segunda-feira, 15 de abril de 2013

Eduardo Campos (PSB) criticou o Brasil em Washington

EDUARDO CAMPOS ACCIOLI, OU ACCIOLY,... COMO OUSA FALAR MAL DO BRASIL EM WASHINGTON? Você não honra a memória do seu avô Miguel Arraes quecom base no estudo, Miguel Arraes cancelou todos os convênios fraudulentos assinados entre Pernambuco e os EUA Leia no link à seguir...
http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2010/05/presenca-dos-norte-americanos-no.html



"Em sua estratégia de consolidar a candidatura presidencial em 2014, o  governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), criticou ontem (11/04/2013) em  Washington, a incapacidade da União de estimular o crescimento da economia sem disparar a inflação, condenou a intervenção do Executivo na Petrobras e atacou a demora na regulamentação de setores essenciais. (quais? será a entrega da Amazônia para ONU?)
Campos falou a jornalistas no prédio do Banco Interamericano de Desenvolvimento, onde discursara sobre êxitos da gestão pernambucana.
O convite do BID foi feito à Secretaria de Planejamento, mas ele próprio compareceu. 
"Já foi utilizado quase todo o ferramental macroeconômico, de política  monetária, para animar a economia. A depender das ações tomadas, podemos  comprometer 2013 e 2014." A intervenção federal para conter o preço da 
gasolina, insistiu, levou a Petrobras e o setor sucro-alcool a uma "situação  indesejada".
"Não podemos cair na armadilha de ter um preço de combustível que não seja de classe mundial." (in Estado de São Paulo),  

COMENTÁRIO G.C.:
E nós, os brasileiros, criticamos  e repudiamos com todos os argumentos de fato e de direito, a incapacidade do Governador defender o Brasil em foros internacionais. Não está preparado, não tem argumentos, pensa que pode representar, mas, jamais representará, pelas próprias declarações, os interesses brasileiros.

O  Governador de Pernambuco, um Estado brasileiro, ter a audácia e o desplante de ir a outro país condenar o que quer que seja do Brasil, é o cúmulo do desrespeito à inteligência dos brasileiros. O referido governador  não tem legitimidade para falar mal, criticar o Brasil, porque é apenas um representante de um dos Estados brasileiros, portanto não representa e demonstrou não poder  representar o Brasil.

Com muito humor os brasileiros atônitos, tomaram conhecimento que em um açodamento, o Governador de Pernambuco já está fazendo o "dever de casa", sem nem mesmo ainda ter sido solicitado.

Foi uma demonstração expressa e explícita - uma auto-apresentação, um "marketing", uma antecipação de  curriculum, dos feitos que o Governador pretende  fazer para os interessados em governar o Brasil de fora do Brasil, caso o Governador venha a obter deles o apoio que espera obter. 

Obviamente, o Governador foi eleito para governar Pernambuco com forte apoio deles, e fazer uma  demonstração forjada de bom governo para servir de exemplo de Estado "bem governado" (?na campanha eleitoral que se aproxima. 

O BID teve o bom senso de fazer o convite ..." à Secretaria de Planejamento, mas o próprio Governados compareceu. Estranho, não?

Com humor os brasileiros aguardam que o BID re-faça o convite à Secretaria de Planejamento porque, é à SEPLAN que interessa o convite do BID, haja vista que faz parte do Poder Executivo do Brasil.

E depois,  face ao ocorrido, que o BID faça o mesmo tipo de convite aos demais candidatos.
Entretando  - para não haver surpresas - muito inteligentemente, o BID deve mas é se informar bem, sobre os interesses dos brasileiros - os quais absolutamente se confundem com os interesses de eventuais candidatos à Presidência do Brasil.

O BID já deve, por dever de ofício,  pelo menos, en passant , ter ouvido falar na percepção brasileira, na perspicácia dos órgãos de investigação - federal -  brasileiros, na intelligentzia brasileira e outros que tais.

Se não muito bem informado, o BID já deve ter percebido que o "Brasil é difícil", do ponto  de vista dos que  pretendem tirar proveito do Brasil, sem ter que se preocupar  em lucrar junto com o Brasil.

O BID já deve ter percebido que não adianta oferecer mundos e fundos (oferecendo   o excesso  de liquidez deles, por exemplo)  fiando-se na garantia dos bens públicos do Brasil - porque, a população brasileira (contribuintes de fato e de direito)  está atenta: não permite que se faça do Brasil pela segunda vez, um devedor público internacional e nem permitirá que se faça do Brasil um fideicomisso, um arrendamento mercantil.



De se esperar, portanto, que bem informado, por dever de ofício, o BID entenda  que - o Brasil merece respeito!



Créditos:

GC:coimbra@ibin.com.br


"Nos EUA, Campos ataca 'intervenção' na Petrobras", Seção: Nacional, Denise Chispim Marin. MME-Assessoria de Comunicação: Destaques dos Principais Jornais do dia  DESTAQUES DOS PRINCIPAIS JORNAIS,12 de abril de 2013).



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