localizações da então província de Santa Catarina, num total de 5 mil léguas em quadro ou 25 léguas quadradas, de 3000 braças, segundo a lei de 25 de janeiro de 1909, equivalente a uma superfície de 46.582 hectares. E foi destas terras que depois de mandar escolhe-la, medi-las e demarca-las através de seu procurador, senhor Francisco Leôncio Aubé, e o senador em Hamburgo Alemanha Christian Mathias Schroeder, de origem pomerana, principal membro e acionista da Sociedade de Proteção aos Imigrantes no sul do Brasil, estabelecida em 1842. Seu nome está petrificado junto a história do estado de Santa CatarinaBrasil, para que colonizassem segundo as condições do contrato, tendo prometido a cessão de mais 12 léguas.
 
Colômbia!!!
  • Mais de dez anos após a morte do mítico chefão colombiano do narcotráfico Pablo Escobar, o terror urbano M-19 que ele ajudou a espalhar pelo país entre o final dos anos 80 e o início dos anos 90 do  parece assombrar novamente o país, desta vez pelas mãos das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) membro do Foro de São Paulo, principal guerrilha colombiana e "herdeiras" do negócio gerenciado por Escobar.

Terroristas do M-19: opção pela violência ante oferta de paz

Resultado de imagem para guerrilheiros do grupo M-19

Por que se instalar no Brasil? Por determinação do Foro de São Paulo?
A Corte Interamericana de Direitos Humanos se instalou na segunda-feira 
(11/11/2013) no Brasil para sessão pública que ouvirá testemunhas, peritos 
e envolvidos em um massacre ocorrido na Colômbia em novembro de 1985, há 
exatos 28 anos.A abertura dos trabalhos aconteceu no Supremo Tribunal 
Federal (STF) com a presença do presidente da Corte Interamericana, Diego 
Garcia-Sayán, do presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, e do ministro 
da Justiça, José Eduardo Cardozo, que leu uma carta da presidente 
Dilma Rousseff de boas vindas ao trabalho da Corte. Um dos sete juízes da 
corte é o jurista brasileiro Roberto Caldas. O juiz Humberto 
Antonio Sierra, de origem colombiana, não participará da análise do caso.

há 30 anos, nos dias 6 e 7 de novembro de 1985, O M-19 optou pela violência, enquanto que o Executivo lhe oferecia a mão estendida para buscar a paz. Sobre essas jornadas dramáticas do Palácio da Justiça, e com relação a isso, existem documentos oficiais do governo e da presidência que mostram a notável atividade das instituições para pôr fim à afronta que significava a tomada do máximo centro judiciário pelos terroristas. Depois, mais tarde, o presidente da República assumiu toda a responsabilidade, “para o bem ou para o mal”, da tomada do Palácio da Justiça e das ações que se tomaram para tal fim. Eu acredito que a guerrilha defraudou as expectativas que a sociedade colombiana tinha e, mais concretamente, as mais altas instituições que confiavam em levar a bom porto o processo de paz, posto em marcha após a anistia decretada por Betancur.

É certo, tal como dizem alguns, que se esperava esse assalto ao Palácio da Justiça?
 coincidindo com a visita do presidente da República francesa, em outubro de 1985, o M-19 tramava tomar o Palácio da Justiça. Assim foi possível que se extremassem as precauções e se enviasse mais policiais ao edifício.

O narcotráfico estava realmente, mais concretamente Pablo Escobar, por trás da trama na qual participavam os terroristas? 

a investigação sobre estes fatos apontou-se essa tese. Inclusive a apresentadora de televisão e jornalista Virginia Vallejo, bem conhecida na Colômbia por todos, que foi amante e amiga de Pablo Escobar, já acusou o narcotraficante e os líderes do M-19 de terem se reunido para preparar a trama que levou à tomada do Palácio da Justiça. Também houve acusações por parte de outros setores da delinqüência, como o conhecido chefe do narcotráfico “Popeye”, que assegura que existiu sim essa reunião entre o M-19 e Pablo Escobar, para preparar e financiar a operação terrorista que devia levar à destruição da documentação que se preparava para extraditar os narcotraficantes.

O presidente da República na ocasião, Belisario Betancur, esteve a par das ordens e controlava a situação o dia todo? 
 O Governo do país estava à frente da situação e os militares simplesmente obedecíamos suas ordens, tal como é nossa tradição. Não esqueçamos que o M-19 pretendia que o presidente fosse ao Palácio da Justiça para ser submetido a um “julgamento” pelos terroristas, algo totalmente inadmissível e inaceitável para o país. Pretendiam submetê-lo a um “processo revolucionário”, a uma espécie de farsa jurídica para deslegitimá-lo por supostamente havê-los traído no processo de paz e, ao mesmo tempo, desautorizá-lo ante o país. Nunca houve interferências por parte do poder político para levar a cabo as operações militares que se desenvolviam para libertar o Palácio da Justiça, apesar de que dentro do edifício estavam seqüestrados o irmão do presidente da República, Jaime Betancur, e a esposa de um ministro do governo.
Que interesse político pode haver por trás destas ações judiciais contra comandos colombianos?
Porém, há um objetivo de mais calado, que pretende que as Forças Armadas vejam-se desmoralizadas e deixem de agir frente ao terrorismo, ao perceber que sua atuação pode lhes trazer problemas e contenciosos jurídicos. Já não temos só a ameaça militar de que as forças terroristas possam te matar, senão que inclusive podemos ser processados por lutar contra as FARC e tratar de derrotá-las. É uma luta contra o Estado colombiano, porém por outras vias e empregando meios políticos e jurídicos, tanto na Colômbia quanto no exterior.
O mais grave é que os líderes e responsáveis pelas ações criminosas levadas a cabo pelo M-19 estão nas ruas e foram perdoados pelo Estado colombiano. Inclusive, muitos deles participam da vida política e são responsáveis em muitas instituições colombianas, até um membro desta organização terrorista foi candidato presidencial, sem que sequer tenha pedido perdão pelos fatos cometidos naquela ocasião. Os terroristas ficaram nas ruas, enquanto que aos militares que lutamos contra eles nos imputam crimes horríveis.
Os opositores ao governo estavam interessados em obter desses acontecimentos um dividendo político, tratavam de erodir o Executivo e, de passagem, as Forças Armadas. Queria-se abrir um debate desnecessário e permanente sobre a atuação da força pública nestes fatos. Os que estão por trás deste assunto turvo têm uma filiação política muito clara, à parte dos interesse econômicos para tratar de tirar do Estado colombiano substanciais indenizações pela condenação de seus funcionários. Gente que está claramente matriculada na esquerda e que se dedica a proteger notórios extremistas quando são detidos. Refiro-me, é claro, ao coletivo de advogados Alvear Restrepo.
Fica claro, segundo sua opinião, que a responsabilidade final destes atos fúnebres corresponde ao M-19?
Sim, mas sem esquecer que o narcotráfico estava por trás, que deu o dinheiro para a operação e que tinha um objetivo muito claro: destruir os informes e processos que se estavam elaborando para permitir extraditar os narcotraficantes, algo a que se opunham por todos os meios, inclusive a violência. A Corte Suprema de Justiça ia decidir, precisamente nesse dia, sobre a exeqüibilidade do Tratado de Extradição entre a Colômbia e os Estados Unidos.
Os narcotraficantes queriam retardar esse processo de que maneira fosse, e ficava muito claro que os magistrados eram seus principais inimigos, aos quais já haviam ameaçado em reiteradas ocasiões. Há provas disso e alguns documentos que atestam essas ameaças. Eram os dias nos quais os narcos diziam que preferiam uma tumba na Colômbia a uma cela de uma prisão nos Estados Unidos. Era pública sua animosidade para com a justiça e assim o faziam saber em seus comunicados públicos. Chegaram a assassinar o Ministro da Justiça e a alguns magistrados para intimidá-los e evitar a extradição. O M-19 recebeu dinheiro do narcotráfico para ocupar o Palácio da Justiça e cumpriram as ordens dadas: destruíram todos os processos que permitiriam a extradição dos narcotraficantes, porém provocaram um incêndio de tal magnitude que destruiu todo o edifício e inclusive acabou com suas próprias vidas. O incêndio foi impossível de apagar e acabou com tudo o que havia no interior do Palácio da Justiça.
 Tradução: Graça Salgueiro
[1] http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/05/diretrizes-no-4-ano-0-do-conselho.html
http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/america-latina/12740-terroristas-do-m-19-opcao-pela-violencia-ante-oferta-de-paz.html
https://www.flatout.com.br/por-que-mercedes-benz-origem-judia-dos-carros-favoritos-dos-oficiais-nazistas/
http://www.camaraschroeder.sc.gov.br/?pg=historia_municipio
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/11/corte-interamericana-abre-julgamento-de-massacre-de-1985-na-colombia.html
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2302200317.htm

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Discurso do primeiro-ministro Netanyahu na Casa Branca

 O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez as seguintes observações no início da coletiva de imprensa conjunta com o presidente dos EUA, Donald Trump, que aconteceu na quarta-feira (15 de fevereiro de 2017) em Washington DC, na Casa Branca: 
"Presidente Trump, muito obrigado pela calorosa hospitalidade que o senhor e Melania demostraram a mim, à minha esposa, Sara, e a toda nossa delegação. Valorizo profundamente sua amizade para comigo, para com o Estado de Israel. Israel não tem aliado melhor do que os Estados Unidos e eu quero assegurar ao senhor que os Estados Unidos não têm aliado melhor do que Israel.
“Nossa aliança tem sido notavelmente forte, mas, sob sua liderança, estou confiante de que ficará ainda mais forte. Estou ansioso para trabalhar com o senhor para melhorar drasticamente nossa aliança em todos os campos, como segurança, tecnologia, cibenética e comércio e tantos outros. E certamente agradeço seu sincero apelo para garantir que Israel seja tratado de forma justa nos fóruns internacionais e que a calúnia e os boicotes contra Israel são repudiados poderosamente pelo poder e posição moral dos Estados Unidos da América.
“Como o senhor disse, nossa aliança é baseada em um laço profundo de valores comuns e interesse comum. E, cada vez mais, esses valores e interesses são atacados por uma força malévola: o terror islâmico radical.
“Senhor Presidente, o senhor demonstrou muita clareza e coragem ao enfrentar este desafio de frente. O senhor pede para que enfrentemos o regime terrorista do Irã, impedindo que o Irã transforme esse terrível acordo em um arsenal nuclear, e o senhor disse que os Estados Unidos estão comprometidos em impedir que o Irã obtenha armas nucleares. O senhor pede a derrota do ISIS.
“Sob sua liderança, acredito que podemos reverter a maré crescente do Islã radical. E, nesta grande tarefa, como em tantas outras, Israel estará do seu lado e eu estarei do seu lado.
“Senhor Presidente, ao diminuir a força do Islã militante, poderemos aproveitar uma oportunidade histórica, porque, pela primeira vez na minha vida e pela primeira vez na vida do meu país, os países árabes da região não vêem Israel como um inimigo, mas cada vez mais – como um aliado.
“Acredito que, sob sua liderança, essa mudança em nossa região criará uma oportunidade sem precedentes para fortalecer a segurança e promover a paz. Vamos aproveitar este momento juntos; vamos reforçar a segurança; procuremos novos caminhos de paz e vamos elevar a aliança notável entre Israel e os Estados Unidos a alturas ainda maiores.
Obrigado, obrigado, Sr. Presidente”



ALTO COMANDO DAS FORÇAS ARMADAS MAIS SUJO QUE PAU DE GALINHEIRO (2)

Cansei de implorar Intervenção Militar Constitucional; sem ver qualquer reação por parte do Alto Comando das Forças Armadas, comecei a investigar o porque da omissão daqueles convocados como "Generais".
A imagem pode conter: 1 pessoa, texto“Levei mala de dinheiro para Lula”

“Levei mala de dinheiro para Lula”

Ex-sócio de Fernando de Arruda Botelho, acionista da Camargo Corrêa morto em acidente aéreo há cinco anos, Davincci Lourenço diz à ISTOÉ que ele foi assassinado e que o crime encobriu um esquema de corrupção na empresa. O ex-presidente petista, segundo ele, recebeu propina para facilitar contrato com a Petrobras
Sérgio Pardellas e Germano Oliveira
17.02.17 - 18h00 - Atualizado em 17.02.17 - 19h18
O personagem que estampa a capa desta edição de ISTOÉ chama-se Davincci Lourenço de Almeida. Entre 2011 e 2012, ele privou da intimidade da cúpula de uma das maiores empreiteiras do País, a Camargo Corrêa. Participou de reuniões com a presença do então presidente da construtora, Dalton Avancini, acompanhou de perto o cotidiano da família no resort da empresa em Itirapina (SP) e chegou até fixar residência na fazenda da empreiteira situada no interior paulista. A estreitíssima relação fez com que Davincci, um químico sem formação superior, fosse destacado por diretores da Camargo para missões especiais. Em entrevista à ISTOÉ, concedida na última semana, Davincci Lourenço de Almeida narrou a mais delicada das tarefas as quais ficou encarregado de assumir em nome de acionistas da Camargo Corrêa: o transporte de uma mala de dinheiro destinada ao ex-presidente Lula. “Levei uma mala de dólares para Lula”, afirmou à ISTOÉ. É a primeira vez que uma testemunha ligada à empreiteira reconhece ter servido de ponte para pagamento de propina ao ex-presidente.

Ele não soube precisar valores, mas contou que o dinheiro foi conduzido por ele no início de fevereiro de 2012 do hangar da Camargo Corrêa em São Carlos (SP) até a sede da Morro Vermelho Táxi Aéreo em Congonhas, também de propriedade da empreiteira. Segundo o relato, a mala foi entregue por Davincci nas mãos de um funcionário da Morro Vermelho, William Steinmeyer, o “Wilinha”, a quem coube efetuar o repasse ao petista. “O dinheiro estava dentro de um saco, na mala. Deixei o saco com o dinheiro, mas a mala está comigo até hoje”, disse. Dias depois, acrescentou ele à ISTOÉ, Lula foi ao local buscar a encomenda, acompanhado por um segurança. “Lula ficou de ajudar fechar um contrato com a Petrobras. Um negócio de R$ 100 milhões”, disse Davincci de Almeida. A atmosfera lúdica do desembarque de Lula na Morro Vermelho encorajou funcionários e até diretores da empresa a posarem para selfies com o ex-presidente. De acordo com Davincci, depois que o petista saiu com o pacote de dinheiro, os retratos foram pendurados nas paredes do hangar. 
As imagens, porém, foram retiradas do local preventivamente em setembro de 2015, quando a Operação Lava Jato já fechava o cerco sobre a empreiteira. Na entrevista à ISTOÉ, Davincci diz que o transporte dos dólares ao ex-presidente não foi filho único. Ele também foi escalado para entregar malas forradas de dinheiro a funcionários da Petrobras. Os pagamentos, segundo ele, tiveram a chancela de Rosana Camargo de Arruda Botelho, herdeira do grupo Camargo Corrêa. “O Fernando me dizia que a “baixinha”, como ele chamava Rosana Camargo, sabia de tudo”, disse Davincci.
A imersão de Davincci no submundo dos negócios, não raro, nada republicanos tocados pela Camargo Corrêa foi obra de Fernando de Arruda Botelho, acionista da empreiteira morto há cinco anos num desastre aéreo. Em 2011, Davincci havia virado sócio e uma espécie de faz-tudo de Botelho. A sintonia era tamanha que os dois tocavam de ouvido. Foi Botelho quem lhe disse que a mala que carregava teria como destino final o ex-presidente Lula: “A ordem do Fernando Botelho era entregar para o presidente. Ele chamava de presidente, embora fosse ex”. Numa espécie de empatia à primeira vista, os dois se aproximaram quando Arruda Botelho se encantou com uma invenção de Davincci Lourenço de Almeida: um produto revolucionário para limpeza de aviões, o UV30. O componente proporciona economias fantásticas para o setor aéreo. “Com apenas cinco litros é possível limpar tão bem um Boeing a ponto de a aeronave parecer nova em folha. Convencionalmente, para fazer o mesmo serviço, é necessário mais de 30 mil litros de água”, afirmou Davincci.
PARCERIA Botelho (esq) e Davincci (dir) eram sócios na fabricação de produtos para limpeza de aviões
PARCERIA Botelho (esq) e Davincci (dir) eram sócios na fabricação de produtos para limpeza de aviões
Interessado no produto químico inventado por Davincci, o UV30, Botelho abriu com ele uma empresa de capital aberto, a Demoiselle Indústria e Comércio de Produtos Sustentáveis Ltda. Na sociedade, as cotas ficaram distribuídas da seguinte forma: 25% para Fernando de Arruda Botelho, 25% para Rosana Camargo de Arruda Botelho, herdeira do grupo Camargo Corrêa, 25% para Davincci de Almeida e 25% para Alberto Brunetti, parceiro do químico desde os primórdios do UV30. Pelo combinado no fio do bigode, o casal Fernando e Rosana entraria com o dinheiro. Davincci e Alberto, com o produto. Em janeiro de 2012, a Camargo Corrêa lhe propôs o encerramento da empresa. Simultaneamente, a construtora, segundo a testemunha, fez um depósito de US$ 200 milhões nos Estados Unidos, no Bank of América, em nome da Demoiselle. O dinheiro tinha por objetivo promover o produto no exterior e fechar parcerias com a Vale Fertilizantes, Alcoa, CCR, e outras empresas interessadas na expansão do negócio. A operação intrigou Davincci. Mas o pior ainda estaria por vir.
Acidente ou assassinato?
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As negociatas também foram reveladas em depoimento ao promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, que ouviu Davincci em quatro oportunidades. Blat encaminhou os depoimentos à força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba. À ISTOÉ, o promotor disse acreditar que a Camargo Corrêa possa ter usado Davincci como “laranja”. Outro trecho bombástico da denúncia de Davincci à ISTOÉ, reiterado ao Ministério Público, remonta ao acidente fatal sofrido pelo empresário Fernando Botelho no dia 13 de abril de 2012, durante um voo de demonstração, a bordo de um T-28 da Segunda Guerra Mundial, a empresários africanos, com os quais o acionista da Camargo havia negociado o UV30 em viagem à África dias antes. Segundo Davincci, Botelho foi assassinado.

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 O avião, de acordo com ele, foi sabotado numa trama arquitetada pelo brigadeiro da Aeronautica Edgar de Oliveira Júnior, assessor da Camargo e um dos gestores das propriedades da empreiteira. Conforme o depoimento, convencido de que o brigadeiro havia lhe dado um aplique, depois de promover uma auditoria interna, Botelho o demitiu na manhã do acidente durante uma tensa reunião, regada a gritos, socos na mesa e bate-bocas ferozes, testemunhada por diretores da Camargo. “O Fernando foi assassinado e o crime tramado pelo brigadeiro Edgar. O avião foi sabotado”, assegura o químico.
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ASSIM, DILMA/LULA DECRETOU INCONSTITUCIONALMENTE NÃO FOSSE REVELADO, RESULTADO DOS ACIDENTES COM QUEDAS DE AERONAVES, DENTRO DO TERRITÓRIO NACIONAL. LEI IMPROCEDENTE, QUE PRECISA SER REVOGADA, CANCELADA.

Uma sucessão de estranhos acontecimentos que cercaram a tragédia chamou a atenção do Ministério Público. Por exemplo: o caminhão de bombeiros comprado por Botelho exatamente para atender a eventuais emergências no aeródromo de sua propriedade estava trancado no hangar. “Tive que jogar meu carro contra a porta para estourar os cadeados. Peguei o caminhão e fui para o local. Ao chegar lá, as chamas estavam tão altas que não pude chegar muito perto”, afirmou Davincci. Mas o então sócio de Arruda Botelho se aproximou o suficiente para conseguir resgatar o GPS, que havia se descolado da parte externa da aeronave. Porém, o aparelho, essencial para municiar as investigações com informações sobre o voo, não pôde ser conhecido pelas autoridades, segundo Davincci, a pedido do brigadeiro Edgar. “Ele tomou o aparelho das minhas mãos, dizendo que poderia ficar ruim para a família se entregássemos à investigação, e ainda me obrigou a mentir num primeiro depoimento à delegacia”. Com a morte de Fernando de Arruda Botelho, o brigadeiro acabou não tendo seu desligamento da empreiteira oficializado. Já o ex-sócio, desde então, enfrenta um calvário. “Sofri 11 ameaças de morte”, contou.
Motivado pelos depoimentos de Davincci, o caso que havia sido arquivado pela promotora Fernanda Amada Segato em março de 2013 foi reaberto em setembro do ano passado por ordem da promotora Fábia Caroline do Nascimento. As novas investigações estão a cargo do delegado José Francisco Minelli. “Estou na fase da oitiva das testemunhas”, disse à ISTOÉ o delegado. Dois dos quatro irmãos de Fernando de Arruda Botelho, Eduardo e José Augusto, suspeitam de que pode ter havido mais do que um acidente. “Vou ajudar a descobrir a verdade sobre o que aconteceu. Mas um conhecido ligado ao Exército procurou meu irmão (José Augusto) para dizer que estavam convencidos que não foi acidente”, disse Eduardo Botelho em mensagem, ao qual ISTOÉ teve acesso, enviada em janeiro para Davincci.
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Irmão de Botelho atesta relato
Por telefone, de sua fazenda em Itirapina, Eduardo Botelho revelou à reportagem de ISTOÉ comungar dos indícios apontados pelo ex-sócio do irmão morto em 2012. “O nível de nojeira da equipe que comandava os negócios do meu irmão era muito grande. Tudo o que aconteceu naquele dia do acidente aéreo foi estranhíssimo. Meu irmão estava sendo roubado. Como ele não tinha controle do que acontecia com o avião, ele pode ter sido sabotado sim. Era fácil sabotar o avião. Ele era da Segunda Guerra. Podem ter mexido no avião no dia da queda”, disse Eduardo Botelho. “Se ele não tivesse morrido naquele dia, iria fazer uma limpeza gigantesca nas fazendas da Camargo”, asseverou o irmão, que rompeu relações com Rosana Camargo, a viúva, há algum tempo. “Uma máfia cercava meu irmão. Como pode um gerente de fazenda que ganha R$ 4 mil comprar quatro casas num condomínio fechado em São Carlos?”, perguntou Eduardo. Sobre Davincci, confirmou que ele e seu irmão eram realmente muito próximos e que, desde a morte de Fernando de Arruda Botelho, os antigos sócios dedicam-se a tentar tomar a empresa dele. “Ele (Davinci) morou na minha casa aqui na fazenda. Meu irmão dizia que eles iriam fazer chover dinheiro com o produto. Depois que meu irmão morreu, tentaram quebrar a patente, criaram outras empresas similares à Demoiselle. Tudo para tirá-lo da jogada”, confirmou.
Uma das empresas às quais o irmão do ex-acionista da Camargo se refere está sediada em São Paulo. No endereço mora Rosana, a bilionária herdeira da segunda maior construtora do País, que, por meio de seus advogados, se disse alvo de “crimes de calúnia, difamação e injúria por parte de Davincci”. “Ele responde a diversas ações judiciais, já tendo sido obrigado pela Justiça a cessar a divulgação de ameaças”, afirmou o advogado Celso Vilardi. A Muniz e Advogados Associados, que também representa a Camargo Corrêa, diz que Edgard de Oliveira Júnior, em razão dos desentendimentos entre os sócios, deixou espontaneamente a sociedade que mantinha com Davincci. “A empresa foi dissolvida, liquidada e a patente colocada à disposição”, afirma. Procurada para confirmar a negociação intermediada por Lula, conforme depoimento de Davincci, no valor de R$ 100 milhões, a Petrobras não respondeu até o fechamento desta edição. William Steinmeyer, da Morro Vermelho, confirma que conhece Davincci (“um cara excêntrico”), mas jura que não recebeu qualquer encomenda dele.
acrobacias interrompidas Fernando Botelho pilotava seu aviâo da Segunda Guerra quando bateu num barranco e explodiu
ACROBACIAS INTERROMPIDAS Fernando Botelho pilotava seu avião da Segunda Guerra quando bateu num barranco e explodiu
Desde o último mês, a empreiteira se prepara para incrementar sua delação premiada ao Ministério Público Federal. As novas – e graves – revelações, trazidas à baila por ISTOÉ, deverão integrar o glossário de questionamentos aos executivos da empreiteira pelos procuradores da Lava Jato.
http://istoe.com.br/levei-mala-de-dinheiro-para-lula/

ALTO COMANDO DAS FORÇAS ARMADAS MAIS SUJO QUE PAU DE GALINHEIRO (1)

http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/comando-das-ffaa-mais-sujo-que-pau-de.html
O brigadeiro da reserva Wilson José Romão, que, apenas dez anos depois de abandonar a farda da Aeronáutica, se tornou um dos mais poderosos comerciantes de armas do Brasil. Dono da empresa de assessoria Logitec, diretor da Abimde – o sindicato da indústria bélica – e com relações no Comando da Aeronáutica, Romão tem aproveitado como poucos o boom de investimentos no setor e a ampliação das ambições geopolíticas nacionais,...