segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Evolução do comunismo no Brasil, com a influência da CNBB, KGB, Vaticano, clero marxista

Nota do autor: o Iluminismo já existia no Século XVI. Meu tributo a Bento de Espinoza que mesmo condenado pelo chérem recusou se aliar:
Existe uma divida em moeda estrangeira, que não é registrada, que não é mencionada, que não é calculada pelo Governo brasileiro, dinheiro para especulação pura... Sob o titulo de "portfolio", para aplicação em papéis. Provoca uma sangria gigantesca dos recursos, que faz com que os corruptos sejam verdadeiros ladrões de galinha. É a destruição do Estado Nação, em 10 passos:
1. Descrédito de tudo que é nacional junto à população. Todo o mundo repete não há recursos, mas há recursos de sobra, que são desviados criminosamente, porém de modo oficial, através da fraude do Art. 166 da CF/88, para pagar juros da Dívida interna.
2. Reduzem-se os salários dos médicos, dos professores e da maioria dos profissionais, funcionários públicos, que trabalham diretamente com o povo, criando, neles, falta de entusiasmo com o seu trabalho.
3. Provoca-se a perda da auto-estima. Os meios de comunicação só divulgam o que não presta, sob a fachada de modernismo.
4. Promove-se uma propaganda gigantesca a favor da desmoralização das Forças Armadas, que são o braço armado do povo, visando ao seu aniquilamento total.
5. Fazendo crescer assustadoramente, a legião de desempregados, de pessoas nas ruas, de meninos de rua, doenças decorrentes da desnutrição.
6. Controle da natalidade, esterilizando moças pobres em plena atividade reprodutiva diminuindo o número de brasileiros à lutar pela pátria, usando a desculpa de menos meninos nas ruas.
7. Destrói-se a noção de patriotismo, Desmoraliza-se o Hino nacional, a Bandeira Nacional e tudo o que pode representar o amor à Pátria.
8. Infiltram-se, no cenário político e nos meios de comunicação, personagens em defesa da descriminação das drogas, proporcionando, com isso, na juventude, uma falsa idéia de normalidade quanto ao seu uso. A maconha produz dependência química
9. Lançam-se os cidadãos um contra o outro; classe contra classe; patrão contra empregado; cria-se assim um descontentamento geral, fazendo crescer a desconfiança e o ódio entre as pessoas, desaparecendo com isso a harmonia da vida social.
10. Desvalorizam-se, passo a passo, todas as formas de trabalho produtivo; estimulam-se todos os tipos de especulação, levando progressivamente a nação à ruína — e ao culto do Bezerro de Ouro.
Conclusão: Com a nação esfacelada, ninguém mais acreditando no trabalho, no Governo, na família, na igreja, em coisa alguma, destruídas a noção de patriotismo e a auto-estima, finalmente, com o povo todo convencido de que o Estado não serve para nada, que está falido, que não deve se meter em coisa alguma, que deve ser o menor possível, está justificado, a partir daí, o festival de privatizações, de entrega do patrimônio nacional. E todo o formidável patrimônio público, construído após décadas de sofrimento, vai se transferindo para uma minoria privilegiada de representantes legítimos do Sistema Financeiro Internacional ** os donos do mundo. É o fim da pátria, porque não existe pátria sem patrimônio.

Comentários abaixo importantes para ler sobre o envolvimento da CNBB no desenvolvimento do comunismo no Brasil; as conclusões fica para o leitor ponderar:
Em 1889 na Proclamação da República do Brasil um militar assumiu a presidência;
Em 1917 os comunistas dominaram o poder na União soviética;
Em 1926 Rebeliões e conspirações, os comunistas já estavam aqui no Brasil;
Em 1934 Tivemos Intervenção, os comunistas já estavam aqui no Brasil;
Em 1964 Tivemos Intervenção, os comunistas já estavam prontos para tomar o poder;
Em 1985 Tivemos no Brasil diretas já, os comunistas tomaram o poder;
Em 2015 Lutemos para que aconteça  a Intervenção Constitucional no Brasil para reaver os bens estratégicos do Brasil, doados pelos governantes corruptos.

1889: Com o fim da escravidão, o Império perdeu o importante apoio dos escravocratas, uma vez que os republicanos (que eram aqueles que queriam acabar com a monarquia) compartilhavam os mesmos ideais dos abolicionistas. Por um lado, os fazendeiros da oligarquia nordestina e sulista faziam oposição ao fim da escravidão e, no máximo, admitiam-na com a concessão de indenizações do governo. De outro, os cafeicultores do Oeste Paulista apoiavam a implementação da mão-de-obra assalariada no Brasil. Durante todo o Segundo Reinado essa questão se arrastou e ficou presa ao decreto de leis de pouco efeito prático.

O Brasil, única nação americana monarquista, se transformou num palco de uma grande campanha republicana apoiada por diferentes setores da sociedade. A partir disso, observamos a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro II.
Até mesmo os setores mais conservadores, com a abrupta aprovação da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, começaram a ver a monarquia como um regime incapaz de atender os seus interesses. 

D.Pedro II também perdeu o apoio fundamental da Igreja ao interferir em assuntos religiosos. A Igreja, setor de grande influência ideológica, também passou a engrossar a fila daqueles que maldiziam o poder imperial. Tudo isso devido à crise nas relações entre os clérigos e Dom Pedro II. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada ao Estado por meio do regime de padroado. Nesse regime, o imperador tinha o poder de nomear padres bispos e cardeais. 

Vaticano promovendo a sublevação. Em 1864, durante o Segundo Reinado, o sistema de padroado instaurou uma grave  crise entre Dom Pedro II e os clérigos católicos brasileiros. O papa Pio IX enviou uma bula que determinava, entre outras coisas, que todos os católicos envolvidos com a prática da maçonaria fossem imediatamente excomungados da Igreja. O anúncio acabou atingindo diretamente Dom Pedro II, que integrava os quadros da instituição censurada. (quanta maldade, o vaticano tem estampado em tudo os símbolos maçônico)

Valendo-se do regime do padroado, Dom Pedro II, que era maçom, desacatou a ordem papal e repudiou aqueles que seguiram as ordens do papa Pio IX. Mesmo anulando as punições dirigidas aos bispos fiéis ao papa, D. Pedro II foi declarado autoritário e infiel ao cristianismo. 
Os militares passaram a se opor ferrenhamente a Dom Pedro II, chegando a repudiar ordens imperiais e realizar críticas ao governo nos meios de comunicação. Os militares estavam descontentes pela atitude do imperador de proibir os mesmos de se expressarem na imprensa.

Por fim, a classe média (jornalistas, médicos, comerciantes, etc.), que estava em constante crescimento, desejava conquistar um espaço maior nas decisões políticas. Todos estes fatores foram fundamentais para o fim das bases de sustentação da monarquia no Brasil.

Em 1873, foi criado o Partido Republicano.

Nos fins de 1889, sob fortes suspeitas que Dom Pedro II iria retaliar os militares, o marechal Deodoro da Fonseca mobilizou suas tropas, que promoveram um cerco aos ministros imperiais e exigiram a deposição do rei. Em 15 de novembro daquele ano, o republicano José do Patrocínio oficializou a proclamação da República.

1917: O congresso de fundação do PCB (partido comunista brasileiro) realizou-se em Niterói, reunindo alguns poucos operários e intelectuais do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Quase todos os fundadores haviam iniciado sua militância política nos meios anarquistas e só se converteram ao comunismo após a vitória da Revolução Russa de 1917. Apesar da pouca repercussão do congresso de fundação do PCB, já em junho de 1922 o governo de Epitácio Pessoa colocou o partido na ilegalidade, condição em que passaria a maior parte de sua existência. Para descobrir como funcionava no Brasil o aparelho subterrâneo treinado por Moscou, o IPES formou seu próprio serviço de informações, uma força-tarefa de investigadores (vários dentro do próprio governo) para reunir, classificar e correlacionar informes sobre a extensão da infiltração vermelha no Brasil. Na Russia comunista os burocratas tomaram o poder.  O  partido comunista criou o exército vermelho subordinado a casta do partido comunista, montaram tribunais viciados em que as sentenças vinham prontas do partido (do comitê central), os juízes só executavam.

1926: Em janeiro de 1927 o PCB recuperou a legalidade, e formou-se o Bloco Operário, frente eleitoral que elegeu Azevedo Lima para a Câmara dos Deputados. Já em agosto, porém, o PCB voltava a ser ilegal. Buscando ampliar suas alianças, em dezembro o partido enviou seu secretário geral Astrojildo Pereira à Bolívia para conversar com Luís Carlos Prestes, o líder da Coluna Prestes que havia desafiado o governo e se encontrava exilado na Bolívia. Em outubro, o Bloco Operário Camponês (BOC), nova denominação do Bloco Operário, elegeu dois membros do PCB para o Conselho Municipal do Rio de Janeiro: Otávio Brandão e Minervino de Oliveira.

1934: O avanço internacional do nazi-fascismo e de seu similar brasileiro, o integralismo, fez surgir, a Aliança Nacional Libertadora (ANL), da qual os comunistas participaram ao lado de outros setores de esquerda.  Luís Carlos Prestes, agora membro do PCB, foi aclamado presidente de honra da organização, e seu nome era aplaudido em cada manifestação pública da ANL. Apesar disso, porém, Prestes só retornou da União Soviética em abril de 1935, e aqui chegando manteve-se na clandestinidade, já que trazia instruções da Internacional Comunista para promover um levante armado com o objetivo de instaurar um governo "popular, nacional e revolucionário" no país. No segundo semestre de 1935, após a decretação de sua ilegalidade pelo governo, a ANL perdeu seu poder de mobilização. A partir desse momento, começaram a ganhar espaço em seu interior os comunistas e alguns elementos oriundos do antigo movimento tenentista, que, sob a liderança de Luís Carlos Prestes, passaram a articular um levante armado para assumir o poder. O levante foi deflagrado em novembro, mas foi logo sufocado Aprofundou-se, então, o processo repressivo movido pelas autoridades governamentais e policiais contra os setores oposicionistas, que iria culminar com a instauração da ditadura do Estado Novo, em 1937.  Em abril de 1947, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cancelou seu registro argumentando que o partido era um instrumento da intervenção soviética no país. No ano seguinte, os parlamentares eleitos pela legenda do PCB perderam seus mandatos. Começava assim um novo e longo período na clandestinidade.


1939: Em 1° de setembro de 1939, Getúlio Vargas revelava certa simpatia pelo nazismo ao prever um futuro melhor montou um poderoso esquema de propaganda pessoal ao criar o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), claramente inspirado no aparelho nazista de propaganda idealizado por Joseph Goebbels. Vargas criou a  Justiça do Trabalho (1939), instituiu o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, também conhecida por CLT. Os direitos trabalhistas também são frutos de seu governo: carteira profissional, semana de trabalho de 48 horas e as férias remuneradas. 


1940: Em 1940 a ideologia nazista, contudo, fascinava os homens que operavam o Estado Novo a tal ponto que Francisco Campos, o autor da Constituição de 1937, chegou a propor à embaixada alemã no Brasil a realização de uma "exposição anticomintern", com a qual pretendia demonstrar a falência do modelo político comunista. Mais tarde, o chefe da polícia (um órgão de atuação similar à da Polícia Federal de hoje), Filinto Muller, enviou policiais brasileiros para um "estágio" na Gestapo. Góes Monteiro, o chefe do Estado Maior do Exército, foi mais longe. Participou de manobras do exército alemão e ameaçou romper com a Inglaterra quando os britânicos apreenderam o navio Siqueira Campos, que trazia ao Brasil armas compradas dos alemães. A posição favorável a Alemanha poderia comprometer o desenvolvimento econômico do país, uma vez que os nazistas, apesar de avançarem na Europa, tinham na América do Sul um interesse secundário. Ao contrário, a defesa dos interesses dos EUA, quer dizer, das "democracias" contra o nazi-fascismo, poderia comprometer a política interna de Vargas. GV criou a Companhia Siderúrgica Nacional.
  • "E quando o chanceler brasileiro [Oswaldo Aranha] se agiganta à estatura dos grandes estadistas do século. Ele consegue salvar a partida perdida, dando ganho aparentemente ao adversário. Com uma lucidez absoluta, Oswaldo Aranha é a grande figura da III Reunião de Consulta. Sem ele, teria perecido, naquela ocasião, a unidade continental. (...) A Europa ocupada, a Inglaterra subjugada, a Rússia invadida, não precisariam os Exércitos nazistas atravessar os oceanos. As quintas-colunas se aprestariam em tomar conta dos governos americanos. A Nova Ordem nazista teria, afinal, triunfado no mundo. (...) A Conferência do Rio de Janeiro teve uma importância decisiva nos destinos da humanidade. Pela primeira vez, em face de um caso concreto, positivo e definido, foi posta à prova a estrutura do pan-americanismo. Pela primeira vez todo um continente se declarou unido para uma ação comum, em defesa de um ideal comum, a Liberdade".  
1942: quando algumas embarcações brasileiras foram atingidas e afundadas por submarinos alemães no Oceano Atlântico, em 22 de agosto de 1942, Vargas reúne-se com seu novo ministério: " diante da comprovação de dos atos de guerra contra a nossa soberania, foi reconhecida a situação de beligerância entre o Brasil e as nações agressoras - Alemanha e Itália". Em 31 de agosto foi declarado o estado de guerra em todo o território nacional. A partir deste momento, Vargas fez um acordo com Roosevelt (presidente dos Estados Unidos) e o Brasil entrou na guerra ao lado dos Aliados (Estados Unidos, Inglaterra, França, União Soviética, entre outros).  Brasil forneceu matérias-primas, principalmente borracha, para os países das forças aliadas. 
O Brasil também cedeu bases militares aéreas e navais para os aliados. A principal foi a base militar da cidade de Natal (Rio Grande do Norte) que serviu de local de abastecimento para os aviões dos Estados Unidos. A Marinha na proteção do litoral brasileiro, fazendo também a escolta de navios mercantes brasileiros para garantir a proteção contra ataques de submarinos alemães. 14 mil soldados alemães de Hitler se renderam aos brasileiros. GV  criou a Hidrelétrica do Vale do São Francisco. GV criou a  a Vale do Rio Doce.

1950: Vargas voltou ao poder através de eleições democráticas. Neste governo continuou com uma política nacionalista. Criou a campanha do " Petróleo é Nosso" que resultaria na criação da Petrobrás. 


1954: Agosto Vargas “suicidou-se” no Palácio do Catete. Embora tenha sido um ditador e governado com medidas controladoras e populistas, Vargas foi um presidente marcado pelo investimento no Brasil. Além de criar obras de infra-estrutura e desenvolver o parque industrial brasileiro, tomou medidas favoráveis aos trabalhadores. Foi na área do trabalho que deixou sua marca registrada. Sua política econômica gerou empregos no Brasil e suas medidas na área do trabalho favoreceram os trabalhadores brasileiros.
Luís Carlos Prestes líder do PCB recomenda JK e Jango
1955: o apoio dos comunistas a Juscelino Kubitschek e a comprovação da falsidade da chamada Carta Brandi. A candidatura JK foi aprovada por 123 votos contra 36, com a oposição dos diretórios de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pernambuco. JK, autêntica "raposa pessedista", estava ciente da importância das bases locais para a viabilização de sua candidatura, principalmente das bases de Minas Gerais. O PCB divulgou um Manifesto Eleitoral apoiando oficialmente a chapa JK-Jango. Esse apoio repercutiu nos meios militares de tal forma que o ministro da Guerra, general Henrique Lott, veio a público condenar a aproximação de JK com os comunistas, fato negado pelo candidato pessedista. Tribuna da Imprensa, o jornal de Lacerda, divulgou uma carta, datada de 5 de agosto de 1953 e endereçada ao então ministro do Trabalho, João Goulart, mencionando contatos secretos que este teria mantido com Juan Domingo Perón, então presidente da Argentina, para implantar uma república sindicalista no Brasil. O suposto autor da carta, o deputado argentino Antonio Jesus Brandi, revelava também a existência de contrabando de armas argentinas para o Brasil. Para averiguar as denúncias foi aberto um inquérito policial militar (IPM), presidido pelo general Emílio Maurel Filho, que concluiu pela falsidade da Carta Brandi.


1966/3:Jânio iniciara uma revolução em política externa (abertura à África e aos países socialistas). Fascinado pelo terceiro- mundismo (Tito, Nehru, etc
O governo de Goulart demonstrou ser bom para os marxistas, apoiando-os, mas era péssimo para o País, não somente por razões ideológicas. Confuso, impotente, não passava de conveniente fachada legal, manipulada por aqueles que, determinada e afoitamente, queimavam etapas na perseguição de objetivos definidos e preconizados no receituário anárquico-sindicalista, travestidos de Reformas de Base. Ao cabo de pouco mais de dois anos, o País assistiu, atônito, à institucionalização da baderna, traduzida na intencional inversão de valores e preocupante quadro econômico – robusta inflação e despudorada corrupção – acompanhados de acintoso desrespeito ao princípio da autoridade, inclusive no meio militar. Para todos, já era claro que o próprio governo financiava e incentivava a anarquia. Seus mentores de fato controlavam, com audácia, as rédeas do aparelho governamental. Não se aperceberam de que, na verdade, não detinham o poder.

Em 1960 a intenção do nascimento da Teologia da Libertação foi um super segredo visando o programa de desinformação  'aprovado por Aleksandr Shelepin, o presidente da KGB, e pelo membro do Politburo Aleksey Kirichenko, que coordenou as políticas internacionais do Partido Comunista. Este programa exigiu que a KGB assumisse em segredo o controle do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), com sede em Genebra, na Suíça, e usá-lo como cobertura para converter a Teologia da Libertação em uma ferramenta revolucionária Sul americana ...Os romenos do Conselho Mundial da Paz (CMP) era  só da KGB. A maioria dos funcionários eram oficiais da inteligência do bloco soviético disfarçados ... Mesmo o dinheiro para o orçamento e pagamento, veio de Moscou, entregue pelo KGB na forma de dólares em dinheiro lavado para esconder sua origem soviética. Em 1989, quando a União Soviética estava à beira do colapso, admitiu publicamente que 90 por cento de seu dinheiro veio do KGB. Assim, os soviéticos deram o pontapé inicial, financiando e moldando a teologia da libertação e os sacerdotes escolhidos por eles, trabalharam entre os pobres [3].

1964: O palco estava completamente armado e determinado o cronograma para a primeira fase da tomada de posse pelos comunistas. Nos calendários dos chefes vermelhos no Brasil – assim como nos de Moscou, Havana e Pequim – as etapas para a conquista do poder estavam marcadas com um circulo vermelho: primeiro, o caos; depois, guerra civil; por fim domínio comunista total. Havia anos que os vermelhos olhavam com água na boca o grande país, maior que a parte continental dos EUA e que então continha 80 milhões de habitantes, aproximadamente metade da população da América do Sul. Por fim estava tudo preparado. A inflação piorava dia a dia; a corrupção campeava; havia inquietação por toda a parte – condições perfeitas para os objetivos comunistas. O governo do presidente João Goulart estava crivado de radicais; o Congresso, cheio de instrumentos dos comunistas. Habilmente, anos a fio, os extremistas de esquerda tinham semeado a ideia de que a revolução era inevitável no Brasil. Dezenas de volumes eruditos foram escritos acerca da espiral descendente do Brasil para o caos econômico e social; a maioria concordava em que a explosão que viria seria sangrenta, comandada pela esquerda e com um elenco acentuadamente castrista. Os brasileiros em geral olhavam o futuro com a fascinação paralisada de quem assiste impotente à aproximação de um ciclone. Uma expressão brasileira corrente era: “A questão não é mais de saber se a revolução virá, mas de quando virá.”

O país estava realmente maduro para a colheita. Os vermelhos tinham introduzido toneladas de munições por contrabando, havia guerrilheiros bem adestrados, os escalões inferiores das Forças Armadas estavam infiltrados, planos pormenorizados estavam prontos para a apropriação do poder, feitas as “listas de liquidação” dos anticomunistas mais destacados. Luiz Carlos Prestes, chefe do Partido Comunista Brasileiro, tecnicamente ilegal, mas agressivamente ativo, vangloriava-se publicamente: “Já temos o Poder, basta-nos apenas tomar o Governo!”
E então, de repente – e arrasadoramente para os planos vermelhos – algo aconteceu.  No último instante, uma contra-revolução antecipou-se à iniciativa deles.  A sofrida classe média brasileira, sublevando-se em força bem organizada e poder completamente inesperado, fez sua própria revolução – e salvou o Brasil.
Dona Amélia Bastos insistiu afirmando: “A marcha demonstrará ao mundo que esta é uma Revolução do povo – um plebiscito em marcha pela verdadeira democracia”.
E assim foi: um oceano de humanidade, totalizando mais de um milhão de pessoas, deslocando-se sob uma tempestade de papéis picados caindo dos arranha-céus ao longo das avenidas do Rio; um exército de paz com bandeiras, dizendo com firmeza e reverência a toda a América do Sul que os brasileiros estavam decididos a permanecer livres. “”””””””””” 1964 a libertação da democracia no Brasil.
Mesmo durante o regime militar, os comunistas  vestindo pele de cordeiro continuaram a tramar  a tomada do poder. Dando continuidade 
     
Em 1970 a CNBB/CMI  criou a comissão da Justiça e Paz.

Em 1972 a CNBB criou o CIMI  [1];

Em 1975 a CNBB criou a CPT (Comissão Pastoral da Terra);

Em 1978  em Genebra: Don Paulo Evaristo Arns CNBB, reverendo pastor presbiteriano Jaime Wright, Vanucchi e Eny Moreira são aplaudidos de pé, em 1978, ao chegar em Genebra. A advogada brasileira Eny Moreira apresentou ao representante do CMI Chuck Harper, a ideia de organizar um arquivo com cópias feitas em segredo dos autos da ditadura militar no Brasil, para punir os militares e os tirarem da guarda da Amazônia; o representante do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) ficou motivado: "Isso é possível? Podemos mesmo fazê-lo? - perguntou. Eny respondeu: “Sim, mas precisamos de apoio para o que o reverendo Jaime Wright e de dom Paulo Evaristo Arns estão fazendo.”

O presidentes do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), dom Manoel João Francisco, e o presidente do Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI), bispo anglicano panamenho Julio Murray, também tiveram a oportunidade de saudar o público presente, o moderador do Comitê Central do CMI pastor luterano Walter Altmann, expressou seus sentimentos como brasileiro e membro da liderança do organismo ecumênico.


Em 1980 em São Paulo: A tendência interna do PT 

denominada "Articulação do PT" onde está o clero marxista, fundou o partido PT em 10 de fevereiro de 1980  no Colégio Sion em São Paulo.

Em 1984 entre os 24 e 26 de agosto com 5.260 delegados, é realizado o 1º Congresso Nacional da CUT, (braço do PT) com representantes de todos os estados. Pela ata da CUT  até então perdida pelos próprios autores, porém, lavrada em cartório por Jair Meneguelli, Delúbio viria a fazer ponte, vinculação, entre a tesouraria da CUT e a  tesouraria do PT. e a ata diz: CUT é sem caráter partidário.  Além de Delúbio Soares (acusado pelo STF no mensalão), na ata da fundação há cinco dirigentes que depois deixaram a CUT para seguir carreira partidária: Olivio Dutra (PT-RS); Paulo Paim senador (PT-RS); Arlindo Chinaglia e Vicentinho (PT-SP); Jorge Lorenzetti, o "churrasqueiro do lula", Osvaldo Bargas ambos denunciados pela Polícia Federal na corrupção de ambulâncias quando também assinam a ata da CUT.
Vicentinho CUT: Nascemos em plena ditadura militar e lutamos contra o empresariado conservador...!
Vagner Freitas CUT: “Lula é fruto da luta da CUT e da construção do PT” "agora, atingido objetivo dominador do poder, mandamos matar o povo" (conforme declarou na imprensa aos manifestantes contra a corrupção do governo)!

Em 1981 em Genebra: O Conselho Mundial de Igrejas (CMI),  reuniu-se em Genebra, em 1981, com mais de mil membros que compõem os diversos conselhos de defesa dos índios e do meio ambiente e entre outras estratégias decidiram: «É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes, para o seu desfrute pelas grandes civilizações europeias " não nacionais" cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico": Diretrizes N.4[1].

Em 1984 Comissão Pastoral da Terra (CPT) fundou oficialmente o MST. Esta, por sua vez, deve sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 70 em São Paulo a Comissão da Justiça e Paz, graças ao apoio que recebeu do CMI, controlada pelo agora ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduino e Pedro Casaldáliga. A CPT foi fundada em Goiânia, em abril de 1.975; atualmente faz parte da organização Pax Christi, sediada na Bélgica, uma ONG com ativo trabalho na Colômbia, onde intermediou vários seqüestros perpetrados pela narcoguerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Padre Tomás Balduíno no comando e membros do MST

Em 1990 o clero marxista ajudou a fundar o foro de São Paulo (FSP). Foram realizadas secretamente, reuniões em Itaici, com anuência do cardeal Arns, para o nascimento do  Fôro de SP (FSP) fundado por Lula da Silva, Fidel Castro, Farc, KGB,....


“Nós marxistas com o Papa para parar o diabo”
Il Fatto Quotidiano, Roma, 3.11.2014 [2]
Francisco autorizou o MST  à avançar!
NOTAS:

Um comentário:

Unknown disse...

Conferencia Nacional de Bispos Bolivarianos.....
Cambada de vampiros bandidos comunistas...
Comunismo é ateu seus SACERDOTES de SATANÁS.... FILHOS da PUTA