Mostrando postagens com marcador NOM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NOM. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de março de 2012

Um chip do Governo 666 no seu carro? Não!

O Inconstitucional Chip no carro - Reaja contra!
Você poderá dirigir seu automóvel. Mas o verdadeiro dono do veículo será do Governo 666. Na verdade, o chip veicular, que Dilma Rousseff já ordenou que seja implantado até 30 de junho de 2014 em toda frota nacional, é mais um dispositivo para a guerra de quinta geração contra a nossa soberania.

A Resolução 212 do CONTRAN, o SINIAV (Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos), está em fase de implantação e tem gerado grandes polêmicas. Atestamos a inconstitucionalidade desta resolução 212 do CONTRAN que obriga sua instalação em um prazo de cinco anos, e principalmente o risco a liberdade do cidadão.

Os argumentos pró "chip" são: mais segurança e seguros mais baratos. Contudo o que não é divulgado é uma verdade muito pior: total controle de informação do Estado sobre os hábitos, percursos e situação fiscal do proprietário. 

Há uma infinidade de Empresas e associações não vêem a hora de faturar verdadeiras fortunas com contribuintes. Em um país, onde as declarações de Imposto de Renda de TODOS os cidadãos brasileiros são vendidas em CDs piratas no Centro de São Paulo, podemos afirmar que o banco de dados do SINIAV, com todas as informações disponíveis sobre carros e a vida de seus proprietários, hábitos e costumes, ou seja, um dossiê completo - não só para o governo - mas também para o crime, estarão disponíveis. 

Outra razão da implementação do SINIAV é também instituir outro mecanismo de espoliar o contribuinte com mais um tributo da máquina estatal com objetivo totalitário. Com um agravante: agora o Estado e bandidos (atualmente não sabemos bem como separá-los) vão saber tudo sobre seu carro e sobre seus caminhos, hábitos, gostos, passeios, trabalho, etc. Este controle passa a ser mais uma ferramenta a serviço na futura ditadura que já está em fase de implementação em nossa querida Nação. Tenham certeza de que o controle da vida e dos caminhos de cada cidadão brasileiro estará nas mãos do estado. 

COMENTÁRIOS SOBRE O SINIAV

A Implementação - Foi previsto para maio de 2008 o implemento da Resolução 212 do CONTRAN na Capital de São Paulo. A implantação, será "gratuita" e consiste da colocação de um chip eletrônico no pára-brisas, com o "nobre" objetivo de garantir a segurança contra roubo do seu veículo, e como conseqüência, aumentar a fiscalização (multas) de trânsito.

O verdadeiro interesse - Quem está interessado no seu dinheiro: Abrancet, uma multidão de associações lucrando as custas de proprietários de veículos. Três coisas são presas fáceis de impostos e "taxinhas" no país: salários, contas de luz e proprietários de veículos.

O que armazenará - O Chip armazenará os dados do seu carro incluindo situação tributária - IPVA, multas - e licenciamento. Veículos irregulares serão identificados ao passar por antenas espalhadas pela cidade e apreendidos em bloqueios-surpresa.

O verdadeiro Objetivo - O Estado vai bater diretamente na porta da sua casa através do carteiro levando "boas" notícias que serão sentidas diretamente pelo seu bolso. O olho do "big-brother" estará lhe multando e dedurando agora "on-line."

Quem ganha - Podemos imaginar a infinidade de equipamentos eletrônicos que estarão disponíveis para as empresas concessionárias, prefeitos e outros políticos. Tenho certeza de que não enviarão equipamentos a polícia militar para que possa proteger motoristas à noite pelos cruzamentos da cidade. Os ladrões, assaltantes e clonadores festejarão às custas dos contribuintes. O trânsito, que é bom, não vai melhorar.

A Verdadeira ditadura - Nem Cuba, nem a antiga União Soviética chegaram a implantar um tal controle assim. Pelo jeito daqui a alguns anos, teremos que andar a pé. Isso se algum burocrata não baixar uma resolução obrigando o uso de um chip "espião" no corpo do cidadão. Aliás, corremos tal risco com a nova carteira de identidade – que também terá chip – que muito bem poderá ser localizável pelo sistema em montagem para os carros. 

CONSTITUCIONALIDADE 

É questionável a constitucionalidade da nova medida do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que torna obrigatórios os chips veiculares. Em nossa opinião, o monitoramento constante dos veículos é inconstitucional, pois retira do cidadão seu direito ao anonimato.

Criado pela Resolução 212 do Contran, o SINIAV (Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos) prevê a instalação de placas eletrônicas, antenas leitoras e centrais de processamento em todos os veículos automotores, com exceção dos bélicos. Descrito como meio de exercer maior controle sobre o tráfego de veículos e aumentar a segurança dos usuários.

RESOLUÇÕES DO CONTRAN

RESOLUÇÃO 212 SINIAV - O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou a resolução que cria o Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (SINIAV) que tem o objetivo de planejar e implantar ações de combate a roubo e furto de veículos e cargas assim como gerir o controle de tráfego. Definidopela Resolução 212 do Contran, o SINIAV é resultado dos estudos desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho definido pelo Ministério das Cidades.

O Grupo, composto por representantes do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Secretaria Municipal de Trânsito de São Paulo e Departamento Estadual de Trânsito do Rio de Janeiro, após sessenta dias de estudos elaborou proposta estabelecendo os requisitos para implantação do sistema que será capaz de identificar os veículos da frota brasileira.

O SINIAV é composto por placas eletrônicas instaladas nos veículos, antenas leitoras, centrais de processamento e sistemas informatizados. A placa eletrônica deverá conter um número de série único e terá as informações referentes ao número da placa do veículo, número do chassi e código RENAVAM. Essa placa eletrônica deverá se tornar um instrumento eficaz de fiscalização em projetos voltados para o aumento da mobilidade urbana e no controle ambiental Já as antenas que farão a leitura serão instaladas em locais definidos pelos Departamentos Estaduais de Trânsito.

Os estados e o Distrito Federal terão dezoito meses para dar início ao processo de implantação do sistema. A partir do início terão quarenta e dois meses paraconcluí-lo. Na esfera estadual será de responsabilidade dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) o gerenciamento do sistema, assim como a implantação das placas de identificação. As placas serão instaladas na parte interna do pára-brisa dianteiro do veículo. No caso dos veículos que não possuem pára-brisa as placas serão fixadas em local que garanta seu pleno funcionamento.

INDICAÇÃO PREVISTA NO CBT A QUAL O SINIAV ATENDE

O SINIAV atende as indicações previstas no art. 114, 115 E 116 do Código de Trânsito Brasileiro que refere-se à necessidade de identificação dos veículos:

Art. 114. O veículo será identificado obrigatoriamente por caracteres gravados no chassi ou no monobloco, reproduzidos em outras partes, conforme dispuser o CONTRAN.

§ 1º A gravação será realizada pelo fabricante ou montador, de modo a identificar o veículo, seu fabricante e as suas características, além do ano de fabricação, que não poderá ser alterado.

§ 2º As regravações, quando necessárias, dependerão de prévia autorização da autoridade executiva de trânsito e somente serão processadas por estabelecimento por ela credenciado, mediante a comprovação de propriedade do veículo, mantida a mesma identificação anterior, inclusive o ano de fabricação.

§ 3º Nenhum proprietário poderá, sem prévia permissão da autoridade executiva de trânsito, fazer, ou ordenar que se faça, modificações da identificação de seu veículo.

Art. 115. O veículo será identificado externamente por meio de placas dianteira e traseira, sendo esta lacrada em sua estrutura, obedecidas as especificações e modelos estabelecidos pelo CONTRAN.

§ 1º Os caracteres das placas serão individualizados para cada veículo e o acompanharão até a baixa do registro, sendo vedado seu reaproveitamento.

§ 2º As placas com as cores verde e amarela da Bandeira Nacional serão usadas somente pelos veículos de representação pessoal do Presidente e do Vice-Presidente da República, dos Presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, do Presidente e dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, dos Ministros de Estado, do Advogado-Geral da União e do Procurador-Geral da República.

§ 3º Os veículos de representação dos Presidentes dos Tribunais Federais, dos Governadores, Prefeitos, Secretários Estaduais e Municipais, dos Presidentes das Assembléias Legislativas, das Câmaras Municipais, dos Presidentes dos Tribunais Estaduais e do Distrito Federal, e do respectivo chefe do Ministério Público e ainda dos Oficiais Generais das Forças Armadas terão placas especiais, de acordo com os modelos estabelecidos pelo CONTRAN.

§ 4º Os aparelhos automotores destinados a puxar ou arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar trabalhos agrícolas e de construção ou de pavimentação são sujeitos, desde que lhes seja facultado transitar nas vias, ao registro e licenciamento da repartição competente, devendo receber numeração especial.

§ 5º O disposto neste artigo não se aplica aos veículos de uso bélico.

§ 6º Os veículos de duas ou três rodas são dispensados da placa dianteira.

Art. 116. Os veículos de propriedade da União, dos Estados e do Distrito Federal, devidamente registrados e licenciados, somente quando estritamente usados em serviço reservado de caráter policial, poderão usar placas particulares, obedecidos os critérios e limites estabelecidos pela legislação que regulamenta o uso de veículo oficial.

LEI COMPLEMENTAR

Assim como a Lei Complementar 121, de 09 de fevereiro de 2006, (em anexo) que criou o Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas. Após a implantação do sistema quem não possuir a placa de identificação no veículo estará cometendo uma infração grave sujeito às sanções previstas no artigo 237 do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê multa de R$ 127,69, cinco pontos na CNH e retenção do veículo para regularização.

DIREITOS DO CIDADÃO FERIDOS

O SINIAV fere, os direitos primordiais do cidadão, além de ser inconstitucional por não se apóia em nenhuma lei da Constituição Federal.

O sistema SINAV ultrapassaria os limites da liberdade ou seja, o desrespeito ao Estado Democrático de Direitos e da intimidade dos motoristas, uma vez que os monitoraria em tempo integral e captaria a todos, não só aos infratores. “Da forma como está escrita, a resolução abre espaço para uma ação invasiva do Estado no ‘ir e vir’ dos indivíduos, estejam eles cometendo infrações de trânsito ou não. Uma coisa é captar aquele que infringe a lei. Outra, é captar a todos, em qualquer lugar e a todo momento.

Uma das justificativas também seria a segurança pública, que segundo seus idealizadores seria o objetivo da resolução. Contudo, ela é um dever do Estado exercido pelas polícias e que não deve ser transferido aos órgãos de trânsito.

Esta “transferência” de poder, daria aos DETRANS (Departamentos de Trânsito) um poder exagerado. O sistema, está sendo imposto, e portanto considerado segundo nossa óptica, irregular. É tratado como resolução ao invés de política pública, o que seria o ideal.

O conceito é de placa eletrônica em que, inicialmente, será usada como um instrumento para controle das informações fiscais e monitoração do trânsito. Existem áreas de memória do chip que se poderão agregar outras funções como a inspeção veicular. Isso não exclui o uso de câmeras para fotografar os veículos irregulares. Ela será um elemento adicional à antena, uma vez que os condutores fraudadores que queiram tirar as suas tags – dispositivo instalado no pára-brisa do automóvel – serão penalizados.

O SINIAV, implantado com base em uma resolução, é frágil e pode causar riscos aos investimentos, aos investidores, e às concessionárias, já que a qualquer momento uma ação judicial poderia anular absolutamente a resolução. Constitucionalmente Resolução 212 do Contran deve ser transformada em projeto de lei para que passe por apreciação do Legislativo e vire ou não lei.

Após a implantação do sistema, quem não possuir a placa de identificação no veículo estará cometendo uma infração grave sujeita às sanções previstas no artigo 237 do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê multa e pontuação na CNH, além de retenção do veículo para regularização.

De acordo com o cronograma do DENATRAN, em janeiro deste ano o Grupo de Trabalho de Tecnologia se reuniu para definir o encapsulamento permitido (nos níveis de segurança física FIPS 140-2) nas diferentes versões (ativo, semi-ativo e passivo), além de definir a implementação dos transponders nos diferentes tipos de veículos e as implicações para instalação da infra-estrutura física (quantidade de antenas e posicionamento).

Inicialmente serão cerca de três mil antenas espalhadas em São Paulo e quem fará a instalação será o DENATRAN ou DETRANS com a fiscalização da CET, no caso da cidade de São Paulo.

No Brasil ainda está num estágio de definições, Portugal já decidiu qual será o seu protocolo e países como Japão, Estados Unidos e Europa já avançaram no desenvolvimento de um outro produto capaz de controlar, inclusive, o veículo para reduzir os índices de acidentes, mas nestes Países é escolha ou permissão do proprietário a sua monitoração. 

Nesses países, já usavam um protocolo denominado DSRC (em anexo) – que existe há mais de 20 anos, totalmente aberto e não proprietário. Embora tenha se provado muito seguro, eles decidiram adotar o CALM – que visa não só a parte de administração, mas tem por objetivo proteger os passageiros e os pedestres.Isso porque será possível identificar se o semáforo está vermelho e se o pedestre está cruzando a faixa, além de o sistema conversar com as placas everificar se há carros muito próximos uns dos outros. 

A Multinacional norueguesa QFree é a única fornecedora da solução completa para o projeto com unidade fabril no Brasil. Os outros concorrentes – Transcore, Sirit e Kapsch – operam em outros Países. O objetivo Entretanto, que assim que um protocolo for definido e os Estados começarem a preparar as propostas, essas empresas virão para o Brasil. aumentando a competição, inclusive, para projetos mais arrojados no futuro, como os que controlarão os carros para evitar acidentes de trânsito, programa que entrará em vigor a partir de 2014 no Japão, Estados Unidos e Europa.

CONCLUSÃO

O dispositivo nos Países citados anteriormente têm por objetivo a proteção e segurança pessoal do motorista e passageiros, contudo em caso de necessidade já existe o monitoramento praticado também por Empresas particulares, para rastrear o automóvel, o diferencial é que a escolha sempre é do proprietário do veículo. Em nosso País o dispositivo em tela, tem por objetivo mais um meio de controle e mecanismo arrecadador para o Estado, e a escolha de instalação nunca é do cidadão.

Este aparelho, trata-se de um sistema físico e externo, não prevenirá crimes, uma vez que qualquer ladrão o retiraria com facilidade. Seqüestros relâmpagos? Também não. Saberão onde estamos? o que fazemos? O que gostamos? Sim para todas. 

Monitorizaçãode quando estamos e a que velocidade, multas de rodízio, aferição dos impostos que não foram pagos, é o que se esconde por traz desta falácia com objetivos mentirosos para com a Segurança Pública.

Um sistema desses não existe mais em nenhum lugar do mundo. Muito menos em países com tecnologia suficiente para implementar isso a qualquer momento. O motivo principal alegado é a proteção do Cidadão, e a proteção de sua privacidade? Nos Países verdadeiramente Democráticos, existe uma barreira moral e ética, uma questão filosófica se interpõe no caminho. 

Mas aqui em nosso País essas barreiras não existem e nem são discutidas e nós brasileiros aceitamos passivamente essas decisões por pura falta de vontade, falta de informação, falta de opinião e principalmente a falta de preocupação com nossos direitos constitucionais. 

O próximo passo é talvez implantação de chip em documentos, onde o Governo saberá em tempo real onde o Cidadão está, e quem sabe, evoluindo para o chip implantado no corpo. Depois disso a servidão e a subserviência estarão totalmente implementados, pois o que antes possuíamos, ou seja, a autonomia, independência e principalmente a autodeterminação não serão mais características do ser humano livre no Brasil.

Nem as aterradoras ficções previram tamanha repressão. Nem as piores ditaduras comunistas, nem tampouco George Orwell em seu drama totalitário com titulo “1984”. Mas os membros do Governo 666, parceiros do crime organizado, imaginaram tal atrocidade. 

Cidadãos do Brasil, que ainda amam este País, movam-se. Sem chip, por favor...

Nelson Bruni, Médico Legista, do Trabalho e Especialista em Medicina do Tráfego, é Diretor Adjunto de Ciência e Tecnologia da Escola Superior de Guerra ADESG/SP e Professor da Academia da Polícia do Estado de São Paulo. 
Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A Verdade sobre a Nova Ordem Globalista Illuminats - A real condição humana Parte 6


Isto é muito importante para vermos pelo lado negativo o positiva da situação em que se encontra o mundo.

Antes da Formação dos Estados Unidos “os illuminats”. Existe uma Agenda Secreta atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa. Há uma facção da elite conduzindo a política social, política ecomomia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.

Lembre-se que você NUNCA pode ser privado dos direitos fundamentais a vida, segurança e propriedade; a menos que queira renunciar a eles. As corporações e governo querem controlar você. A ridicularização e proibição de certas culturas foram impostas através de MENTIRAS  a todos os povos da terra. Lutem pelo seu direito cidadão, e não se esqueçam que a UNIÃO DOS POVOS FAZ A FORÇA. DEUS É MAIOR.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Supremo Tribunal Federal - Tendência em Rivalizar

O viés legal parece ter dado lugar a uma arbitrariedade jurídica que, talvez, massageie o ego do ministro-mor do STF. Há quem veja uma tendência do Supremo em rivalizar – como se, constitucionalmente, mais poderes tivesse – com os outros poderes da República, notadamente, com o poder Executivo. Isso já ocorrera na era Gilmar Mendes e, agora, repete-se com Peluso.


O Supremo Tribunal Federal respondeu meus questionamentos   como cartilha que é  única a todos os cidadãos segue:(http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com/2012/01/descaminho-dos-minerios-brasileiros.html ) O art. 102 da Constituição da República determina ao STF a guarda da Constituição Federal. Na área penal julgar os três poderes nas infrações penais comuns. Em grau de recurso Habeas Corpus, Mandato de Segurança, Habeas Data e o Mandado de Injunção decididos em única ou última instância pelos Tribunais Superiores, se denegatória a decisão, e, Em Recurso Extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida contrariar dispositivo da Constituição. E tem mais: que de acordo com o art.2˚ da Carta Magna são três poderes, Legislativo, Executivo e Judiciário, independentes e harmônicos entre si. E tem mais: No que diz respeito à elaboração, alteração ou revogação de leis, cumpre ressaltar que é função do poder Legislativo, cabendo ao Poder Judiciário interpretá-las, e especialmente ao STF, julgar sua conformidade com a Constituição Federal, desde que devidamente provocados, nos termos da legislação processual em vigor.

Nunca é demais lembrar que este mesmo STF, pela caneta do ministro Marco Aurélio Mello,  concedeu [em 2000] habeas corpus ao ex-banqueiro-ladrão, Cacciola permitindo-lhe a posterior fuga para a Itália que se negou a extraditá-lo sob alegação de que o bandido era cidadão italiano. A captura de Cacciola só se deu em 2007, quando o meliante entrava no Principado de Mônaco. Questionado sobre a concessão do habeas corpus a Cacciola, o Ministro Marco Aurélio Mello, foi claro e soberbo ao afirmar que repetiria a concessão sem problemas  e agora é premiado com a progressão de pena. O mesmo se deu com Gilmar Mendes ao conceder vários habeas corpus ao  banqueiro bandido Daniel Dantas (ProtógenesQueiroz). ─ Vale lembrar, quando o STF julgou a demarcação da Reserva Ianomâni (Quem?RobertoGamaSilva) em Roraima o ministro do STF Marcos Aurélio foi o único contra a demarcação: porque?... seu primo Collor de Mello por pressão de Washington, foi quem legalizou a Reserva Ianomâni em 1992 não restando outra alternativa ao ministro a não ser visto como conivente... Não conseguiram enganar a todos.


Porque tanta omissão? Só não vê isso quem não quer ou não tem miolos para tanto. E quem puder pesquisar http://pt.wikipedia.org/wiki/Ducado_da_Cornualha mais profundamente verá a verdadeira razão de se estabelecerem acampamentos de judeus para tomarem o monte Carmelo (onde será construído o palácio templo) sede do Governo Mundial (gente é incrível como a elite judaica internacional usa e abusa da massa judaica. A nova religião que de nova não tem nada, é apenas uma versão do antigo judaísmo do velho testamento adaptada para os dias de hoje, e assim como a bíblia está repleta de absurdos (por favor leiam o livro das leis dessa terrível religião que irá colocar o cristianismo no chinelo e estabelecer um neo-judaísmo. 

As leis do Kitab-i-Aqdas (a “bíblia” da “fé” baha’i), será a futura carta magna da civilização mundial, Baha’u’llah se considera ao mesmo tempo o Juiz, o Legislador, o Unificador e o Redentor da humanidade. O livro do Kitáb substituirá a Bíblia sagrada e deverá ser considerado o novo “Livro de Deus” pela ONU-UNESCO. Nele, Baha’u’llah estabelece a Casa Universal de Justiça como sede do governo mundial. 
http://mudancaedivergencia.blogspot.com/2011/04/monte-carmelo-e-foco-do-maior-incendio.html

A influência no Brasil: O deus da onu (Baha’u’llah) é muito conhecido entre os deputados em Brasília, mas bem desconhecido dos brasileiros. O nome de blasfêmia está escrito nas cabeças de todos os deputados independente de partido ou religião. O congresso nacional segue as leis do Kitáb-iaqdas e não a Bíblia:
A Nova Ordem mundial já tem a sua sede, a sua religião universal e agora só falta nomear o seu “sacerdote” presidente mundial. Quem será? Charles ou William?

Senadores, Deputados Federais, Autoridades Federais do Executivo e do Judiciário, Representantes de Organizações Não-Governamentais e mais de uma centena de bahá’ís ocupam o plenário do Congresso Nacional. Pontualmente às 15 horas, todos se postam em pé e ansiosos dirigem o olhar para a entrada principal do plenário de onde surge Amatu’l-Bahá Ruhíyyih Khanum... (Crédito Márcia Zairos) http://antiteismoportal.blogspot.com/2012/01/religiao-judaico-nazi-sionista-da-nova.html


O Exército Brasileiro vem investindo em suas habilidades de combate em selva, na medida de consultar os vietnamitas e adquirir as suas experiências de combate as quais foram as armas utilizadas para enfrentar os norte-americanos durante a Guerra do Vietnã, de modo que eles agora estão confiantes de que possuem a melhor escola de formação de guerra de selva  em todo o mundo, assim como os melhores guerreiros de selva do mundo. Se a Raposa-Serra do Sol, por exemplo, escolher declarar-se uma nação indígena independente, mesmo com a aprovação da ONU, o Exército Brasileiro tem deixado claro que irá ignorar esta declaração e que vai lutar por isto seja com quem for…

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Governo Mundial e a oligarquia tirânica


Adriano Benayon * – 19.07.2011

Tirania é o nome adequado para designar o “governo mundial”, na direção do qual avança o império. No campo da informação e da comunicação, para alcançar seus objetivos, a Tirania mundial.

1) põe a mídia e formadores de opinião a distorcer os fatos ou a simplesmente mentir;

2) arrasa as culturas nacionais, bases da cultura universal, e destrói os valores que sustentam as civilizações; cria idéias falsas e injeta-as em massa nas mentes das pessoas.

2. Dessas idéias fazem parte ideologias, como:

1) a de que os mercados livres resultam em uso eficiente dos recursos disponíveis e favorecem as economias locais e a economia internacional (liberalismo, monetarismo e outras);

2) a idéia de que os bancos podem ser controlados por donos e acionistas privados sem que os governos dos países não fiquem subordinados a eles;

3) a idéia de que a concentração financeira e econômica, uma vez constituída, pode ser controlada pelo Estado e não implica necessariamente:

a) a destruição da concorrência nos mercados;

b) o não-desenvolvimento de formas de energia, modos de transporte, tecnologias e produtos necessários ao bem-estar da sociedade, inclusive nos alimentos e no setor da saúde;

c) a supressão total de qualquer forma de democracia e de governo favorável à sociedade.

4) a idéia de que existe uma comunidade internacional.

3. Esta só teria como existir se as nações se autoderminassem e se interagissem em cooperação profícua para todas as partes envolvidas. Na realidade, não há nação alguma autodeterminada: as próprias sedes do império - Estados Unidos e Reino Unido (Inglaterra) - são dominadas pela oligarquia mundial, e as organizações “internacionais”, a começar pelas “Nações Unidas”, não passam de instrumentos a serviço da tirania globalista.

4. Desde o fim da 2ª Guerra Mundial, alem da contínua e sempre intensificada intervenção da mídia e dos formadores de opinião, pré-pagos e pós-pagos, os países da periferia do império - notadamente o Brasil, em função de seus recursos naturais sem par - sofreram pressões político-militares, inclusive golpes de Estado, para enfraquecer e desarticular o nacionalismo e o papel diretor do Estado na economia.

5. As campanhas ideológicas regidas pelo império associaram o nacionalismo ao fascismo, ideologia que se apresentou como nacionalista, mas nunca foi senão instrumento dos concentradores financeiros mundiais.

6. Nas periferias também predominaram as ditaduras subordinadas ao império anglo-americano, mais submissas a este do que as fascistas européias, que fizeram o jogo do império, embora, na aparência, a ele hostis.

7. Atualmente, o Brasil precisa preservar-se como nação, pois esta está a ponto de se desintegrar, e isso seria desastroso para os que vivem no território nacional. Não importa se o nome disso (preservar a Nação) é nacionalismo ou não: é o que tem que ser feito.

8. Deixo para artigos subseqüentes a exposição do que entendo deva ser feito. De pronto, interessa encarar o cenário mundial que se apresenta com brutalidade nunca antes verificada, tanto no campo econômico-financeiro como no das armas, cada vez mais letais e criminosamente empregadas pelas forças a serviço da tirania.

9. Povos vitimados: praticamente todos. Mais especialmente, por meio da destruição massiva das finanças: o grego e quase todos os outros. Através do genocídio por meios ditos militares: Líbia, Iraque, Afeganistão, Paquistão, Somália, sem falar em muitos outros hostilizados por terroristas agentes do império, afora a subversão por ele financiada e armada.

10. A finança (bancos, fundos etc.) e a indústria de armamentos, ambas controladas pela tirania global, estão intimamente entrelaçadas. A primeira investe na segunda, que garante em favor daquela, o controle de vários países e a sobrevivência do dólar: é a pressão militar que faz que o grosso do comércio mundial seja realizado através dessa moeda hiperinflacionada.

11. Parte substancial dos déficits acumulados pelo Tesouro dos EUA decorre das crescentes despesas com a máquina de guerra. São cerca de US$ 800 bilhões anuais, ou seja, quase metade do déficit, previsto este ano em 1,7 trilhão. Só o massacre do Iraque já fez os EUA gastarem U$ 4 trilhões no interesse dos bancos, das transnacionais anglo-americanas do petróleo e de empreiteiras do império e de seus satélites europeus.

12. Do lado das receitas, se as pequenas e médias empresas não estivessem sufocadas pela falta de crédito e por juros altos, a produção teria crescido e a arrecadação tributária, muito maior, faria reduzir em muito esse déficit.

13. Por que falta de crédito e juros altos para atividades produtivas e geradoras de emprego, se os grandes bancos dos EUA podem captar dinheiro emitido pelo FED a juros de 0,25% e se, nem precisam disso, pois o FED e o Tesouro os encheram de dinheiro criado em computadores?

14. Por que isso, se esses bancos dispõem de reservas em excesso, de US$ 1,6 trilhão? Por que isso, se o Tesouro lhes deu trilhões de dólares, ao comprar, pelo valor de face, derivativos podres, i.e; títulos superpostos sobre outros que, na base da pilha, não podiam ser pagos pelos devedores e deveriam levar os bancos à falência.

15. O “governo” salvou-os desse modo, embora a crise, que ele dizia querer evitar com isso, proveio da criação irresponsável dos derivativos, com os quais os bancos obtiveram polpudos ganhos.

16. Entre as incríveis benesses em favor dos bancos e à custa da economia, há mais uma, especialmente relevante: o FED está pagando juros aos bancos pelas reservas em excesso que eles ali depositam, as quais provêm de dinheiro emitido pelo próprio FED e do socorro provido pelo Tesouro.

17. Essas reservas passam de US$ 1,6 trilhão, das quais US$ 600 bilhões de agências de bancos não-americanos nos EUA: entre os maiores, dois britânicos, dois suíços, um francês e um alemão. O que não fica nessas reservas é aplicado em especulações, por exemplo, com commodities.

18. Prosseguem, assim, os efeitos do colapso financeiro, que despontou em 2007, já que o modo como os oligarcas determinaram os “governos” (inclusive europeus) a agir não eliminou as causas da crise de 2007/2008 e ainda produziu novos fatores de crise. É por isso que os analistas não-teleguiados pela tirania prevêem, para breve, uma crise ainda mais aguda do que aquela.

19. De um lado, ainda ficaram com os bancos enormes somas de derivativos, cada vez mais insolváveis, porquanto a economia real não foi recuperada (ao contrário, predomina a depressão em muitos países).

20. De outro lado, o colossal socorro aos bancos, com dinheiro público e com emissões desbragadas de mais dinheiro, produziu mais uma crise: a dos déficits e a da dívida pública, como a dos EUA.

21. Além disso, foram geradas crises na periferia européia com a depressão econômica nos EUA, no Japão e na maior parte dos países europeus, e também em função de jogadas de bancos, como o Goldman Sachs, que causaram aumentos nos juros das dívidas desses países, com a ajuda das agências de risco e fazendo hedge com essas dívidas.

22. Nos EUA o “governo” está tentando fazer duas coisas contraditórias: 1) evitar que o dólar deixe de ser a moeda das transações mundiais; 2) continuar inflacionando essa moeda. Ambas refletem o mesmo desejo: prosseguir valendo-se da mordomia que lhes proporciona cobrir os astronômicos gastos militares do império, além das loucuras em favor dos bancos e demais concentradores econômicos, simplesmente emitindo aquela moeda.

23. Nesse contexto está inserida a batalha político-demagógica entre “democratas” e “republicanos” sobre a elevação do teto de endividamento dos EUA. Se o Congresso não a autorizar, os EUA teriam de cessar os pagamentos da dívida federal (US$ 17 trilhões, sendo US$ 3 trilhões de títulos com o FED).

24. Isso detonaria o colapso do dólar. Para conseguir aquela autorização, o presidente “democrata” dos EUA propôs diminuir as despesas federais mediante brutais cortes nos gastos sociais, o que fará agravar ainda mais a depressão, a crise imobiliária, o desemprego e tudo mais. Ele parece pretender superar, em zelo castrador da economia, o “republicano” Hoover, que fez aprofundar a depressão após a crise financeira de 1929.

25. Os Estados, as cidades e os condados naquele país já se encontram em situação insustentável, proibidos que são de ter déficits orçamentários. Cerca de 100 cidades importantes estão prestes a entrar em posição falimentar, o que acontece também em estados importantes.

26. A nova fase do colapso financeiro mundial repercutirá no Brasil, cuja situação já é desfavorável, como demonstrei em artigo recente.

• - Adriano Benayon, doutor em economia pela Universidade de Hamburgo, Alemanha, é autor de Globalização versus Desenvolvimento. 
Tirania mundial - Publicado em A Nova Democracia, nº 80, agosto de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A Sinfonia Comunista Rothschild



A SINFONIA VERMELHA 



A experiência humana está ameaçada por interesses privados que usurparam a função da criação de moeda. A história moderna reflete o processo gradual pelo qual a transferência de toda a riqueza e poder para si, destruindo a civilização ocidental ea criação de um estado policial mundial. 

-----------------------------------------------------------------------
por Henry Makow Ph.D. 
de SaveTheMales Website
09 de novembro de 2003
http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_rothschild08.htm

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

"Mafia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial"


Trecho do capítulo 5 do livro "Mafia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial"

Mais sofisticado que Lutzenberger, o físico José Goldemberg ganhou notoriedade nacional a partir de meados da década de 70, na esteira da oposição de parte da comunidade científica brasileira ao programa nuclear brasileiro, em especial o Acordo Nuclear com a Alemanha. A militância antinuclear e em favor das fontes energéticas alternativas o levaram a aproximar-se dos círculos da ?Nova Ordem Mundial? que promovem o ambientalismo e as restrições tecnológicas. A sua entusiasmada adesão ao catastrofismo ambientalista - condição básica para o ingresso naqueles meios - pode ser constatada com o parágrafo introdutório de seu livro S.O.S. Planeta Terra - o efeito estufa: ?O planeta Terra está ameaçado. O Eden original no qual viveram nossos antepassados distantes - em equilíbrio com a natureza - já não existe mais a não ser em regiões isoladas e protegidas.?


No livro, repleto de informações e dados incorretos sobre os fenômenos atmosféricos, Goldemberg abraça a tese de que os recursos necessários para ?combater as conseqüências do efeitos estufa, ou preveni-las?, sejam gerados pela aplicação de impostos sobre a produção dos derivados do carbono.

Em 1989, ao concluir o seu mandato na reitoria da Universidade de São Paulo (USP), Goldemberg iniciou em grande estilo a sua escalada na hierarquia dos serviçais do Establishment oligárquico. Por intermédio de Yevgeny Velikhov e outros contatos soviéticos, foi convidado a integrar a junta diretora do Fundo Internacional para a Sobrevivência e o Desenvolvimento da Humanidade, entidade sediada em Moscou, cuja finalidade era a de criar um foro de debates Leste-Oeste para a agenda malthusiana-ambientalista. No mesmo ano, ele havia participado do Foro Global de Líderes Espirituais e Parlamentares para a Sobrevivência Humana, também realizado em Moscou, com patrocínio do Fundo. No Foro, Goldemberg foi convidado pela ONG Greenpeace para escrever um dos capítulos do livro Global Warming (Aquecimento global) , publicado no ano seguinte pela organização e o qual constituiu uma das maiores peças propagandísticas em favor das teorias catastrofistas sobre o fenômeno e das drásticas medidas de controle de emissões sugeridas para minimizá-lo, das quais Goldemberg se mostrou um ferrenho adepto.
Os contatos de Goldemberg com Velikhov datam pelo menos de 1986. Sintomaticamente, Velikhov foi também o responsável pelo estabelecimento de um escritório do Greenpeace em Moscou.

Sintomático das idéias de Goldemberg é um artigo publicado pelo jornal Folha de S. Paulo (29/01/89), intitulado ?Amazônia e seu futuro?. Nele, Goldemberg pergunta: ?Se for possível converter parte da dívida externa em apoio a tais medidas (proteção da Floresta Amazônica - n.a.), por que não usar este instrumento?? Em seguida, ele mesmo propõe: ?Cálculos preliminares mostram que cerca de 30% da Amazônia poderiam ser convertidas em parques e/ou áreas protegidas com um dispêndio de US$ 3 bilhões (atualmente só 2% da Amazônia são parques nacionais). Três bilhões de dólares é menos do que três por cento da nossa dívida externa. Não nos parece nenhuma perda de soberania aceitar estes dólares, o que aliás, seria uma forma de testar a sinceridade (ou hipocrisia) de senadores e outras autoridades da floresta amazônica?.

Em 1990, além da nomeação para o gabinete de Collor, Goldemberg foi convidado pela Fundação Rockefeller para integrar o conselho diretor da Leadership for Environment and Development (LEAD), uma organização destinada a formar ?lideranças ambientais? em países-chave para os propósitos do Establishment anglo-americano, entre eles o Brasil. Em uma década, o programa já treinou milhares de profissionais para difundir o ideário malthusiano-ambientalista em postos governamentais, empresariais e acadêmicos.

Em maio do ano seguinte, a mesma fundação colocou Goldemberg à frente de uma nova fundação internacional, criada para promover a adoção de fontes energéticas ?alternativas? nos países em desenvolvimento. Na ocasião, ele voltou a manifestar a sua insatisfação com os rumos do debate internacional em torno da assinatura de um tratado internacional sobre o controle das mudanças climáticas, previsto para a Conferência de 1992, devido à oposição de alguns países que ?não compreendem o problema?.

Ainda em 1990, Goldemberg ampliou seus vínculos com a cúpula ambientalista ao ser indicado para o conselho diretor do Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (IISD), ONG baseada em Winnipeg, Canadá. Outro membro do conselho do IISD é ninguém menos do que Maurice Strong.

No Governo, um dos primeiros alvos de Goldemberg foi o programa nuclear desenvolvido pelas Forças Armadas. Em setembro, por insistência sua, Collor protagonizou um dos mais deprimentes episódios de emasculação de um país diante da oligarquia internacional, ao lançar uma pá de cal simbólica num poço existente no campo de provas da Aeronáutica em Cachimbo (PA), o qual supostamente serviria para testes de artefatos nucleares. Ao lado de Collor e Goldemberg, estava José Lutzenberger.

Em 10 de outubro, o New York Times publicou uma entrevista com Goldemberg, na qual este revelou a existência de ?um relatório confidencial de 50 páginas a respeito do projeto da bomba atômica brasileira, entregue ao presidente Collor?. Na entrevista, ele aponta o ex-presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) Rex Nazaré Alves e o brigadeiro Hugo de Oliveira Piva, ex-diretor do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) como os principais responsáveis pelo programa secreto, denominado ?Projeto Solimões? - ao qual descreve, depreciativamente, como ?uma mistura de Irãgate com Sonho de uma Noite de Verão?.

Goldemberg foi também um dos primeiros a propor que os países do Grupo dos Sete (G-7) financiassem um programa para a conservação da Floresta Amazônica. Em sua forma inicial, ele propôs que o G-7 concedesse ao Brasil uma ajuda anual de 2 bilhões de dólares para projetos de reflorestamento.

Igualmente, ele foi um dos pioneiros de um esforço que se desenrolou ao longo de toda a década de 90, no sentido de mudar a matriz energética brasileira - baseada predominantemente na energia hidrelétrica -, para dar maior ênfase ao gás natural. Durante a sua gestão, ele se empenhou pela construção do gasoduto Bolívia-Brasil, o que só viria a ocorrer no Governo Fernando Henrique Cardoso.

Em março de 1991, Goldemberg foi agraciado nos EUA com o Prêmio Internacional para o Desenvolvimento Sustentável, por suas propostas sobre políticas dos países em desenvolvimento frente às supostas mudanças climáticas.

Com a demissão de Lutzenberger, Goldemberg assumiu interinamente a Secretaria do Meio Ambiente, à frente da qual participou da conferência Rio-92, em junho.
Durante toda a sua participação no Governo Collor, encerrada em setembro (depois de assumir o Ministério da Educação), pouco antes de o presidente ser defenestrado do cargo por acusações de corrupção, Goldemberg atuou como um eficiente agente de influência do Establishment oligárquico. Em grande medida, por influência sua, o Brasil aderiu a todos os acordos internacionais elaborados pelos estrategistas oligárquicos para a escalada rumo ao pretendido ?governo mundial?, tanto na área ambiental como na científico-tecnológica. Entre eles, destacaram-se: o Protocolo de Montreal; o Tratado de Tlatelolco, de banimento de armas nucleares na América Latina; o Acordo Quadripartite de Salvaguardas Nucleares, que estabeleceu a criação de uma agência argentino-brasileira para fisaclizar as atividades nucleares dos dois países; e fez sérios acenos para a adesão ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares e ao Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, que seria efetivada no Governo Fernando Henrique Cardoso. Efetivamente, ele tem feito por merecer os numerosos postos e galardões com os quais tem sido agraciado pelos seus patronos oligárquicos.

José Goldemberg
José Goldemberg Gaúcho de Santo Ângelo, 82 anos, é físico nuclear tem um PhD em física nuclear (1954). Ele foi reitor da Universidade de São Paulo (1986-90), Ministro Federal da Ciência e Tecnologia (1990-91) e Ministro Federal da Educação (1991-92) e foi o ministro do Meio Ambiente de São Paulo desde 2002. Enquanto Ministro do Brasil de Ciência e Tecnologia, Goldemberg convenceu o presidente Collor de Mello para acabar com o programa do Brasil de armas nucleares, o que levou a Argentina para encerrar seu programa de baixo também sob vigilância por um conjunto argentino-Brasil inspecção. Goldemberg é mais conhecido por seu trabalho sobre energia global (incluindo o futuro da energia nuclear e suas conseqüências) e questões ambientais, o que resultou em ele ser um co-receptor da sueca Volvo Environmental Prize em 2000.http://www.fissilematerials.org/ipfm/pages_us_en/about/members/members.php

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Poder Dominante autores dos crimes contra a humanidade.

A maior conspiração da história foi a que planejou, ao fim da Idade Média, instituir uma sede segura para os negócios conduzidos pelos poderosos mercadores e banqueiros  internacionais, então residentes na Europa após um périplo milenar por Cartago, Alexandria, Constantinopla, Veneza e Amsterdam, gente apátrida e aparentemente agnóstica ou infiltrada nas religiões monoteístas, porém secretamente adepta da crença pagã babilônica, e cuja única meta sempre foi obter lucros fabulosos, prazeres, luxos, riquezas e destruir as demais religiões.

Mauricio de Nassau
As batalhas continuaram até 23 de janeiro de 1654, quando os holandeses cercados e reunidos no forte das Cinco Pontas se rendem finalmente às tropas portuguesas com a garantia de que poderão voltar a salvo para a metrópole.


Os judeus, que tanto ajudaram aos holandeses, alguns abandonaram Recife e se dirigiram a outras colônias holandesas, como o Suriname, a Jamaica, Nova Amesterdã (atual Nova York), além da própria Holanda. Muitos judeus refugiaram-se nos sertões pernambucano identificando-se como nordestinos.

  • Fala minha: É inacreditável a história  contada  nos livros. Se... "COMO DIZEM"! foram os Nordestinos  em luta desbravada que libertou o nordeste pernambucano dos holandeses, então apoiados pelos judeus, porque então, estes mesmos nordestinos foram confinados em campos de concentração, sofreram o genocídio viveram o holocausto no nordeste provocado por esta mesma elite  que imperava, e até hoje domina o Nordeste pernambucano na mais restrita condição de QUEM?  lá poderá viver, ou se instalar?  http://mudancaedivergencia.blogspot.com/2010/07/campos-de-concentracao-no-nordeste.html  


Esse mesmo grupo de piratas e colonos , representantes dos mercadores, após breve fuga para Amsterdã voltou ao Novo Mundo, dessa vez um pouco mais ao norte, onde ocupou uma ilha, comprada esperta e maliciosamente aos índios locais por ninharias, e que denominaram Nova Amsterdã em homenagem ao seu porto de origem e sede de seus negócios.
Nova Amsterdam
 Essa ilha, quando a sede dos interesses que a compraram foi transferida para a Inglaterra, teve o nome mudado de Nova Amsterdam para Nova York, mantido até hoje.

Depois de fincar sólidas raízes no continente americano,através desse grupo de mercenários e colonos, os mercadores e banqueiros tentaram submeter o povo das 13 colônias americanas, à força, pelo poder do exército da Inglaterra, país para onde haviam migrado e se infiltrado, abandonando a Holanda.

O pressentindo o fracasso iminente na luta armada, iniciaram um movimento de conquista dos Estados Unidos pela persuasão, pelos negócios, pela compra de terras e lealdades, chegando mesmo a financiar o exército americano revolucionário na guerra da Independência e na formação da República.

O financiamento à Guerra da Independência também foi espertamente provido pela própria Cia. das Índias e mercadores associados, agora sob uma outra razão social.
Cia. das Índias
Essa nova empresa, que sucedeu à Cia. das Índias, existe até hoje e continua recebendo dividendos do povo americano pelo “investimento” feito em sua “Independência”.


Um comerciante estrangeiro, associado aos objetivos da Cia. das Índias, ajudou sozinho o esforço financeiro de guerra. 


E ficou ainda mais rico vendendo os bônus da guerra que ele mesmo emitira e financiara do próprio bolso?


Em sua homenagem, os “Pais da Pátria” mandaram colocar no selo nacional dos
(Isis-Semiramis)
Estados Unidos um símbolo identificado com o culto à deusa babilônica Astoreth (Isis-Semiramis) e a uma família européia que tomou o nome desse símbolo (atualmente usado largamente pelo movimento sionista, promovido e financiado por essa mesma família), e que pode ser reconhecido até hoje no verso das notas de um dólar, as mais correntes no mercado.

Anos depois da consolidação da nação americana, esse contínuo processo de sedução, corrupção e financiamento terminou por submeter a soberania econômico-financeira dos Estados Unidos a esse grupo oligárquico, familiar, de banqueiros, financistas e negociantes.
“O SOMBRA”
Um cidadão americano, o primeiro marqueteiro eleitoral da história e traidor da sua pátria, por nós apelidado de “O SOMBRA”, foi, no princípio do século XX, contratado por essa oligarquia para selecionar e eleger um presidente dos Estados Unidos, dócil o bastante para facilitar a tomada do poder por esse mesmo grupo de ricaços.


Uma vez no poder, esse grupo fechado montou um esquema administrado por instituições secretas com uma rede de correspondentes e de lealdades planetárias, adquiridas a qualquer preço, as quais lhe asseguram, desde então, a posse da máquina governativa dos EEUU e a sua estrutura político-econômico- militar, operacionalizando, a partir daí, o Governo Mundial.


Esse mesmo grupo de poderosas famílias e seus associados, agora agindo através dessas sociedades fechadas e de seus asseclas, lançou as bases da “Nova Ordem Mundial” e da “Globalização”, concentrando e infiltrando seus interesses de poder no restante do planeta.


Para dividir e conquistar a humanidade, esse grupo oligárquico financiou os bolcheviques e seu regime de inaudito terror, ajudando a implantar o comunismo e a criar a chamada “bipolaridade do poder”, na verdade um sistema de domínio mundial compartilhado, totalmente controlado por esse bando de celerados.



Que, desde então, visando consolidar sua posição estratégica, tal oligarquia determinou aos seus agentes, políticos, intelectuais e “governantes” dos países “aliados”, que combatam duramente os militares e civis nacionalistas e as grandes religiões: o judaísmo, o islamismo e o catolicismo, de molde a quebrar as últimas resistências aos conceitos de fraternidade universal e de estado-nação para facilitar a criação de uma sociedade global inteiramente materialista e fiel à religião babilônica.


As grandes religiões monoteístas foram infiltradas por agentes desse grupo, na tentativa de torná-las servis a esse poder.


 Por isso, todas as religiões, indistintamente, trazem dissimulados em suas tradições símbolos e rituais pagãos desse culto satânico.

 A desmoralização do povo Judeu, cruel e mentirosamente associado a essa grande conspiração mundial pelo poder político, à implantação do bolchevismo e à ambição pelo poder financeiro, sempre foi promovida para camuflar os verdadeiros autores desses crimes contra a humanidade.

A  perseguição aos Judeus e o seus Holocaustos foram feitos em favor de seus mesquinhos interesses.


A divulgação de obras apócrifas e racistas, como os “Protocolos dos Sábios do Sião”, durante parte do Século XIX e todo o Século XX, falsamente atribuídas ao povo Judeu, hoje totalmente ilibado dessa infame acusação, foi feita propositalmente, para, dessa forma, esconder os seus verdadeiros autores.


Esses farsantes, forjadores de obras anônimas ou mentirosas como essa, destinadas a intrigar a Humanidade contra todo um povo inocente, hoje já estão perfeitamente identificados.



Esses mesmos facínoras, quando apontados 

ou confrontados com a verdade, procuram 
proteger-se escondendo-se atrás da religião 
ou do povo Judaicos e acusam seus 
detratores, com todas as forças e meios
 poderosos de que dispõem, de anti-semitas.
Para continuarem a promover seus interesses 
Para continuarem a promover 
seus interesses escusos eles se 
camuflaram no seio e no comando de todas as religiões.
http://mudancaedivergencia.blogspot.com/2010/11/poder-dominante-criacao-do-estado-de.html


O texto do Sombra revela muitos desses nomes e as religiões onde eles, respectivamente, se escondem.

Por isso, rivalidades entre elas e seus adeptos foram criadas artificialmente, de molde a dividir as pessoas, ao invés de uni-las, facilitando sua conquista e a imposição de suas vontades.



O magnífico padrão de vida dos Estados Unidos é ministrado, cuidadosamente, aos

americanos para que vivam felizes e se sintam superiores ao resto da humanidade, como se desfrutassem do paraíso terrestre, sem gerar problemas locais para a sede do Governo Mundial.



Esse padrão de vida americano foi construído e é engenhosamente ministrado por uma política econômico financeira gerida pelos doze bancos centrais privados que constituem o Federal Reserve

System, a fabulosa máquina de fazer dinheiro a partir do nada, ou melhor, de papel e tinta de impressão, transformando-o aos olhos de todos, pela mais pesada e sórdida propaganda, como a oitava maravilha do mundo, o maior e melhor objeto da cobiça e do desejo humanos.


Apesar da suposta e artificialmente criada rivalidade entre cristãos, judeus e muçulmanos, pessoas que se dizem membros dessas três religiões são sócias fraternas no comando do FED e sua máquina de fazer dinheiro e explorar a humanidade.


O maior acionista individual do Citibank (Um dos grandes bancos controladores do FED) é um membro da muçulmana Casa Real da Arábia Saudita, a maior fornecedora de petróleo para mover a chamada “máquina sionista de poder ”.


O magnífico patamar de riqueza e civilização implantado cuidadosamente nos Estados Unidos para que lá possa operar, sem sobressaltos, a “Máquina do poder”, é ”vendido” ao povo americano, pelo seu governo e pela grande mídia mundial, como resultado exclusivo de sua imensa “competência” e inegável “capacidade”, resultado da “democracia” e dos “valores do mercado”, e não o fruto de uma imensa conspiração que saqueia a riqueza mundial em benefício da Sede e da população desse governo mundial.
Pirâmide da desigualdade


O povo americano, em função da máquina de propaganda que exalta suas supostamente superiores capacidades intelectual e empreendedora, acredita, pia e ingenuamente, que quaisquer críticas ao modelo econômico que o beneficia, em detrimento dos demais povos, são fruto da inveja e do desejo de destruí-lo, estando, por isso, sempre a favor de ações bélicas contra seus supostos “inimigos”.

Essa versão falsificada da verdade destrói a auto estima dos povos espoliados, condenados à pobreza forçada ,como os brasileiros, e aumenta a alienação do generoso e cândido povo americano que, supondo-se o “eleito” para salvar e governar a humanidade, com seus valores de perfeição absoluta, aceita serena e patrioticamente a manipulação e a “ocupação alienígena” que vem sofrendo.  


Mesmo assim, a riqueza americana, como em qualquer outra parte do mundo, concentra-se cada vez mais nas mãos de poucos, os que já dominam e controlam totalmente o planeta e seus bem nutridos e remunerados agentes e asseclas, criando uma nova geração de americanos condenada, como

nós, à pobreza?? - Os outros povos do mundo (vejam o que fizeram com o Haití) são mantidos sob rígidas e inflexíveis políticas ditadas por “organismos multilaterais”, meros braços desse aparato globalizante, para que não possam se desenvolver, ombreando-se com os Estados Unidos. Sabem o porquê dessa estratégia?
http://mudancaedivergencia.blogspot.com/2010/08/haiti-nunca-teve-hipotese.html

Produção  destinada consumo externo
Que o destino
 final desses
 pobres, inclusive americanos, será  o 






“desaparecimento”, espécie de “solução final” desse novo fascismo de mercado”?



Engenharia Genética e os alimentos transgênicos serão os instrumentos dessa nova solução final contra a pobreza e a exclusão.

Todo esse aparato de poder é totalmente controlado e manipulado por membros e aliados de apenas Treze Famílias.


Os organismos administrativos de implantação do governo mundial são as chamadas “Agências Reguladoras Independentes”, encarregadas de transferir, na moita, o poder republicano, do povo, para o mercado.


Esse terrível sistema, por incrível que pareça, está sendo financiado pelos impostos públicos que cobrem as despesas e a independência desses terríveis núcleos do Estado Supranacional do Mercado, sobre quem o estado-nacional,dentro em breve, nada mais poderá fazer.


O cartel de bancos centrais americanos não pertence ao seu povo? Quem são os seus verdadeiros donos?
http://aguanectardivino.blogspot.com/2011/02/banco-mundial-leva-os-paises-seguir.html


Qual é o verdadeiro significado da badalada expressão “Banco Central Independente”?

Os Estados Unidos, a partir dos anos 20, passaram a possuir doze moedas diferentes, emitidas por cada um dos seus doze bancos centrais privados, embora muito parecidas, e com o mesmo nome.

  • Fala minha: Até Hitler se viu no direito de fabricar a moeda americana em "máquinas adquiridas"  motivo este da fúria de Rothschild contra os nazis-Hitler, fabricados por ele para derrotar  Stalin.
Todas as notas de dólar estão sendo modificadas e substituídas, pouco a pouco, para esconder as diferenças que as caracterizavam?

Apesar dessa maquiagem, você pode aprender a distinguir, mesmo nas notas novas, que banco emitiu cada uma delas.


Desde 1940, todos os Secretários de Estado americanos, menos um, e todos os Secretários de Defesa, sem exceção, foram membros de uma mesma sociedade secreta.

Os mais recentes presidentes do FED e dos Estados Unidos também são membros dessa mesma sociedade.

Bin Laden e seus mujahedin foram recrutados, treinados, financiados e empregados pela CIA.

Toda essa trama insidiosa e secreta faz do generoso povo estadunidense o mais enganado e explorado do planeta, digno de pena, apesar do elevadíssimo padrão de vida de que desfruta.

Foram os banqueiros de Wall Street os financiadores de Marx, Trotsky, Lênin, dos bolcheviques e da sangrentRevolução que derrubou a monarquia e assassinou cruel covardemente o Czar de todas as Rússias e toda a sua indefesa família, proclamando um governo comunista. Sabem porquê?

Quem governa, “realmente”, os Estados Unidos?

 Bill Clinton, um menino pobre, chegou a presidente dos Estados Unidos pela ajuda de homens poderosos e de sociedades secretas. Quem pagou seus estudos? Quem o levou para o centro de poder?

família Bush controla, há muitos anos, uma sociedade secreta, dentro da Yale University, que recruta e prepara jovens para assumir postos chaves na sociedade americana.
Royal Institute

O que une ou diferencia o Council on Foreign Relations, o Royal Institute of International Affairs, os Bilderberger, a Comissão Trilateral, o Diálogo Interamericano, o Consenso de Washington, a Sociedade Liberal de Mont-Pélérin.

Alguns de seus membros mais proeminentes e que funções públicas de grande destaque ocupam hoje.

Celso Laffer, Serra, Kassab
Itagiba,Israel Klabin,MincIsrael Klabin Prefeito RJ de 1979 a 1980


Hoje 2010...tudo mudou?
Lula foi durante vinte anos, Executivo de uma dessas sociedades mundialistas acima, junto com Fernando Henrique Cardoso, Henrique Meirelles (O Homem do BankofBoston) e Israel Klabin, primo do várias vezes ministro Celso Lafer.
[Imagem: Foto+090.jpg]
FHC no Centro...

Essas organizações fechadas, super-influentes nos Estados Unidos e no restante do mundo sempre foram mais noticiadas no “Pravda” do que no “New York Times.”

Royal Institute foi criado para perpetuar o poder britânico no mundo,inclusive nos EEUU.

Muitos autores denunciam terem os Rockefeller, os Warburg e os Morgan se tornado testas de ferro dos Rothschild nos EEUU.

A suposta democracia nos Estados Unidos, paradigma para o resto do mundo, é cada vez mais uma ficção.

Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso foram beijar a mão de um
 poderosíssimo empresário americano, 
assim que se elegeram presidentes do Brasil. 
Por que? Quem é 
e o que faz
 esse misterioso e poderoso chefão?


Assim que LULA tomou posse foi procurado 
por representante desse mesmo empresário para tratar de assuntos alimentares e do plantio de soja transgênica.


deformações transgênicos


Segundo boletim
 da Campanha
 Por um Brasil Livre de Transgênicos, 
o uso do glifosato, herbicida 
aplicado em transgênicos liberados,
 está perdendo a eficácia 
pois as plantas `invasoras` 
estão cada vez 
mais resistentes.


Esse é o motivo das empresas começarem a usar herbicidas ainda mais tóxicos, como o 2,4-D. Em 5 de fevereiro, um boletim da Frente Parlamentar da Agropecuária informou sobre a solicitação da Dow à CTNBio para conduzir testes de campo com soja transgênica tolerante ao 2,4-D.
Transgênicos Bayer
Transgênico Bunge/Monsanto
Esta substância é um dos componentes do agente laranja, usado na Guerra do Vietnã pelos Estados Unidos para desfolhar matagais é Extremamente tóxico, o herbicida é responsável pelo aparecimento de milhares de casos de câncer, doenças neurológicas e pelo nascimento de crianças deficientes no Vietnã 
[ foto acima ].

NOTE BEM!
O assunto aqui abordado é tão sério e as denúncias tão bem formuladas que bibliotecas públicas e privadas, americanas e européias, têm visitado a página e solicitado cópias desses artigos.

O maior contingente de visitantes estrangeiros à página deste Autor provém dos Estados Unidos, representando,sozinhos, mais de 5% dos acessos.

Todas essas denúncias e muitas outras contidas nos artigos aqui expostos tiveram enorme repercussão entre a intelligentsia brasileira, autoridades civis e militares, jornalistas, professores universitários, estudantes, parlamentares,mas a grande mídia, salvo algumas exceções, continua guardando silêncio sepulcral a respeito.

Coincidentemente, esses mesmos órgãos da imprensa e seus jornalistas patriotas, que se auto-proclamam exclusivamente preocupados com o bem-estar público e o interesse da nação brasileira, continuam apoiando as mesmas políticas nefastas que, há anos, vêm endividando e infelicitando a Nação e causando a miséria e a desgraça do povo brasileiro. - FINAL:

        Em 1938, o Sombra, cujo nome de batismo era Edward Mandell House, veio a falecer. Seus planos de formação de um governo mundial unificado, entretanto, jamais foram abandonados ou interrompidos por aliados, seguidores ou patrocinadores.
 Talvez o aspecto mais enigmático e curioso da fantástica história do Sombra é que, tendo ela ocorrido em solo da maior democracia liberal do planeta, os Estados Unidos, uma inédita e ainda pouco explicada associação de respeitados capitalistas, empresários e banqueiros, tenha financiado planos concebidos e executados por um assumido marxista, cujo objetivo final teria sido, nada mais nada menos, do que socializar os Estados Unidos.
 Em 1912, o Coronel House, bem ao seu estilo "low profile", escreveu um livro, sob a forma de romance ficcional, chamado Philip Dru: Administrador - A Story of Tomorrow, único documento do seu legado contendo idéias teóricas, onde ele defende uma "conspiração"(o termo é dele) através da qual ganharia o controle dos Partidos Republicano e Democrático e usaria a ambos como instrumentos da criação de governo mundial socialista. Assumiu, também, estar trabalhando pelo "socialismo como sonhado por Karl Marx" e defendeu a tese de que a economia mundial fosse gerida por uma oligarquia financeira anglo-saxônica e um ditador mundial servido por um "Conselho de Doze Homens Fiéis". O Coronel House, "amigo íntimo de homens internacionais famosos", deixou claro e patente que possuía sonhos realmente grandiosos. Entre estes, sobrepôs-se o da criação de uma Nova Ordem Mundial, dominada pelas finanças anglo-americanas, com ele próprio à frente, assumindo o papel do ditador propugnado em seu único livro. Para tanto, seria absolutamente necessário, em primeiro lugar, o colapso e a dissolução das monarquias da "antiga ordem".

Apesar do apoio incondicional que sempre recebeu de seus patrocinadores, maior do que qualquer outro homem na história da humanidade, O Sombra não viveu o bastante para ver realizados todos esses seus sonhos delirantes de poder. Porém, o generoso suporte financeiro dos banqueiros de Wall Street, conta-nos em voz baixa a história, que jamais faltou ou foi insuficiente para estimular os esforços revolucionários de Marx, Trotsky e Kerensky na derrubada de Nicolau II, o Czar de todas as Rússias, continuou fluindo, mesmo após a morte do Sombra, para a realização da fracassada utopia comunista na antiga União Soviética!!!

Qual seria, então, a explicação lógica para esse enigmático mistério, que juntou no mesmo jogo de influências e interesses, durante quase todo o Século XX, homens de negócios, políticos, intelectuais, idealistas, inocentes úteis, o "Manifesto Comunista", banqueiros capitalistas e revolucionários marxistas e leninistas...? Puro idealismo? Sonhos visionários de poder desmedido? Ambição irrestrita e desenfreada? Algum tipo de fervor determinístico ou transcendental? Ou, até mesmo, todos esses fatores combinados?

POST-SCRIPTUM

Na primavera de 1991, num artigo denominado “Muito merecida audiência para a Nova Ordem de Wilson", o jornal Washington Post, em artigo firmado pelo jornalista Edwin M. Yoder Jr., afirmava que já era hora do mundo dar o devido crédito ao Pres. Wilson e ao Coronel House como os verdadeiros autores da Nova Ordem Mundial e da Globalização.
(Por: Armindo Abreu)