segunda-feira, 3 de abril de 2017

A Burschenschaften fábricas de bacharéis ôcos, palavrosos, pragmáticos ou românticos, cheios de orgulho, desfibrados, criados de servir das forças secretas, assim, se enfeudaram,

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A Burschenchaft  1)Largo S.Francisco, 
Resultado de imagem para idp brasiliaFachada do IDP São Paulo
2)Brasília, 3)São Paulo.
Infelizmente a Burschenchaft continua em nossos dias com um magistrado corrompido, conivente, um STF eleito pelos presidentes que os protege contra o desvio do erário, da doação do solo, sub solo e minérios brasileiros, Ministros que vende sentenças, que concede Habeas Corpus para banqueiros bandidos e condenados pela justiça. Acima figura 2 e 3 universidades formadas, construídas por magistrados usando falcatruas; como, devido aos exemplos, formarão magistrados comprometidos com o que é direito de fato? não! formarão apenas bucheiros.

I
Antes de morrer, o Primeiro Reinado plantou a semente daninha do bacharelismo, ímpio, formalista e pretencioso, destinado a envenenar a nação. Mal aconselhado, o Governo Imperial, em lugar de criar uma verdadeira Universidade, no sentido que o termo comporta, destinada a delinear os rumos da cultura e da vida espiritual da nação, fundou meros cursos jurídicos, fábricas de descristianização da mocidade brasileira (1).
A 11 de agosto de 1827, foi definitivamente aprovado o projeto, criando cursos em São Paulo e Olinda, cujos lentes deveriam adotar ou escrever um compêndio didático de sua cadeira, conforme o "sistema jurado pela nação", isto é, não podendo conter idéias contrárias ao regime em vigor. 81 Os cursos foram inaugurados em 1828, em Olinda e em São Paulo (5), "cuja história, diz o sr. Spencer Vampré, decerto intencionalmente, resume a história do Brasil dos primeiros três séculos (6)". O governador Toledo Rendon aproveitou, para localizar a faculdade, o convento de São Francisco, cuja criação fôra autorizada pelo alvará de 29 de novembro de 1624 e que ali se estabelecera em 1624 ou 1644 (7). Criou-se pouco depois o Curso Anexo ou de preparatórios.
Estavam montadas as fábricas de bacharéis. A de Olinda-Recife produziu até 1927 6.694 (8). À de São Paulo coube, "no sul do país, o supremo papel na direção intelectual do Brasil; como a sua gloriosa irmã do Norte constitue o eixo de gravitação da mocidade setentrional (9)". O judaísmo-maçônico infiltrou-se nas duas academias, como o fizera em todas as universidades protestantes da Europa e dos Estados Unidos, corrompendo a mocidade inexperiente com doutrinas deletérias, afagando-lhe as ambições descomedidas, favorecendo-lhe as inclinações materialistas, estabelecendo as proteções escandalosas e preparando bacharéis ôcos, palavrosos, pragmáticos ou românticos, cheios de orgulho, desfibrados, para serem nos postos da governação e nas magistraturas criados de servir das forças secretas que lhes fizeram a carreira. Tristes moços que se não sentiram capazes de subir sozinhos as escadas da vida e, assim, se enfeudaram, perdendo as supremas razões morais de viver!
Na segunda parte desta obra, veremos a história minuciosa e documentada de como se instituíram, desenvolveram e agiram as sociedades secretas estudantis, de caráter nitidamente judaico, influindo nos destinos da nação através de sua mocidade corrompida e escravizada, como a Burschenchaft ou Bucha de São Paulo e a Tugenbund de Olinda.
O bacharelismo-bucheiro nasceu no Primeiro Reinado, cresceu lentamente através do segundo e predominou na República que grandemente contribuiu para implantar. Quem olha somente a casca das coisas contí- nua a papaguear que a República foi obras dos militares, quando deles se aproveitaram as forças secretas, como examinaremos e provaremos oportunamente. A infecção do bacharelismo-bucheiro criou no Brasil o drama do Exército: primeiro, a sua estagnação no positivismo esterilizante; depois, a tragédia da inquietação do militar sem doutrina social, afastado e incompreendido, rebentando em explosões sem fito, que um século após a criação dos cursos jurídicos se repetirão com assustadora freqüência de 1922 a 1930. A semente do mal fora plantada em 1828. Regou-a a Bucha com o maior cuidado. Quem plantou e quem regou sabia bem o que estava fazendo e sabia por que e para que estava fazendo.
O trabalho bucheiro começou no Primeiro Reinado, pouco a pouco se desenvolveu e atingiu o ponto culminante, o seu zênite na República. Estudando-o, como o faremos na 2." parte desta obra, compeender-se-á que toda a maquinária da política nacional geralmente nada mais tem sido do que a representação aparente da Bucha, que fica escondida. Pelos seus prepostos, os bacharéis criados nos consistórios secretos, domina os municípios nos cargos de judicatura e polícia, superintende os departamentos da administração, governa os tribunais, dirige as maiores forças do congresso, forma secretariados e ministérios, inspira técnicos e ascende aos mais altos postos da nação continua... A SEMENTE DO BACHARELISMO JUDAIZADO Pg. 81,86 Capítulo XVII https://ebrael.files.wordpress.com/2013/08/histc3b3ria-secreta-do-brasil-vol-2-gustavo-barroso.pdf    

II
Quem trouxe a mensagem dos Iluminados da Baviera para o  nosso país? Quem criou a Burschenchaft de São Paulo, que inficionou  até hoje, secretamente, a vida da nação, perturbando a realização de   seu verdadeiro destino? Um homem misterioso, que não era nada e foi tudo para os  adeptos de seu credo oculto: Júlio Frank, cujo monumento funerário  se encontra num dos pátios da velha Faculdade de Direito de São  Paulo, honra que nenhum de seus grandes mestres até hoje conseguiu. O moço misterioso vinha da Alemanha e a Alemanha se enchia naquele começo do século de sociedades secretas que proliferava sobretudo nos meios universitários. A Burschenchaft era sobretudo composta pelos antigos combatentes das guerras contra Napoleão, que haviam retomado seus estudos, em 1815, na universidade. Compreendia mais ou menos 10 mil membros espalhados particularmente nas cidades renanas. A Landsmannchaft era antes composta de moços do campo, mais pacíficos e de idéias menos avançadas. Por isso, algumas vezes as duas tinham entrado em conflito (13)".  

— QUEM ERA NA VERDADE JÚLIO FRANK? Pensou um instante e confessou: — ESSE ARCANO SÓ SE REVELAVA NA POSSE DOS NEÓFITOS. O PRESIDENTE LIA, ENTÃO, O HISTÓRICO DA BURSCHENCHAFT E DIZIA O GRANDE SEGREDO: JULIO FRANK ERA SIMPLESMENTE CARLOS LUIZ SAND, O ASSASSINO DE KOTZEBUE!
Somente assim se compreende o mistério e o prestígio desse homem, que teve dois nomes e dois túmulos: um na Alemanha e o outro no Brasil...Encontra-se uma referência oficial à Bucha no parecer dado pelo professor da Faculdade de Direito de São Paulo, dr. João Monteiro,aos projetos de Universidade dos Drs. Azevedo Sodré e Leôncio de Carvalho, em pleno período republicano: "Nem valha a alegação de haver tais comissários na Alemanha. Basta atender para a causa detal criação, por completo alheia em nosso meio social. Larousse arefere, e dos nossos estudantes, os que se filiaram à Burschenchaftbem a conhecem. Apontadas as universidades como focos de desordem política, assassinado Kotzebue pelo estudante Carlos Luiz Sand,posta em perigo a estabilidade dos soberanos alemães, foi o instinto da conservação tronai que levou esses fiscais a montarem guarda nas Universidades de Münster, de Kiel, de Innsbruck, de Breslau, de Goettingue, de Pest e outras... Mas hoje...
quantum mutatis ab illo!"
(4 9)    O parecer reporta-se à idéia duma fiscalização severa na faculdade e confessa oficialmente a existência da Bucha, bem como de suas relações com o movimento político das sociedades secretas universitárias da Alemanha e com o assassínio de Kotzebue. Os estudantes filiados a Burschenchaft, afirma o Dr. João Monteiro, conhecem isso... O documento é precioso. Quem primeiro se referiu publicamente a Burschenchaft paulista e deu a entender sua ligação com o crime de Sand foi o líder católico Felício dos Santos, em um artigo na "União", que causou grande impressão no espírito público e alvoroço nos arraiais bucheiros. Ochefe da Bucha nesse tempo era o sr. Vergueiro Steidel, alcunhado o Corvo Triste, que enviou um emissário ao sr. Felício dos Santos,segundo é do conhecimento de muitas pessoas ainda vivas. Maistarde, voltava o notável batalhador da Igreja ao assunto nestes termos: 30"Não há muito tempo, contei aos meus leitores o que era a maçonaria acadêmica de São Paulo, a misteriosa bushhafft  fundada pelo professor de história, Dr. Frank, jacobino alemão emigrado para o Brasil depois do célebre assassinato de Kotzebue peto estudante Karl Sand em 1819. Quase todos os estudantes da Faculdade de São Paulo eram filiados a essa associação (50)."A nossa documentação esclarece definitivamente o assunto ecomprova tudo quanto deixamos dito no primeiro volume desta obra acerca do bacharelismo judaizado que tomou conta do Brasil e o levouà amoralidade política e social. A mocidade brasileira precisa destruiros resultados dessa ação das trevas que abastardou a nação. Para esmagar uma seita, diz o padre Barruel, uma das maiores autoridades em matéria de sociedades secretas, é necessário atacá-la nas suas próprias escolas, dissipar o seu prestígio, demonstrar o absurdo de seus princípios, a atrocidade de seus meios e, sobretudo, a infâmia de seus mestres (51). Que os moços dignos, de caráter, patriotas e conscientes, cristãos e puros, destruam de vez essa máfia celerada,acocorada na sombra, que dirige a vida de São Paulo e, às vezes, o destino da Pátria, servindo-se dos que iniciou nos seus mistérios, os quais não sentem queimar-lhes as faces o rubor da vergonha dês ubirem por essa triste e suja escada de serviço! continua O HOMEM QUE TEVE DOIS TÚMULOS - Capítulo II [Pg. 13,31] https://ebrael.files.wordpress.com/2013/08/histc3b3ria-secreta-do-brasil-vol-2-gustavo-barroso.pdf 

Notas:
[1]  A SEMENTE DO BACHARELISMO JUDAIZADO GUSTAVO BARROSO HISTORIA SECRETA DO BRASIL Vol.II Pg. 81,86  Capítulo XVII  -  BUCHEIROS I (completo link abaixo) https://ebrael.files.wordpress.com/2013/08/histc3b3ria-secreta-do-brasil-vol-2-gustavo-barroso.pdf   
 I  - XVII (1)"0 arcipreste da Sé de São Paulo Joaquim Anselmo de Oliveira e o clero do Brasir, Rio de Janeiro, 1873. Nesse Dvro se pinta a obra de descritianização levada a efeito através da Faculdade de Direito de São Paulo. (2) Spencer Vampré, "Memórias para a história da Academia de São Paulo", Saraiva & Cia., São Paulo, 1924, t. I, pág. 5. (3)Op. cit. t. cit. pág. 14. Cf. C. H. de Figueiredo "Fundação das Faculdades de Direito no Brasil", in "Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro", t. XXII, págs. 507-526. (4) Cp. cit. t. cit. pág. 21. (5) Em São Paulo, em março. Visconde de São Paulo, "Anais da Província de São Pedro", pág. 40. (6) Spencer Vampré, op. cit. t. cit. pág. 46. (7) Op. cit. t. cit. págs. 4-5. (8) "Livro do centenário dos cursos jurídicos no Brasil", ed. da Livraria Americana, Porto Alegre, 1927. (9) Spencer Vampré, op. cit. t. cit. - "À feição de prefácio". (10) O autor deste livro fez toda a sua carreira dificilmente, sozinho, sem nunca ter pertencido a sociedades secretas de qualquer natureza, nem mesmo a coteries literárias. Pelo contrário, sempre as combateu. Pode, pos, falar aos moços de cabeça erguida, mostrando ser possível vencer sem aliar-se às trevas. (11) V. a habilidade desse recrutamento de estudantes para as lojas dos Iluminados a que se filia a Bucha paulista em Le Forestier, "Les llluminés de Baviére", págs. 56-60. (12) Na 2.ª parte desta obra, entraremos em minúcias espantosas sobre as sociedades secretas de estudantes no Brasil. (13) V. a nota 49 do cap. III.  -   GUSTAVO BARROSO  HISTORIA SECRETA DO BRASIL Vol.II
[2]  O HOMEM QUE TEVE DOIS TÚMULOS - Capítulo II [Pg. 13,31]  BARROSO  HISTORIA SECRETA DO BRASIL Vol.III – BUCHEIROS II (completo link abaixo)
II
(1) "Elogio histórico dos membros falecidos no 3º ano social, 1841", in "Revista doInstituto Histórico e Geográfico Brasileiro, tip. D. L. Santos, reimpresso em 1860, t. III, pgs.546-547.(2) Júlio Frank, "Resumo de História Universal", reimpresso por ordem do Governo, parauso da aula de História e Geografia, da Academia de Ciências Jurídicas e Sociais desta cidadede S. Paulo, vols. I e II encadernados num tomo só. O 1º contém a História Antiga e da IdadeMédia; o
2-, a História Moderna, S. Paulo, tip. de M. F. da Costa Silveira, rua de S. Gonçalo nº14, 1839. Decalque vulgar da "História Universal" do alemão H. L. Poelitz.(3) Ed. da Tipografia Nacional, Rio de Janeiro, 1883, 5-7, pgs. 259-260.(4) Cerqueira dá-lhe 34 anos incompletos.(5) Nada de concreto justifica essa glória tão apregoada.(6) Spencer Vampré, op, cit., t. I, pg. 260.(7) Maurice Soulié e H. Mueller, "Les procés célebres de l'Allemagne", Payot, Paris,1931, pgs. 114-115.(8) Depoimento do Conselheiro Áulico Utzschneider, do padre Cosandey e do Acadêmico Grünberger a 9 de setembro de 1785, in Barruel, op. cit., t. IV, pg. 261. No Canadá, por exemplo, pregara o liuminismo em 1791 o judeu David Lean. Op. cit., t. V, pg. 267. A Américaentrava no plano geral de ação iluminista. Júlio Frank não veio para o Brasil à toa.(9) Soulié e Mueller, na op. cit., são dos que mais duramente atacam Kotzebue. Justamente por isto os escolhemos para nos traçarem as linhas mestras da vida do publicista. (10 Universidades protestantes.(11) Com uma grande diferença que o autor, na sua explicação justificativa e judaica,esquece de propósito: as antigas corporações de estudantes eram abertas; as novas, associações, secretas.(12) Estão aí os nomes germânicos das sociedades secretas judaico-alemãs das Academias Brasileiras.(13) Op. cit., pgs. 112-114.(13) Op. cit., pg. 114.(13) Op.cit.,pg. 114.(16) Os grifos são nossos.(17) Op. cit., pg. 115.(18) Chamamos bem a atenção para o nome Frank-Wald. Ver-se-á adiante porque.(19) Lorenzo Frau Abrines, "Dicionário Enciclopédico de Ia Masonería", Publ. "Mundial",Barcelona, s. d., voc. SAND. Eis um trecho do verbete: "Célebre por haver dado a morte aopublicista e dramaturgo de renome Kotzebue, em cumprimento de seus compromissos com adita sociedade (Burschenchaft), que assim o decretou." O "Larousse lllustré", no art. SAND, dizo seguinte, em resumo: "Patriota alemão (?). Freqüentou a Universidade de Eriangen, ondefundou uma sociedade de estudantes (!). Em 1817, foi para lena. Cheio de amor por sua pátria(?) e pela liberdade, formou o projeto de assassinar Kotzebue."(20) Maurice Soulié e H. Mueller, op.cit., pgs. 121-122.(21) Seis meses depois da sentença! Por quê?(22) Mais depressa se pega um mentiroso do que um coxo... Desmancha com os pés oque fez com as mãos. Não havia nenhuma simpatia popular refletindo-se nos carrascos, masmedo destes das represálias da Burschenchaft, tanto que Sand promete em nome de seus"companheiros" que nada acontecerá.(23) Mártir? É o cúmulo! Um assassino e nada mais.(24) Outros dizem: "Sandshimmelfuhrstwiese", isto é, o campo da ascensão de Sandpara o céu.(25) Maurice Soulié e H. Mueller, op. cit., pgs. 121-124.(26) Adolf Franck, "La cabbale".(27) Johann Jacob von Tschudi, "Reisen durch Südamerika", F. A. Brockhaus, Leipzig,1867, t. III, pgs. 324-326: "Meine Bregleiterführten mich Zuerstin einem kleinen vierckiegen Hofin Kreuzgange des Klosters zu einem einfachen obelisken-fõrmigen Grab monument. UnterdenSteine ruht ein Deutscher aus edler hochangeschener Familie, der unter dem "pseudonymenNamen" "Julius Frank" aus Gotha ais Professor an der Universität angestellt war und im vahre1841, erst 32 vahre alt, starb".(28) Op.cit., pg. 115.(29) Idem, pg. 116.(30) Léon de Poncins, "La guerre occulte".(31) Maurice Soulié e H. Mueller, op. cit., pg. 117.(32) Cf. Rodolfo Garcia, "O Rio de Janeiro em 1823, conforme a descrição de Otto deKotzebue, oficial da Marinha Russa", in "Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro",Imp. Nacional, 1917, t. 80; Otto von Kotzebue, "Neue Reise am die Welt, in dem vahren1823-1826, — Nouveau voyage autour du monde pendant les années 1823-1826", St. Peters-bourg, 1830, 2 vols.(33) Trecho citado por Afonso Schmidt, provavelmente membro da Bucha, na novela "Asombra de Júlio Frank", publicada em 1936, nos folhetins do "Estado de São Paulo", que podeser considerado órgão oficial dos bucheiros. O sr. Schmidt mandou imprimir esses folhetins emvolume; porém como se referia às iniciações na Bucha e sua fundação, a edição foi rapidamentetirada da tipografia antes de ser posta em circulação. Houve quem pudesse obter no entanto umexemplar que nós vimos e constitui prova flagrante do poder bucheiro que deseja viver emsilêncio... (34) Essa loja era, sem dúvida, a loja "Amizade". Quando festejou seu 103º aniversário,em 13 de maio de 1935, segundo a publicação feita pelo "Diário de São Paulo" do dia 14, ovenerável Eduardo Medeiros, em discurso oficial, "traçou o histórico da loja "Amizade" eacompanhou seu desenvolvimento através dos tempos. Mostrou as suas estreitas (!!!) ligaçõescom a Faculdade de Direito de São Paulo, pois, em geral, seus membros eram professores ouestudantes na época em que foram lançados seus fundamentos, a 13 de maio de 1832". Oreferido venerável também agradeceu a presença na cerimônia do sr. Marrey Júnior e "outrasaltas autoridades da maçonaria paulista". Essa loja sucedera à outra mais antiga que funcionava no Piques.(35) Lembramos que o Mocho ateniense, a coruja de Minerva, era o distintivo da fita dosMinervais do lluminismo bávaro de Weishaupt. Os mochos são, pois, intencionalmente, postosno túmulo do iluminado fundador da Burschenchaft na Paulicéia.(36) Spencer Vampré, conhecedor dos segredos da Faculdade de São Paulo, da qual éo historiador, conhecedor, sem dúvida, de outros segredos, grifa estas palavras. Por quê? Paraindicar aqueles "alguns" que eram iniciados. Parece claro...(37) Op. cit., t. I, pgs. 262-263. Que redação! Que salada! O enterramento nas igrejas sóse realizava nos templos... É do outro mundo...(38) "A sombra de Júlio Frank". Não é esse o único romance sobre Júlio Frank. Abaronesa Handel Mazzetti escreveu sobre ele um romance histórico — "Das Rosenwunder".(39) Spencer Vampré, op. cit., t. I, pg. 263.(40) Sobretudo no cap. XV.(41) "A sombra de Júlio Frank", folhetim nº 1.(42) P. Deschamps, "Des societés sécrètes", t. III, pg. 36.(43) "Correspondance inédite de S. C. de Saint Martin avec le baron de Kirchberger", ed.L. Schauer, Dentu, Paris, 1860. V. Paul Le Cour, "Claude de Saint Martin, Le PhilosopheInconnu" in "Atlantis", Paris, nº 70, de 21 de março de 1937.(44) P. Deschamps, op. cit., t. II, pg. 116.(45) Op. cit., locs. cits.(46) Todavia a reitoria da Universidade de Goettingue confessou em carta a impossibilidade de apurar essa data...(47) "Júlio Frank", no nº de 6 de abril de 1935. O Swedenborgismo também dimana dolluminismo. Cf. Barruel, op. cit., t. III, pg. XII.(48) Júlio Frank deicou em São Paulo tradição de bêbado inveterado. Com certezaafogava no álcool os espectros que o perseguiam... E freqüentava as sessões de magianegra... Está definido o homem...(49) "Revista da Faculdade de Direito de São Paulo", 1903, t. II, pg. 47.(50) A. Felício dos Santos, "Casos reais a registrar", ed. da Livraria Católica, Rio deJaneiro, 1932, pgs. 90-91. Um velho bucheiro revelou-nos que, nas reuniões da Bucha, seprocedia à leitura de trechos de um manuscrito de Júlio Frank, que é conservado precisamenteno arquivo da associação, no qual ele narrava as suas campanhas contra Napoleão. Ora, quemfez campanha contra o Imperador, como soldado, foi Carlos Luiz Sand, que esteve em Water-loo. É mais uma preciosa revelação da verdade. (51) Barruel, op. cit., t. I, pg. XIII.
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-bucha-a-sociedade-secreta-do-brasil

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