segunda-feira, 10 de abril de 2017

Serra da Lua Roraima e o "patrono" príncipe Charles

Quem poderá me responder porque a área toda da Serra da Lua em Bonfim Roraima contígua a Guiana, rica em Petróleo, aonde os agricultores foram expulsos pelo governo bandido,  foi  "vendida, ou homologada, ou doada" pelo governo corrupto de Lula e Dilma Rousseff  tendo como patrono o príncipe Charles da Inglaterra. Essa área, divisa com a Guiana e Venezuela  de Maduro  que tem como vice  presidente   Tareck El Aissami(*).
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Bonfim/Roraima beirando o Rio Tacutu  do outro lado a Guiana está sendo  invadida pelos "venezuelanos" tendo como líder das minorias o  agenciador subversivo Faradilson Mesquita, e os governantes brasileiros omissos nada fazem, deixa acontecer. Michel Temer nada faz pela integridade da soberania brasileira. E para facilitar o "príncipe",  o ex-motorista do terrorista Marighela,  Aloysio Nunes libera na Câmara o "seu" Estatuto do imigrante escancarando as fronteiras brasileiras para os mercenários e não nacionais mais facilmente, invadirem o Brasil.[7]   (*)desempenha  papel fundamental para que o Irã e o grupo islâmico libanês Hezbollah ganhe espaço na América Latina:   https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2017/02/06/vice-punho-de-ferro-espalha-medo-na-venezuela-para-salvar-maduro.htm

Quando o perigo mora ao lado: Terras indígenas e o judiciário Deborah Duprat Subprocuradora-Geral da República Coordenadora da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do  Ministério Público Federal[6] Marina Silva à serviço da Sunvirval britânica Internacional WWF; Débora Duprat  na foto, é a procuradora que diz que os filhos não pertence as famílias.

Roraima
perseguição e expulsão dos agricultores da Serra da Lua
Os produtores rurais brasileiros não suportam mais tanto descaso com seu direito, dado por Deus, à propriedade privada, ao trabalho e ao sustento familiar…
Quantas desapropriações de terras feitas por um governo socialista, totalitário, que não só em Roraima, como em todo o país, tira as terras dos trabalhadores honestos para pôr em continuidade seu plano de poder comunista.

Nova demarcação de território indígena ameça famílias de Serra da Lua

Assista abaixo ao depoimento que nos concedeu o Sr. Alceu Thomé, 79 anos, morador de Serra da Lua (Roraima). Esta entrevista e, gravada com a Sra. Dorinha, foram enviadas as autoridades de Roraima que prometeram tomar providências para impedir mais esta demarcação do Governo Dilma[1].

Depoimento de Dorinha Serra da Lua

O Estado de Roraima ainda não se recuperou da tragédia representada pela expulsão de mais de 300 famílias e agora nova desapropriação ameaça os moradores de Serra da Lua.
Há sete anos, em decorrência da criação da terra indígena Raposa/Serra do Sol, proprietários da região foram cruelmente retirados de suas próprias casas.
Agora nova perseguição se abate sobre outros pioneiros ruralistas, pois a febre de demarcações dos governos do PT não cessa.
Para perseguir as propriedades eles são capazes de “ressuscitar” novos índios, inventar falsos quilombolas, criar assentamentos de Reforma Agrária, e também parques ecológicos de conservação ambiental em terras de ocupação centenária.
Assista abaixo ao depoimento emocionado de Dorinha Serra da Lua, que conta sua história de seu nascimento e, ao mesmo tempo, desabafa sobre como vem sendo este novo processo de desapropriação no Estado de Roraima[2].
A febre de desapropriações de terras pelo governo do PT não cessa: ele faz aparecer, ora novas tribos indígenas, ora falsos quilombolas, ora assentamentos de Reforma Agrária, ora unidades de conservação ambiental em terras trabalhadas por pioneiros brasileiros há mais de 100 anos.

Com o Amapá, Roraima — até então território — tornou-se unidade da federação em 1988. Com área de 224.298,98 km2, pouco menor que o estado de São Paulo, o novo estado faz parte da Amazônia Legal. Situa-se no extremo norte do Brasil, com 95% de suas terras acima da linha do equador, limitando com a Venezuela e a República da Guiana. Aliás, é lá que se encontra o Monte Caburaí, ponto extremo do Brasil setentrional. Não dizemos mais “do Oiapoque ao Chuí”, mas do “Caburaí ao Chuí”. A população total de Roraima ainda não atinge 450 mil habitantes.
Praticamente 50% de seus 22.429,898 hectares estão ocupados por reservas indígenas! Um naco de 14,42% está transformado em unidades de conservação do estado e dos municípios, além de mais 7,24% destinados a unidades de conservação federais. Há ainda um pequeno percentual reservado às áreas militares. Do restante, devem ser excluídas as áreas de Reserva Legal, 35% das áreas de lavrado e 80% das áreas de mata, mais 11% da área remanescente para preservação permanente. Mais os leitos de seus numerosos rios, igarapés e estradas…
O leitor, por certo, já se deu conta que restou pouco espaço para a agricultura e a pecuária. Ademais, a situação fundiária do estado está à mercê das políticas federais levadas a cabo pelo INCRA, IBAMA e FUNAI. O tridente do Governo Federal, segundo Paulo César Quartiero, arrozeiro expulso da Raposa/Serra do Sol e hoje vice-governador do estado. De tão engessado, Roraima ficou sem meios para se desenvolver. Exemplo elucidativo disso é a estagnação de sua pecuária. De 1980 para esta parte, seu rebanho bovino se encontra estagnado, com cerca de 400 mil cabeças.
Para tornar realidade o Decreto 6.754, de 2009 — durante o governo Lula da Silva, que transferiu “gratuitamente” as terras da União Federal para o estado de Roraima, estabeleceu-se como condição a criação do Parque Nacional do Lavrado —, o IBAMA vem agindo para expulsar 132 famílias que há mais de cem anos exploram a pecuária na região da Serra da Lua [mapa acima]. Embora Roraima tenha 3.900.000 hectares de lavrado, 2.200.000 hectares já foram transformados em áreas protegidas.
Nossos correspondentes Paulo Henrique Chaves e Nelson Ramos Barretto, que em 2008 já haviam estado na Serra do Sol, acabam de regressar de Roraima. Eles estiveram agora na região da Serra da Lua, no município de Bonfim, fronteira com a ex-Guiana inglesa, no extremo norte de nosso país-continente, onde entrevistaram in loco descendentes dos seus desbravadores, hoje ameaçados de expulsão de suas terras para dar lugar a mais um parque ecológico.
Enquanto os governos militares mantiveram na Amazônia a política de “ocupar para integrar”, os posteriores, pautados por uma perversa política ideológica, atuam em direção diametralmente oposta, ou seja, de retirar aqueles que há décadas viviam e ainda vivem lá, bem como os que se integraram à região a partir das décadas de 1970 e 1980, hoje qualificados de “intrusos”. Para o atual governo, eles devem deixar aquelas vastas regiões de fronteiras vazias, que devem ser transformadas em reservas e parques ecológicos — aliás com muito poucos índios assistidos por numerosas ONGs.
Tanto isso é verdade que o ex-comandante militar da Amazônia, General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, chegou a declarar ser muito difícil entender a razão de existirem pouquíssimas ONGs se dedicando a socorrer a população nordestina, enquanto centenas de outras trabalham junto às populações indígenas. Para aquele graduado militar, muitas delas investem milhões de dólares na região e não se trata de uma questão de governo, mas de uma questão de Estado que afeta a nossa soberania.
A esse propósito, não faltou judiciosa advertência. Quando da elaboração da Constituição vigente, em 1987, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira denunciou: “O Projeto de Constituição, ao adotar uma concepção tão hipertrofiada dos direitos dos índios, abre caminho a que se venha a reconhecer aos vários agrupamentos indígenas uma que soberania diminutae rationis. Uma autodeterminação, segundo a expressão consagrada”. Com efeito, declarações de expressivos líderes mundiais demonstram a cobiça internacional por nossa Amazônia. Se não, vejamos.
Afirmações preocupantes aparecem no Relatório da Comissão da Câmara dos Deputados de 2004. Entre outras, citamos: Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos, em 1989: “Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós”. François Mitterrand, ex-presidente da França: “O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia”. Mikhail Gorbachev, ex-presidente da Rússia, em 1992: “O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes”[4].
Roraima
Entrevista com a Dra. Cristiane Horta Thomé, 37 anos, veterinária, filha do Sr. Alceu, no dia 30 de julho de 2015, em Boa Vista (RR)
— A Dra. Cristiane [foto abaixo] poderia nos falar sobre este processo de criação do Parque Nacional do Lavrado na Serra da Lua, justamente nesta região que conta com mais de 150 proprietários dedicando-se à pecuária e em franca atividade?
Dra. Cristiane  Este acontecimento nos pegou de surpresa. Nós sempre vivemos aqui, moramos aqui, meu antepassados são todos daqui, eles estão aqui há mais de 100 anos. Na verdade, desde que Roraima deixou de ser território para se tornar Estado em 1988, a questão fundiária nunca foi definida, o que vem motivando muitos conflitos e mesmo traumas, como ocorreu há pouco tempo com a expulsão não apenas de seis arrozeiros, mas de cerca de 400 proprietários estabelecidos na Raposa/Serra do Sol, para a criação de mais uma reserva indígena. Quando achávamos que as pretensões dos protagonistas do engessamento de nosso estado haviam cessado, eis que nos deparamos com a nova pretensão do Governo Federal, através de seus órgãos como a FUNAI e o IBAMA, de transformar esta região produtiva num reserva ecológica, o Parque Nacional do Lavrado.
 — Isso surgiu por meio de um decreto?
Dra. Cristiane  Foi isso. Veio através de um de um decreto que pretende apoiar-se num estudo não condizente com a nossa realidade. Os moradores tomaram conhecimento deste decreto através de jornais daqui, que já foram noticiando que os produtores da região da Serra da Lua teriam de deixar suas terras para a criação do tal parque. Sequer fomos avisados de que as nossas propriedades estavam sendo objeto de estudos para fins de desapropriação. Com efeito, recebemos visitas de pessoas em nossas casas que se diziam interessadas em conhecer a região, a gente as tratava bem, e quando nos demos conta, eles estavam fazendo laudos para nos retirar daqui, laudos estes não condizentes com a realidade.
 — Existe uma cláusula do decreto que trata da obrigatoriedade de se consultar antes o Estado. Na única audiência pública votou-se pela rejeição. E os proprietários não foram consultados?
Dra. Cristiane  Nós, como produtores, em momento algum desse levantamento fomos consultados. Nem tínhamos ideia sobre a criação deste Parque Nacional do Lavrado. E o que mais nos deixa inconformados é que eles utilizaram a máquina do Governo Federal e da Prefeitura de Boa Vista. O decreto indica ser necessário consultar o Estado e vê-se que este laudo, este estudo não está de acordo com o que diz o decreto.
 — Teria sido feito de encomenda?
Dra. Cristiane  Creio que sim. E com o apoio de ONGs, com apoios de funcionários públicos que mais parecem atender a interesses internacionais e não aos nossos; nós trabalhamos aqui, pagamos imposto para depois se tornar salário desses funcionários que vêm aqui ganhando bons salários, sendo acolhidos em nossas casas, comendo em nossas mesas e colhendo informações nossas a fim de nos prejudicar, de nos deixar preocupados. De um tempo a esta parte, ninguém daqui sabe o que acontecerá no dia seguinte. Temos de gastar nosso tempo e dinheiro para tentar nos defender em detrimento de nossas atividades rotineiras aqui nas fazendas.
— Pelo que sabemos, a maior área de lavrado de Roraima não fica exatamente nas reservas indígenas já demarcadas?
Dra. Cristiane  Quando foi demarcada a região da Raposa/Serra do Sol para reserva indígena, um dos pretextos que deram à época foi o da necessidade de conservação da área, já que o índio conservaria a natureza. Conservação ambiental, pois as savanas, os lavrados, como dizemos aqui em Roraima, propriamente ditos, ficam dentro das reservas indígenas.
Roraima
 — Aqui na região nunca houve floresta amazônica?
Dra. Cristiane  Não. 17% do Estado são constituídos de lavrado, que é constituído de savana, uma vegetação rala que serve de pastagem natural dentro do bioma amazônico. Na região do lavrado nunca houve matas.
  — E nesses mais de 100 anos de ocupação, a região vem sendo conservada?
Dra. Cristiane  Eu posso garantir que dentro da Serra da Lua, a prova concreta de que nós sabemos lidar com a pecuária e sustentar nossas famílias, dar empregos, gerar renda, a prova concreta está lá, não há capim plantado, pois as pastagens são todas de capim natural de lá, portanto o meio-ambiente está totalmente preservado.
 — A produção da área atende que mercado? Apenas o de Roraima?
Dra. Cristiane  Nosso gado abastece tanto a capital, Boa Vista, como atende o Estado do Amazonas, sobretudo Manaus, que já conta com mais de dois milhões de habitantes.
 — Que atitude vocês têm tomado em relação a este decreto, da época do presidente Lula?
Dra. Cristiane  Desde quando a gente soube dessa trapaça contra nós, dessa injustiça, eu chamo assim, a gente criou uma Associação dos produtores da região. Fizemos o levantamento de todas as propriedades existentes ali na Serra da Lua, promovemos reuniões, já ouvimos opiniões de vários políticos, do Senador Romero Jucá, sempre na esperança de que eles resolvam este problema criado contra nós e contra o estado de Roraima. Tudo o que a gente espera da classe política é que ela atenda os habitantes de Roraima. Eles são deputados, senadores, governadores, fomos nós que os colocamos lá, então eles têm obrigação de defender os interesses do povo daqui; do povo que trabalha, do povo que construiu este estado, do povo que tem uma história aqui dentro.
— Hoje haverá em Brasília uma reunião de governadores com a presidente Dilma. A governadora Suely Campos já tratou ou vai tratar dessa questão de vocês com a presidente?
Dra. Cristiane  A governadora vem se posicionando para que não se faça o Parque da Reserva do Lavrado em área produtiva, portanto não concorda com a nossa saída da região da Serra da Lua. Estamos lá 111 anos, temos toda documentação, e trabalhando. Os senhores viram e puderam constatar que estamos na 6ª geração da mesma família, trabalhando no mesmo lugar e seguindo a mesma tradição de nossos antepassados. Estamos a pique de não aguentar mais este estado de tensão, de sermos despejados de nossas casas, de nossos lares, de perdermos todas as raízes que a nossa família foi deitando nesta terra ao longo das décadas enfrentando muitas adversidades. Não faz muito tempo, o único meio de transporte que havia para se ir a Boa Vista era o carro de boi. Gastava-se de três a quatro dias para chegar lá… A vida rural no norte do Brasil é diferente do sul e do sudeste. Aqui a única fonte de renda é a que provém da propriedade rural. É o nosso sustento, pois não existe indústria, não há fábrica. Nosso sustento vem todo da propriedade rural. A gente precisa dessa terra, precisa trabalhar, precisa pagar os impostos e colaborar com o governo. Ou o governo não quer desenvolvimento? Estamos aqui para ajudar, mas precisamos ter as condições mínimas para isso.
 — O que aconteceu no estado depois da demarcação da reserva Raposa/Serra do Sol, que também expulsou mais de 300 famílias lá radicadas havia décadas?
Dra. Cristiane  Isso foi horrível! Muitos produtores rurais que dependiam da sua terra, do seu alimento, ficaram sem aquilo e tiveram que se readaptar em outro local. Tiveram de abandonar tudo, aquela tradição que eles tinham herdado que era a criação do gado, seu berço agrário. Alguns que saíram de lá se estabeleceram aqui na região da Serra da Lua para dar continuidade às suas atividades primárias. E agora, a Serra da Lua é ameaçada com a criação deste Parque Ecológico do Lavrado. Suponho que isso não vai parar aqui na Serra da Lua. Qualquer área de Roraima estará sujeita a desapropriações desse tipo para mais e mais reservas. E olhe que Roraima possui área que corresponde quase à do estado de São Paulo. São 22.429.898 hectares. Sabe quanto resta de terras aqui que podem ser exploradas para a agricultura e pecuária? Não atingem 900.000 hectares… Ou seja, o estado está completamente engessado, sem nenhuma chance de se desenvolver.
 — Qual teria sido a causa da demarcação desse Parque Nacional da Reserva do Lavrado aqui na Serra da Lua?
Dra. Cristiane  Nós já cogitamos muito sobre isto. Por que se pega um estado da Federação e o compromete todo com área indígena ou área ambiental? O Estado brasileiro não pode ficar com 100% de reservas! Sobretudo, no caso da Federação, um Estado como o nosso, com pouco acesso aos centros mais desenvolvidos do Brasil em razão de nossa posição geográfica. Seus habitantes vão ser eternamente tutelados pela União? Como já disse, aqui não temos indústrias, o comércio é limitado, não há senão terras a serem racionalmente cultivadas. O estado de Roraima nunca poderá contar com a força de seus habitantes? Seremos eternamente parasitas vivendo na capital, do dinheiro dos impostos dos brasileiros do sul e do sudeste? Roraima possui reservas de ouro, reservas de nióbio, a Bacia do Tacutu está aqui dentro.
 — Portanto, o seu subsolo é muito rico?
Dra. Cristiane  Uma coisa que gostaria de deixar claro é que, quando saiu este decreto para a criação do Parque do Lavrado, muitos proprietários daqui viram aviões sobrevoando, realizando rasantes; aquilo só poderia ser para pesquisas. Apenas nós, moradores aqui, não ficamos sabendo do que se tratava. E quando vamos procurar informações sobre isso, elas nos são negadas. Para nós é claro que existe muita riqueza aqui no subsolo, muito minério. Alguma coisa está despertando interesse por aqui. Não é possível os índios vão ficar com quase todo o estado de Roraima; e o que eles não usarem se torne ambiental! E eu? Por acaso não sou humana? Não tenho um espaço sob o sol neste mundo?
 — Costumamos sugerir às pessoas em situação semelhante à de vocês, a reagirem em três frentes: no campo jurídico, no político e na opinião pública.
Dra. Cristiane  Sim. E existe outro, que julgo mais importante ainda: é ter fé em Deus e nas orações. [5] 


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