segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A Crise do sionismo


Liberdade desse tipo era visível nas páginas do New York Times na semana passada. Thomas Friedman, colunista do jornal Relações Exteriores,  escreveu que os líderes americanos estavam traindo o país através da terceirização sua política externa a IsraelUma ovação de pé dado ao primeiro-ministro israelense pelo Congresso dos EUA deste ano foi "comprado e pago pelo lobby israelense", escreveu ele. Formulada sem rodeios como era, frase de Friedman foi surpreendente. Como o colunista criação por excelência, Bill Clinton, favorita pundit e três vezes do Prêmio Pulitzer vencedor, Friedman é visto frequentemente em os EUA comoautoridade sobre o Oriente Médio e apenas rivalizado talvez por Jeffrey do Atlântico Goldberg na influência de seus escritos na discussão popular.

Thomas Friedman, do New York Times
Não surpreendentemente,  Friedman provocou furor daqueles policiamento a conversa sobre Israel. O  embaixador israelense ,  American Jewish Committee Jerusalem Post e até mesmo  membros do  Congressogang -swarmed Friedman, acusando-o de  anti-semitismo e do ódio de Israel. Não foi a primeira vez nos últimos meses Friedman tem sido fundamental da política de Israel.  Em setembro , ele escreveu sobre o governo Obama de que o "lobby pró-Israel poderoso em uma época de eleição pode forçar o governo a defender Israel na ONU, mesmo quando se sabe que Israel está a seguir políticas não no seu próprio interesse ou da América. "A crítica mais contundentes de Israel e do lobby seria difícil de fazer.
Mesmo assim, Friedman não é o único homem a largar a linha pró-Netanyahu. Colunista Roger Cohen é ainda mais crítico de Israel do que o Friedman, e como Friedman, ele é notável por ser um defensor liberal da Guerra do Iraque - não é exatamente um radical, em outras palavras.Cohen agora escreve regularmente sobre Israel " iliberalismo ", diz política externa dos EUA foi" Likudnized ", e chama oposição opressão israelense dos palestinos a mais importante tarefa atualmente enfrentando os judeus da diáspora. (leia matéria completa no link abaixo)

3 comentários:

Márcia Regina disse...

Muito importante para o mundo todo que o sionismo, embora um termo moderno par o que foi por séculos uma conspiração com base no messianismo judaico,seja desmascarada de vez. E essas críticas vindas de pessoas renomadas certamente deve assustar muito os sionistas de menor pedigree mas não o topo da elite.Aprendi em minha "luta" neste campo, que a elite judaica sempre jogou e joga nos dois times.Antes da fundação do Estado de Israel, se a gente perguntasse a qualquer judeu se ele era à favor de um Estado só para eles e com privilégios na palestina dos árabes(A TERRA DA PROMESSA DO POVO "ELEITO DE DEUS"), todos diriam um sim imediato. Mas subtamente depois que Israel com sua política nazi-facista começou a ser duramente criticado pelo mundo afora(principalmente na velocidade da luz(net), daí somente então, é que surge judeus contra Israel ou simplesmente criticando sua política terrorista. Isso me cheira a medo de algum tipo de perseguição então eles se adiantam criticando Israel. Disfarce ou é só medo? O New York Times é da elite judaico sionista e esses caras que hoje criticam Israel anteriormente não o criticavam. Faz sentido esses criticarem já que agora não tem volta, Israel já existe e é o todo poderoso, não só na palestina, mas controla os EUA, a ONU, e todos os países capitalistas. Israel já conseguiu o que queria, a sua NOva Ordem Mundial já está devidamente instalada e em pleno vigor, então criticar agora faz sentido já que Israel não corre mais perigo. Por que é que antes da fundação de Israel nenhum dentre eles alegou a ilegalidade(porque os judeus são Khazares da ásia menor) não originários da palestina se já sabiam da imensa "lojística" que tal proesa exigia e portanto já se agitava há muitas décadas? Eu já fui inocente (tola) o suficiente para achar que todos escolhiam um lado de dois, mas hoje eu sei que eles sempre se mantém na elite porque sempre escolhem os dois lados. Outra coisa que não me engana mais é a farsa de que a elite judaica e a elite árabe são realmente opositoras, e é claro que ambas as massas(povo) é que é usado,enganado e martirizado. É tem mais...ultimamente tem surgido tanto judeu criticando Israel que se a coisa continuar assim, todos lavarão as mãos e não duvido nada de ainda botarem a coisa toda na conta de outros(afinal faz parte do judaísmo mandar uma vítima(bode)ao deserto para expiar os pecados da covardia judaica. Por fim, os que o Senhores da Guerra(a elite judaica) querem de fato com o conflito na palestina é convercer o mundo todo a aceitar e oficializar a Terceira Guerra Mundial(que aliás já começou). Esse é e sempre foi e tem sido o grande negócio da elite judaico-sionista eles vivem da guerra, vivem da venda de armas, vivem dos juros do dinheiro empresado aos países arrasados e que precisam se reconstruídos. Agora os Senhores da Guerra já se especializarão em escala global, e não mais em reconstrução de uma, aldeia, cidade ou nação, mas do planeta. Provocar guerras para vender armas e praticar a usura dos bancos aos países arrasados, esse é o verdadeiro negócio e interesse único dessa corja vampírica que não por acaso judaico-sionista, afinal Javé, jeová ou Yavé é uma divindade da guerra que enaltece o derramamento de sangue(altar ou solo) e se agrada com o odor de carne queimada(sacrifiíco). Tá lá na Bíblia... aquele livro sangrento e cheio de horrores, ainda que sejam mentiras para controle mental.

Marilda Oliveira disse...

Bravos Márcia Regina! grata pelas suas auto-afirmações tão verdadeiras e precisas. Aguardemos o dia do juízo final, aonde os mais fortes que se mantem no poder dizimando, aniquilando, exterminando, humilhando os mais fracos, sejam realmente castigados e tenham que devolver TUDO o que tiraram do povo oprimido.

Anônimo disse...

Márcia Regina, você tirou as palavras da minha boca. Eu não conseguiria fazer um resumo tão preciso como o seu. Mas, acho que algumas partes ficaram um pouco dúbias, esse é o problema dos resumos. A parte em que você diz que o conflito entre Israel e os árabes é uma farsa eu não concordo, pois, os sionistas se esforçaram muito para criar uma liga árabe controlada por eles, e conseguiram, mas uma parte do mundo àrabe não se curva ao poder sionista. A nossa mídia(sionista) tenta vender a tal liga árabe como a legítima liderança árabe. Mas, os países que compõem a liga árabe são ditaduras financiadas e suportadas pelos EUA, e todos sabem que os EUA são propriedade dos sionistas. Abraço