quinta-feira, 10 de abril de 2014

A Amazônia está sendo destruída para plantio da soja e pasto para o gado, atendendo interesses nacionais e não nacionais. "O Brasil não sabe disso"

“Existe um fato simples: se você tira floresta, você tira fonte de umidade, muda o clima. Os globalistas com ajuda dos governantes não nacionais isso fizeram nos últimos 40 anos. O clima é um juiz que sabe contar árvores, que não esquece e não perdoa, castiga”.

O que torna a Amazônia diferente de todas as grandes florestas equatoriais do planeta é a Cordilheira dos Andes[23]. Um imenso paredão, de 7 mil metros, que impede que as nuvens se percam no Pacífico. Elas esbarram na Cordilheira e desviam para o Sul. 

O chão foi o destino de 20% das árvores da Floresta Amazônica original. Que isso vem acontecendo há anos, todos sabem. O que você provavelmente não sabe é que esse crime ambiental tem a ver com a falta d'água na maior cidade da América Latina. É que a Amazônia bombeia para a atmosfera a umidade que vai se transformar em chuva nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Quanto maior o desmatamento, menos umidade e, portanto, menos chuva. E sem chuva, os reservatórios ficam vazios e as torneiras, secas. Nascentes que já não vertem mais água. Represas com menos de 10% de sua capacidade original de armazenagem. Uma delas, por exemplo, perto de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, deveria ter em um ponto uma profundidade de pelo menos cinco metros. Está agonizando. sem a Amazônia, os estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul fatalmente seriam desertos também.[22] (preocupante, a Intensão cruel do PT de dividir o Brasil, e  tendenciosamente prejudicar o sul!!)

Até o ano passado, o desmatamento acumulado na Floresta Amazônica, em 40 anos de análise, somou 762.979 quilômetros quadrados (km²), o que corresponde a três estados de São Paulo ou a 184 milhões de campos de futebol. É o que revela o relatório "O Futuro Climático da Amazônia", coordenado pelo pesquisador Antonio Donato Nobre, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
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É inacreditável o que está ocorrendo sobre a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas OIT 169, aprovada pelas Nações Unidas, com apoio do governo não nacionalista brasileiro quando a Sra. Dilma não retificou até 24/07/2014. O índio Marcos Terena, piloto da Funai, defendeu ardorosamente a tal Declaração, ao depor na Comissão de Direitos Humanos do Senado.


Usando de eufemismo, Terena disse que a "regulamentação" do documento da ONU pelo Congresso Nacional será "um grande ato da Nação brasileira e início de um diálogo franco, com direito a controvérsia, mas respeitoso, que não coloque o índio como selvagem da soberania brasileira".


No caso da Declaração dos Povos Indígenas, terá que rejeitá-la, porque o documento da ONU OIT 169 concede independência às nações indígenas, com leis próprias e governo autônomo. Além disso, nas terras indígenas até mesmo as Forças Armadas ficariam proibidas de cumprir seus deveres. ASSIM,  sem qualquer fiscalização, O DESMATAMENTO PELO PT CORRE LIVRE E SOLTO PENSANDO APENAS NAS Commodities E QUE SE DANE O CLIMA que favorece a Floresta Amazônia para o  Brasil.


Convido os brasileiros a ler o Requerimento   10/04/08  da Declaração das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, realizado no Senado Nacional,  predominando integrantes de um único partido político assim como seu autor, ficando claro para o cidadão brasileiro que o lê, indignação pela falta de argumentos, de clareza, de patriotismo, de preocupação pela segurança do Brasil de norte a sul, consta declaração de Senador dizendo querer preservar o território brasileiro, sem precisar do Exército. Justo o exército que sempre foi o amigo e protetor dos indígenas e da Floresta amazônia como herança herdada dos valentes  Joaquim Nabuco, Marechal Rondon leiam a arrogância do Sr. Marcos Tirema. [20,21,].


Estrategicamente, Terena silenciou a esse respeito. Mas sabe que se o Congresso ratificar o tratado, ele se torna automaticamente uma norma constitucional (art. 5º, § 3º) e terá que ser cumprido, concedendo-se independência imediata a 216 "nações" indígenas. Além de outras 53 tribos ainda não suficientemente contatadas e que também ganharão idênticos direitos, emancipando reservas que podem chegar na certa, a 20 por cento do território nacional. ASSIM, A SRA. DILMA ROUSSEFF TEM ATÉ 24 DE JULHO DE 2014 PARA DENUNCIAR ESTA CONVENÇÃO

A Amazônia legal brasileira é uma extensa área de 5 milhões de Km2 (60% do território nacional), habitada por algo como 13 milhões de pessoas (2,6 hab/Km2) e onde se localiza a maior biodiversidade do planeta, juntamente com a maior bacia hidrográfica, a maior floresta tropical e, principalmente, a maior planície mineral do planeta Terra.

É natural que uma área tão rica, pelo menos potencialmente, desperte permanente atenção dos potenciais imperialistas que consideram um “absurdo” a soberania brasileira sobre essa área. Daí as constantes investidas pela sua internacionalização, com o discurso e a tática se alterando de acordo com a realidade.



Assim que LULA tomou posse foi procurado por representante de um poderosíssimo empresário americano para tratar de assuntos alimentares e do plantio de soja transgênica? (18)
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As habitações indígenas que se danem é o que retrata os globalistas da  ONG WWF visando seus interesses.

A Amazônia está sendo sufocada pela soja depois o gado, depois terra imprestável.
Nuvens de Veneno - Legendado
http://www.youtube.com/watch?v=v2eUR5EyX9w

A AMAZÔNIA ESTÁ FICANDO ASSIM, PERDIDA!

Ministra Izabella Teixeira durante assinatura de renovação da Moratória da Soja na Amazônia (Foto: Lucas Cyrino / G1)
Ministra Izabella Teixeira durante assinatura de renovação da Moratória da Soja na Amazônia (Foto: Lucas Cyrino/G1

A estratégia é fazer dos políticos, meros delinquentes usurpadores do poder estatal; violentar e corromper as instituições nacionais permanentes; permitir que se locupletem, enquanto estiverem trabalhando e obedecendo às ordens de seus controladores de fora do País. Contrariando os interesses pelos quais foram contratados para defender, os contrariados puxa os tapetes e quebram os respectivos telhados de vidro. Aparentemente, em alguns Estados, essas verdadeiras marionetes pseudamente ideológicas, estão vencendo a batalha.(10)



A política agrária do governo Lula, a pretensão de desencadear um processo de mudança estrutural em favor das populações vulneráveis ao modelo vigente foi abandonada. Prevaleceu  o agronegócio. O governo continua atuando, A reforma agrária está definitivamente, acoplada à expansão do agronegócio no país. Aliás, não custa lembrar mais uma vez que, é por isso que a portaria com os novos índices de produtividade dos imóveis rurais, não foi assinada até hoje”, Quando, ‘A violação de direitos trabalhistas, como o trabalho escravo, desnacionalização das terras,  acirramento do conflito agrário; depredação da saúde; ineficácia das políticas públicas, etc está conectada com a expansão do agronegócio, e esta provoca o desgaste do meio-ambiente’ ("commodity" = invasão+desmatamento+plantação = destruição da Amazônia e outras, 

Em 1967, O americano Daniel Ludwig(17), adquire uma área de 1,7 milhão de hectares na divisa do Pará com o Amapá: O Jari. O que poucos sabem é que este indivíduo era membro do Club of the Isles/House of Windsor: membro fundador da WWF, apoiando Maurice Strong vice presidente da WWF destroying the Amazon rainforests    
(12).   -   Em 2001,  O Governo Anuncia que o Jari com "Grandes prejuízos(?)" foi vendido para o Grupo SAGA do Amoroso.  Sabem para quem?  Europa (59%), Ásia (21%), América Latina (12%)  e América do Norte (8%)  Pode! e ninguém noticiou nada! ninguém  ficou sabendo!(07).    -    - Em 2008 o Monarca Charles visitou Santarém, Belterra, Altear do Chão e a governadora do Pará Ana Júlia  obediente, submissa, omissa, envergonhando os brasileiros, o recepcionou:(08).    -   - Força Aérea Americana ou chinesa, ou Ongs disfarçadas de ambientalistas, lança Chemtrails ou, herbicida sobre a Floresta Amazônica. (13).  -  -A ONG WWF censurou, impediu a circulação do Livro Máfia Verde 1 e 2 por revelar o vandalismo e destruição da floresta amazônia. (19)  - Plantação de soja em Belterra e Santarém:
Sérgio Schlesinger:

O grão que cresceu demais e os impactos deste crescimento sobre a
sociedade  e o meio ambiente, no sorrateiro Projeto Brasil Sustentável e Democrático.

Amazônia atual:  Bird e WWF cercam milhões de hectares para impedir a presença brasileira.  A WWF-Brasil  não teve o cuidado nem mesmo de “aportuguesar” a sigla (Amazon Regional Protected Area) do projeto que é um dos itens constantes do Programa Piloto para Proteção de Florestas Tropicais do Brasil. Conhecido como PPG7, o Programa é patrocinado exatamente pelos países que já destruíram todas as suas florestas, o chamado Grupo dos 7, através de um fundo criado pelo Banco Mundial. Esse fundo é dirigido por ninguém menos do que Paul Wolfowitz, subsecretário de Estado norte- americano, ligado aos cartéis de petróleo, e um dos principais defensores da agressão ao Iraque. O ARPA, Projeto de Áreas Protegidas da Amazônia, já viabilizou a entrega de cerca de 16 milhões de hectares da Floresta Amazônica para organizações ambientalistas estrangeiras que servem de fachada aos escusos interesses econômicos norte-americanos. (14,06). Ian Johnson, vice-presidente do Bird para Desenvolvimento Sustentável, disse que os países em desenvolvimento perdem a cada ano cerca de US$ 15 bilhões em arrecadações devido às madeireiras ilegais. “Este é dinheiro que os governos nos países pobres poderiam usar para serviços sociais e assistência da saúde”, acrescentou.(16). Por que,  não cumprem o prometido?


O Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) - enlace oficioso do PPG-7 no Brasil - não passa de uma "costela" da ONG Friends of the Earth (Amigos da Terra).  James Goldsmith e o Grupo Rothschild financiam a ONG britânica Survival Internacional um braço indigenista da WWF na campanha pela demarcação da Nação Ianomami.


A oligarquia globalista  internacional representados pela World Wildlife Fund WWF:  Estados Unidos, Inglaterra e Holanda os principais financiadores de programas brasileiros no Brasil, invadem terras, expulsam e matam os índios e colonos, plantam, colhem, exportam livre de imposto "expropriação", destroem a terra, os grãos vendidos enriquecem os bancos do City London, e paraísos fiscais na Suíça, e programam exterminar a humanidade com o maior sangue frio.(06) 

Veja abaixo o currículo “ecológico” dos diretores da WWF-Brasil: 

Presidente, Álvaro Antonio Cardoso de Souza: ex-presidente do Citibank Brasil, ex-diretor regional do Citibank para a América Latina. 

Vice-Presidente de Finanças e Controle, Octávio Castello Branco: diretor de Infra-estrutura do BNDES do governo FHC, acumulando também a função de membro do Núcleo Executivo da Câmara de Gestão da Crise do Setor Elétrico (GCE). Antes de sua passagem pelo setor público, atou como diretor Executivo do JP Morgan no Brasil, tendo alcançado a posição de co-presidente das operações do banco. 

Vice-Presidente de Relações Internacionais, Mario Frering: empresário, atua principalmente nos setores de recursos minerais e produtos florestais, no Brasil - inclusive Amazônia e no exterior, além de agroindústria e setor imobiliário. Ex-presidente dos Conselhos de Administração da Caemi (05) Mineração e Metalurgia e da Companhia do Jari, maior latifúndio do mundo. 

Vice-Presidente de Arrecadação, Roberto Paulo Cezar de Andrade: membro da Fundação Telefônica e do Centro de Estudos Latino-americanos da Universidade de Harvard. 

*Informações retiradas do site da WWF (15)

Mario Frering, quando foi vice-presidente da WWF-Brasil era herdeiro junto com seu irmão Guilherme Frering, do grupo de mineração CAEMI  netos do falecido Augusto Azevedo Antunes, que era o homem de frente no Brasil dos interesses comerciais, do falecido Nelson Rockfeller.(06) A CAEMI em 1982 assumiu o controle da Companhia do Jari fundada por Daniel K. Ludwig que, por sua vez, era também membro das juntas da WWF e do seu braço angariador de fundos, o clube 1001. Hoje, Sergio Amoroso (para quem?) assumiu o Jari por R$1,00. Membro fundador do WWF - Brasil, maior organização global de preservação da natureza,   principal acionista e presidente do Grupo Jari. (07) 

A soja produzida no Brasil em sua imensa maioria é destinada à exportação principalmente para a Ásia. Difícil de aceitar, porém, é que ao mesmo tempo em que os sojeiros recebem incentivos fiscais na exportação os brasileiros pagam 38% a mais pelo óleo de soja nacional (só com impostos).
Sérgio Schlesinger também ilustra que o consumo de arroz e trigo vem diminuindo em escala  Mundial.
A produção da soja é excludente. O número de empregos gerados com a produção da soja cai na medida em que sua produção aumenta.

A soja é rica em proteínas, mas para tanto ela chupa do solo muito nitrogênio. Já se demonstrou que o solo amazônico se esgota após oito anos de uso. A Cargill conseguiu nove anos de isenção de impostos. Ela vai pegar o dinheiro e, após esse período, vai embora e não vai ficar nada aqui. Esgota. Vai para outro lugar no futuro. A sugestão do Sul é viável para a Amazônia? Existe um paradoxo do tempo, meio ambiente e questões sociais. Como vamos combater a soja se o governo é  a favor?

Infiltrados no Ministério do Meio Ambiente, os agentes do interesses oligopolistas participam inclusive das comissões que decidem quais áreas serão lacradas. Em seu site, a WWF se vangloria de ter “marcado presença nas discussões do Fórum Nacional de Áreas Protegidas, bem como da Política e do Programa Nacional de Áreas Protegidas, participando de atividades como a definição de diretrizes para processos de consulta pública e a formação, funcionamento e fortalecimento de conselhos de gestão de unidades de conservação”. 

Foi assim que conseguiram colocar o governo brasileiro contra todos os produtores, assentados, ribeirinhos, e até mesmo indígenas do entorno da BR-163, no Pará. São quase mais de 8 milhões de hectares que estão sob “limitação administrativa provisória”, desde fevereiro deste ano. Atitude louvada não só pelas Ongs, mas pelo governo e pela mídia e deixo salientar que a China está explorando a Amazônia. 

As maiores empresas produtoras de soja no Brasil são transnacionais (Bunge, Cargill, ADM, e
Dreyfus. As nacionais são a Caramuru e Maggi, ou seja, o capital estrangeiro domina este setor  escoando não apenas a soja, mas também os lucros para fora do país.  Os pequenos agricultores vem do sul para trabalhar nas cooperativas de soja. As áreas são planas,
possuem madeira. Os grandes esperam a legalização do IBAMA para explorar madeira e depois a soja.  Ainda tem área de baixão cujo veneno prejudica o cidadão.

A EMBRAPA, que forneceu bases tecnológicas com  pesquisas para incrementar a produção de soja, o financiamento prestado aos grandes proprietários de
terra pelo Banco da Amazônia (BASA) e o fascínio que o agro negócio parece exercer na Prefeitura de  Santarém e no Governo do Estado do Pará que permitem que monocultivos se instalem na região  apesar dos impactos socioambientais. Inicialmente, propagava-se a idéia de que os plantios de soja só  ocorreriam em áreas já desmatadas, mas, na prática, o que se observa é um avanço rápido nas áreas das  pequenas propriedades rurais expulsando produtores/as familiares. O desmatamento desenfreado gera a  diminuição do número de animais importantes que compõem a dieta tradicional dessas famílias como a  paca, o tatu e a cutia, entre outros. A agressão contínua às bases culturais, sociais, ambientais e  econômicas dessas famílias, é estimulo para o êxodo rural, este por sua vez, eleva os índices nacionais  do desemprego e outros problemas sociais nos centros urbanos.

O avanço dos plantios de soja no mundo, no Brasil e nos Municípios de Santarém e Belterra no Pará Amazonas, aonde a prefeita pertence ao PT o mesmo partido dos então presidentes Lula/Dilma, apontando diversos problemas sociais e ambientais derivados desse  processo através de depoimentos de produtores (as) familiares e dados estatísticos, revela situações de resistência e as experiências alternativas em curso.
Em Itaituba tem um ramal de 70 km onde o forte da exploração é a madeira (...) existe 80 mil ha. onde  eles colocam corrente no mato. (...) a plantação deles é soja, isso no Mamuru (...) eles dizem que  ninguém vai impedir os pequenos agricultores, só que não existe terra para assentar 800 famílias(03).
André: a região de Santarém é antiga, já foi desmatada e hoje é mata secundária (...) tem mata de 40 anos que põem fogo dizendo que é Juquira. (...) a gente viu o depoimento do Silvino (...) o Greenpeace já fez vários sobrevôos na região e temos muitas imagens (...) não se respeita as APP´s (...) o padre Edilberto Sena já fez denúncias (...) o IBAMA foi lá, multou, embargou. O dono não respeita o embargo e fica nisso. (...) nas áreas onde ainda existem matas primárias existe uma pressão dos sojeiros para forçar os pequenos agricultores a saírem de suas terras (...)
Sérgio: a preservação da Amazônia implica na preservação da agricultura familiar (...) o agronegócio trás empregos especializados (...) existem uma série de direitos humanos que estão sendo violados (...) existem inúmeros crimes.
Everaldo. Faro: pra nós que não tínhamos conhecimento sobre a soja pra nós foi um choque ver aquelas  propriedades derrubadas. (...) teve uma reunião sobre a soja no município e o prefeito ainda falou que o  único preocupado com a questão era o sindicato (...) segundo ele havia promessas de emprego (...) a  nossa preocupação era com a poluição e a derrubada da mata (...) levamos os índios que estavam com  as suas áreas invadidas (...) os madeireiros também foram convidados para participarem dessa reunião  (...) primeiro, o governo disse que ia dar 1 milhão de ha para irmos pra lá (...) depois falou em 600 mil
(...) fomos então procurar o Juiz que disse que não podia fazer nada e mandou a gente se virar com  advogado (...) também teve uma audiência pública em Óbidos com a Ouvidoria mas até hoje a gente  não sabe o resultado disso.
Assunta: a soja teve uma expansão muito rápida. A gente não estava preparada para a discussão.
Vicente: no começo os sojeiros diziam que só ocupariam as áreas desmatadas. No nosso estudo de caso  isso não é verdade. 30% do plantio de soja é conseqüência de desmatamento. Onde está sendo plantada  soja, está sendo desmatado. A gente precisa saber se o INCRA permite plantio de soja (...) existem  dados sobre a APP (...) no Mato Grosso é usado trabalho escravo (...) e aqui é o que? Tem caso de  Pacajá, mas têm outros?.
O governo federal apóia a matança de pequenos agricultores (...) é  necessário pensar numa política regional. (03).

A padre Edilberto Sena, da “Frente em Defesa da Amazônia”, na região de Santarém, a expansão da soja é preocupante. Ele assinala que o aumento do desmatamento no baixo-Amazonas é conseqüência da existência do porto da Cargil, inaugurado em 2003, e também da possibilidade de asfaltamento da BR 163, que liga Santarém a Cuiabá.

“A Cargil exportou dois milhões de toneladas de soja de 2003 a 2006, para Liverpol, França, Holanda e China. Os plantadores de soja mato-grossenses e gaúchos devastam a floresta, usam agro-tóxicos e expulsam os trabalhadores da agricultura familiar para a cidade”, disse Edilberto.

Explicou também que é muito difícil se pensar em soja sustentável, pois, para o mercado internacional, só compensa plantio de soja na região se forem plantados no mínimo 300 hectares do grão, e ressalta que isso “é destruir a floresta”. Acrescenta que se produtores plantassem soja em um a cinco hectares, a produção seria sustentável, mas o cultivo pequeno não compensaria o trabalho. Assim, com essas condições, quem pode investir é o grande empresário com o desmatamento de imensas áreas.

“Temos cinco grandes inimigos da Amazônia os primeiros são os madeireiros, segundo os sojeiros, terceiro as mineradoras, quarto os pecuaristas e o último é o Governo Federal”, disse o Padre.(04) 
Entretanto, a rapidez e a forma violenta como a monocultivo da soja está se
espalhando no Pará e no mato Grosso do Sul mostram que predomina na política agrícola a irracionalidade do modelo de desenvolvimento baseado na herança maldita da monocultura, do latifúndio e da exportação a qualquer custo. As principais vítimas continuam sendo as populações tradicionais, extrativistas, quilombolas, indígenas, agricultores familiares e das cidades que, cada vez mais, se vêem ameaçadas, ou com a perda de suas terras ou com a diminuição da oferta de produtos essenciais e a conseqüente subida dos preços. Nesse processo, se observa grande incentivo dos governos ao agronegócio, fornecendo bases tecnológicas e subsídios aliado a uma política frágil de regularização fundiária e de ordenamento territorial, de controle do desmatamento e de segurança pública, assim como, de saúde, de educação para a maioria da população(01).
Atendendo o protocolo comunista para a América do Sul: Uma “nação chinesa” na Amazônia?

Por fim... 
Por trás de toda grande fortuna há um crime. (Honoré de Balzac, em Comédia Humana)



Fontes de pesquisa:
01- http://www.redesrurais.org.br/sites/default/files/A%20EXPANS%C3%83O%20DO%20MONOCULTIVO%20DE%20SOJA%20EM%20SANTAR%C3%89M%20E.pdf
02 -Leônidas Loureiro - Saúde & Paz - (91) 99856043/96418072
03- http://www.fase.org.br/v2/admin/anexos/acervo/1_expansao_soja_santarem.pdf
04 -  http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com.br/2008/12/os-caminhos-da-soja-na-amaznia.html
05 - http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-amaz%C3%B4nia-em-perigo#axzz2yiQZgflN 
06 - O rei da Floresta: http://www.terra.com.br/istoedinheiro-temp/edicoes/551/artigo78136-1.htm
06 - http://www.folhadomeio.com.br/publix/fma/folha/2002/12/col_meio.html 
07 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2012/02/sergio-amoroso-fundador-da-wwf-brasil.html   -  1968-2008: do Projeto Jari ao Protocolo de Kyoto - Carlos Moreira Teixeira -http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/02.023/787
08 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2011/02/principe-charles-e-os-aquiferos.html
09 - http://ondastesla.blogspot.com.br/2014/02/mudanca-no-clima-elites-poderosas.html  -  HAARP, a uma poderosa reflexão das microondas - pelo principio de Tesla, a energia enviada para cima é replicada para baixo. Surge um poderoso sistema de armas chamadas eco armas ou armas do clima. Foram proibidas em 1977 por tratados entre os principais países do mundo. O improvável pode se tornar possível. 
09 - http://brasileafragilrepublica.blogspot.com.br/2010/04/la-frontiere-bresil-france-france.html
10 - http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2011/10/ecodificando-o-discurso-as-taticas-e-as.html
11 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/03/a-declaracao-da-onu-e-os-216-paises.html
12 - The'1001 Club':a nature trust - by Scott Thompson
13 - http://ondastesla.blogspot.com.br/2012/01/forca-aerea-americana-lanca-chemtrails.html
14 - http://newsgroups.derkeiler.com/Archive/Soc/soc.culture.brazil/2010-10/msg00672.html
15 - transcrito no site da WWF: Missão Global http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/wwf_mundo/
Conter a degradação do meio ambiente e construir um futuro em que o homem viva em harmonia com a natureza através da: (POR QUE ELES NÃO CUMPREM?)
- Conservação da diversidade biológica mundial;
- Garantia da sustentabilidade dos recursos naturais renováveis;
- Promoção da redução da poluição e do desperdício.
16 - http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2005/05/25/19285-bird-e-wwf-anunciam-plano-contra-desmatamento.htm
17 - http://www.oestadonet.com.br/index.php/regional/item/3908-jari-o-imperio-na-selva
18 - http://armindoabreu.blogspot.com.br/2009...chive.html
19 - http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2012/02/mafia-verde-o-ambientalismo-servico-do.html    -     http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com/2012/02/mafia-verde-1-e-2-jose-goldemberg-e-o.html      -      http://mudancaedivergencia.blogspot.com/2012/02/wwf-ong-britanica-no-ataque-contra.html
[20]  Pg. 502 a 527 ATA DA 11ª REUNIÃO (EXTRAORDINÁRIA) DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA,  http://www.senado.gov.br/publicacoes/diarios/pdf/sf/2008/08/01082008/suplemento/00502.pdf
[21] Pg. 67,8,9, Comissão de Direitos Humanos e legislação participativa http://www.senadorpaim.com.br/uploads/downloads/arquivos/270c25045811337ceea93504bf1ad390.pdf
[22] http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/08/falta-dagua-em-cidades-tem-ver-com-devastacao-desenfreada-da-amazonia.html
[23]  os Andes obviamente ocupam o território de diversos países, sete ao todo: Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile e Argentina. Seu ponto mais alto é o pico do Aconcágua, situado em território argentino, que atinge 6962 m de altitude.

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